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Archive for the ‘livros’ Category

“Até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, o varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo”  Efésios 4.13

O  Relacionamento com o próximo.

1.  Os misericordiosos  – A misericórdia é compaixão e socorro para uma pessoa que não tem a mínima possibilidade de ajudar a si mesmo.   Uma grande ilustração  dessa verdade se acha na Parábola do Bom Samaritano, que “usou de misericórdia” para com o viajante que foi assaltado no caminho de Jerusalém a Jericó é abandonado semi-morto (Lucas 10.25-37).    Há tantas pessoas abandonadas pela sociedade e muitas vezes, pela própria igreja que necessitam de um ato de misericórdia da nossa parte. Muitas pessoas preferem isolar-se da situação dolorosa da humanidade.   A versão,em linguagem atualizada do texto bíblico é muito apropriada:    “Felizes os que têm misericórdia dos outros  –  Deus terá misericórdia deles também” . Não se esqueçam que aqueles que demonstram misericórdia encontrarão misericórdia.

2.  Os limpos de coração  – Este foi o desejo de Davi: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro” (Salmos 51.10). O coração limpo é a coração sincero. Como há uma grande necessidade de  o crente ser sincero, livre de falsidade no seu relacionamento com outros! Como diz   Stott:  “Como são poucos os que, dentre nós, vivem uma vida aberta!  Somos tentados a usar uma máscara diferente, de acordo com a realidade, mas representação, que é a essência da hipocrisia”.  E são tais pessoas que verão a Deus, tanto como no futuro, quando chegarmos na presença do Senhor, face a face! Esta á a bem-aventurança do crente que “não entrega a sua alma à falsidade!”

3. Os pacificadores. Há uma grande necessidade hoje de pacificadores – na indústria entre empregador e empregado;  na  igreja,   entre  um membro e outro (Filipenses 4.2)! A coisa mais fácil é criar caso, incentivar atritos.  É preciso da nossa parte um grande esforço, como Paulo nos mandou:  “esforçando-nos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz”  (Efésios 4.3).    Cada cristão tem de ser um pacificador, mas isso só é possível quando gozamos paz com Deus, a fonte de toda paz.  Somos chamados a  “seguir a paz com todos” (Hebreus 12.14) e, se depender de nós,  “ter paz com todos os homens” (Romanos 12.18).

A grande bêncão de lutar pela reconciliação de duas pessoas ( ou dois grupos) que estão em divergência é ser  “chamados filhos de Deus”.

4. Os perseguidos por causa da justiça. O Senhor nunca disse que seria fácil ser crente.  O preço pode ser bem alto. A vida cristã é difícil quando vivemos de acordo com a Palavra de Deus. Pode haver perseguição física por causa da nossa fé, mas muitas vezes a perseguição é muito mais  sutil, sejam calúnias que temos de sofrer, ou a perda de amigos porque somos crentes.   Até hoje, em vários países, ser crente é sofrer expulsão de casa, ou mesmo morrer como mártir.   “A condição de ser desprezado ou rejeitado, injuriado e perseguido é sinal do discipulado cristão, da mesma forma que um coração  puro ou misericordioso”.  Não há dúvida que a perseguição é simplesmente o conflito entre dois sistemas de valores irreconciliáveis.

Todos os crentes devem demonstrar todas as características detalhadas aqui. Crentes não tem a liberdade de escolher alguma área especial e negligenciar outra, mas são chamadas a crescer em todos os aspectos ( Efésios 4.15). “Tal inversão dos valores humanos é básica na religião bíblica. Os métodos do Deus das Escrituras parecem uma confusão para os homens, pois exaltam o humilde e humilham o orgulhoso; chamam de primeiros os últimos, e de últimos, os primeiros…  Resumindo, Jesus parabeniza aqueles que o mundo mais despreza, e chama de  “bem-aventurados” aqueles que o mundo rejeita”

Não se iludam aqueles que pensam poder  fingir, Deus não se deixa  enganar. E Ele requer a nossa sinceridade.

Senhor, grande é o desafio de vencer o nosso eu, egoísta, pecaminoso e nos tornarmos altruístas, santos,  por isso, precisamos manter os olhos postos no nosso modelo, Teu Filho, nosso Salvador, Jesus Cristo, em nome de quem oramos. Amém.

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“Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, o’  Deus, suspira a minha alma.  A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo”  (Salmo 42.1-2)

Gerações de expositores bíblicos tem aclamado as Bem-aventuranças como revolucionárias. As afirmações de Jesus são opostas à maneira que o mundo pensa. O mundo acha que a verdadeira felicidade vem de popularidade, riqueza,  sucesso, beleza física, mas Jesus vira tudo de cabeça para baixo.   Ele declara que a verdadeira alegria (que vem do conhecimento do valor divino) pertence não àqueles que parecem estar no topo do mundo, mas aos pobres de espírito, àqueles que choram, que têm fome e sede de justiça.

As primeiras bem-aventuranças tratam do relacionamento com Deus e as últimas do relacionamento com o próximo.

Os humildes de espírito. A  palavra pobre ou humilde descreve o homem que não tem absolutamente nada – o homem que, pelo fato de não ter nada neste mundo,  põe toda a confiança em Deus.  Esta era a maneira como Davi escreveu no Salmo 14.6:  “Clamou este pobre e o Senhor o  ouviu, e o salvou de todas as suas angústias” . Gradualmente, a palavra passou a ter o sentido de uma humilde dependência de Deus.  Esta bem-aventurança ensina duas verdades:

a. Reconhecer a nossa pobreza espiritual – Não temos nada para oferecer a Deus. O homem, humilde de espírito é aquele que reconhece a sua pobreza espiritual.    À  igreja de   Laodicéia, Jesus falou: “Pois dizes :  Estou rico e abastado, e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego, nu”  (Apocalipse 3.17) . Era um igreja autosatisfeita e bastante superficial.  Quantas pessoas há, satisfeitas com o seu estado espiritual que são como  o fariseu:  “Ó Deus, graças te dou porque  não sou como os demais homens…jejuo…dou dízimo de tudo quanto ganho” – não há muita pobreza ou humildade de espírito aqui!      Ou será que somos como o publicano que clamava –  “Ó Deus, sê propício a mim, pecador!” (Lucas 18:11-13)? O publicano estava totalmente dominado pela percepção de sua falência moral e destituição espíritual – isto é ser humilde de espírito. Ver em Isaías 57.15 e 66.2.

b. Receber o reino dos céus –  O reconhecimento de nossa pobreza espiritual é a condição indispensável para receber o reino de Deus.   O que Jesus enfatiza é  que o reino dos céus é oferecido somente àqueles que são humildes de espírito. Feliz é aqueles que reconhece a sua fraqueza espiritual!

Os que choram. Esta é uma bem-aventurança estranha – “Felizes e infelizes.” A palavra chorar é uma palavra  muito forte, lamento pelos mortos queridos, grande dor moral ( Genesis 37: 34). Este choro não é de luto, mas o choro do arrependimento. Quando Jesus se aproximou da cidade de Jerusalém, chorou pelo pacado do povo impenitente  (Lucas 19.41) Deve haver da parte do crente essa tristeza pelos pecados dos outros – lágrimas quando vemos um irmão cair no pecado, em vez de fofoca sobre o seu pecado.   Mas o que deve nos levar às lágrimas é a tristeza de nossos próprios pecados, aquilo que Paulo descreve:  “Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação que a ninguém traz pesar;  mas a tristeza do mundo produz morte (2 Coríntios  7.10). Há uma ligação entre as primeiras duas bem-aventuranças.  Ser humilde de espírito é sentir convicção pelo pecado;  chorar é demonstrar contrição.

Os mansos . Alguém manso é uma pessoa que demonstra auto-controle.    Moisés foi considerado um varão mui manso (Números  12.3). Bem-aventurada é a pessoa  que tem todo o impulso e toda paixão matural sob contrôle e sabe quando deve e quando não deve irar-se.  Aprendei  de mim”, disse Jesus, “porque sou manso e humilde de coração  (Mateus  11.29).

São essas pessoas  “mansas” que “herdarão a terra” . “A condição pela qual tomamos posse de nossa herança espiritual em Cristo, não é a força, mas a mansidão,  pois tudo é nosso se somos de Cristo” .

–  Os que têm fome  e sede de justiça. A fome aqui não é fome que a gente tem antes do almoço – “Estou com fome!”.   É a fome de uma pessoa que não tem absolutamente nada para comer.   É a sede de um moribundo  desesperado para beber água. Quanto desejamos justiça ? É quando um homem morrendo no deserto deseja comer e beber. Qual é a natureza dessa justiça.

Justiça  moral – é o caráter e a conduta que deve agradar a Deus.   Devemos desejar ardentemente um coração  que agrada a Deus.  Sede é um sinal de saúde.  Quando não temos apetite, isso é motivo de preocupação.  Como é triste ver as pessoas sem a fome e sede de Deus!  Apenas em Deus podemos saciar a nossa sede e matar a nossa fome.

Justiça social – uma grande peocupação dos profetas menores foi com as injustiças que prevalecem na sociedade: “visto que pisais o pobre, e dele exigis tributo de trigo (Amós 5. 11) ,  procedendo dolosamente com  balanças enganadoras, para comprarmos os pobres por dinheiro, e os necessitados por um par de sandálias”  (Amós 8.5,6).

Esta é a bem-aventurança do espírito faminto, porque será farto com a plenitude da vida de Cristo!

Senhor, a maior aspiração que anela o meu coração é alcançar o caráter que nos mostras ser de acordo como teu coração. Peço que o Teu Santo Espírito burile o meu temperamento e que eu possa ser conforme o Teu modelo. Em nome de Jesus. Amém

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“Elias era humano como nós. Ele orou fervorosamente para que não chovesse, e não choveu sobre a terra durante três anos e meio. Orou outra vez, e os céus enviaram chuva, e a terra produziu os seus frutos (Tiago 5.17.18).”

O episódio a que se refere a epístola de Tiago esta descrito no primeiro livro de Reis, capítulo 17.1 e 41 -46.

“Porque Elias precisou orar?”  e simplesmente porque Deus escolher trabalhar através da pessoas. Mesmo quando é o próprio Senhor que toma a iniciativa de alguma coisa, desejando ardentemente fazê-la, Ele ainda precisa que peçamos a Ele.

Outro exemplo que sustenta a premissa sobre a  necessidade absoluta de oração é encontrada na vida de Daniel. Em 606 a.C, Israel havia sido levado cativo por outra nação devido ao seu pecado. Anos mais tarde, em Daniel 9, vemos que ao ler o livro do profeta Jeremias, Daniel descobriu que estava no tempo do cativeiro de Israel acabar. Jeremias não havia apenas profetizado o cativeiro, do qual Daniel participara, mas havia profetizado também a sua duração: setenta anos. Daniel então agiu:  “Por isso me voltei para o Senhor Deus, com orações e súplicas, em jejum, em pano de saco e coberto de cinza (Daniel 9.3). Sabemos que o anjo Gabriel foi enviado imediatamente depois que Daniel começou a orar.  Contudo  ele levou vinte e um dias para passar pela batalha nos ares com  a mensagem de informar a Daniel que “suas palavras foram ouvidas e eu vim em resposta a elas”  (Daniel 10.12)

Existe um ministério específico de oração, chamado intercessão, que muitos cristãos estão descobrindo agora. Através do dom da oração intercessória, os novos entercessores têm se encontrado com Deus numa intimidade profunda e, por meio dessa comuhão, estão liberando o poder de uma forma maravilhosa.

Intercessão é um tipo de oração na qual o intercessor, como intermediário, entra numa brecha entre Deus e a necessidade até obter a resposta milagrosa.

Se você nunca ouviu falar da intercessão, você precisa ler o livro ORAÇÃO  INTERCESSÓRIA, publicado pela Editora Atos, de autoria do Pastor Dutch Sheets, pois nele é ensinada uma revelação explosiva. Se você já é um intecessor, você também precisa ler este livro, que certamente o levará a um novo nível de vida de oração.

Este livro que tenho comigo há muitos anos tem sido de extraordinária valia para a minha vida de intercessora, e sendo este o dom que em mim identifico, nomeei este espaço como LOUVOR E INTERCESSÃO, por sentir que no louvor é que se encontra Deus e a intercessão é o que Deus espera de nós.

Senhor, diante de tantas necessidade e sofrimento que contemplamos no mundo, entre os homens, renovo a Ti, a minha oferta –  eis-me aqui, usame-me a mim. Por Jesus, o nosso grande Intercessor. Amém.

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“Eu sou o caminho, a Verdade e a Vida.   Ninguém vem ao Pai, senão por mim”

Esta é para  mim a Verdade. Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida.

Depois de  uma longa jornada, de busca, de bater em muitas portas, para encontrar a Verdade, eu a encontrei na Palavra de Deus, que está registrada nas Escrituras Sagradas, na Bíblia. E foi lendo, estudando, ouvindo, que encontrei respostas para todas as minhas indagações, para as questões existenciais que me afligiram durante toda a minha vida, até os meus cincoenta anos, e desde então, (já se passaram onze anos), tenho caminhado com Jesus e sei que estou no Caminho certo.

Fui criada por um pai que foi  um livre pensador e sempre considerei que devemos conhecer e não recear conhecer e saber as ideías e as ideologias que movem o mundo.

Há poucos dias tive acesso e li   “A Jóia de Medina”,  da jornalista e escritora americana Sherry Jones, obra que retrata após criteriosa e vasta pesquisa o nascimento de fé islâmica e cenas da vida do profeta, Maomé, filho de Abdallah ibn al-Muttalib, que para os seguidores é tido como sagrado e intocável e por isso causou grande inquietação na comunidade muçulmana, a notícia da eminente publicação de obra com este conteúdo e envergadura.  Por conta dessa onda de preocupação dos fiéis, a editora Balantine, da Random House, que inicialmente deveria fazer a publicação da obra  suspendeu-a  “sine die”,  por medo do ataque terrorista de muçulmanos radicais,  gerando em todo o mundo uma enorme  onda de indignação.

A leitura me permitiu compreender o porque desse movimento para impedir a publicação.  O profeta adorado pelo Islã, não sabia ler e era portador de epilepsia e tais características, que não se constituem em deméritos, por si só, não podem, segundo os seguidores, ser divulgadas, sob a alegação de denegrirem a imagem do avatar. E para esse “delito”, a pena é de morte, para os infiéis.

Considero, todavia, que é importante conhecer a verdadeira história da gênese do islamismo, pois permite distinguir a legitimidade da fé que professamos, nós cristãos, da ideologia que embasa o  fé muçulmana.

Encontrei na primorosa descrição dos primeiros anos da fé muçulmana, exposta pela autora, semelhanças à estratégia de expansão do reino, adotada pelo Rei Salomão, de Israel, que ampliou os seus domínios fazendo inúmeras alianças com países e reinos adjacentes,  através de inúmeros casamentos.  Maomé também, depois de ter feito o seu quarto casamento simultâneo ( quando permitiu para justificar a sua vida própria,  que o homem muçulmano tivesse quatro esposas), nos cinco anos seguintes casou-se mais oito vezes, tendo simultaneamente doze mulheres, entre esposas e concumbinas no seu harém.  Também no curso dessas subsequentes núpcias foi estabelecendo novas regras de conduta, acordo com as necessidades da ocasião.  Sempre “reveladas” após uma nova crise de epilepsia.

Saliente-se que Maomé foi educado na primeira infância pela mãe, que faleceu no sexto ano de vida do filho, na fé cristã, e somente adulto é que teve as suas “revelações”, que deram início ao Islã, monoteísmo derivado da fé hebraica, e destinados ao povo formado pelo filho mais velho de Abraão, Ismael.

A fé islâmica, que é sustentada por cinco pilares,  é vivida pelos milhões de seguidores no mundo todo,  que não se detêm em indagar sobre as leis dadas por Maomé.  E a sua Jihad,  a que poderá levar o mundo todo?

Permita Deus que haja paz e entendimento  entre os filhos de Abraão.

Senhor,  Tu és o Deus todo poderoso e sábios e  inescrutáveis são os teus desígnios, que venha a nós, o Teu Reino, com Jesus, nosso Rei, para trazer a Paz que vem de Ti. Em nome dEle, oro. Amém.

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“…aquele que te guarda não tosquenejará. Eis que não tosquenejará nem dormirá o guarda de Israel”   

Salmo 121: 3 e 4.  

deus trabalha no turno da noite ron mehlA vida humana,  segundo conceitos científicos, está alicerçada num tripé que se constitui na base de seu equilíbrio:  trabalho, meditação e laser. O homem trabalha, em tese, oito horas por dia, tem o seu laser e meditação em oito horas e dorme oito horas. Essa é condição humana, em média. Necessitamos de sono para podermos manter nosso equilíbrio.

   Nosso organismo, perfeita e magnifica obra da criação divina, produz, gera, energia, combustível para sua manutenção e repousa em períodos para se refazer e retornar à atividade em novo período, após o repouso. Ou seja, à noite, em regra, dormimos .  No entanto não nos detemos para pensar que Deus, nosso Pai, não dorme.

   Quando voce  trabalha, trabalha para si, para sua sobrevivencia, de sua família, porém quando voce ora, Deus trabalha por voce.  “porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com olhos se viu, um Deus, além de ti, que trabalha para aquele que nele espera” (Isaias, 64-4)  – Quando estamos dormindo, em repouso,  o Senhor, nosso Deus, trabalha por nós.

“Deus trabalha no turno da noite”  – Esta expressão que também dá título a um livro, do Pastor Ron Mehl, expressa bem o que representa a insondável dimensão do amor que tem por nós o nosso Deus.

   O Senhor nos prometeu, de sua própria voz, e disse, como em João 14:13

“e tudo quanto pedirdes ao Pai, em meu nome, eu o farei para que o Pai seja glorificado em mim”.

   A certeza da onipresença divina, do amoroso cuidado e atenção que o Senhor nosso Deus dispensa a nós, seus filhos e a tudo nos concerne, tem, desde tempos antigos inspirado aos homens de Deus, a confiar na fidelidade do Senhor, como o salmo 121, ou ainda como proferiu  Isaias.

   “Às vezes voce tem a impressão de que Deus não está trabalhando velozmente na vida dos outros, mas não na nossa.   Especialmente quando atravessamos períodos difíceis, pode parecer que, embora outros tenham sido ricamente abençoados, nossa vida permanece completamente vazia.

    Todavia, embora não pareça, Deus está continuamente atuando em nossa vida. De fato, Ele geralmente faz Seus melhores trabalhos no escuro, esperando para revelar Suas obras-primas no tempo perfeito. Portanto…                         se às vezes voce se sente deixado no escuro…   se quer saber o que está acontecendo quando nada parece acontecer…  se quer compreender por que Seu Pai algumas vezes estende a mão e apaga a luz…    Procure examinar melhor o Deus que trabalha no turno da noite e passe a conhecer os atos incessantes de amor que Ele realiza por voce, a cada instante da sua vida, mesmo quando voce está dormindo.”

“Em paz também me deitarei e dormirei, porque só Tu, Senhor, me fazes habitar em segurança”   

Salmo 4.8  

Amém.

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A Cabana

Recebi, por delicadeza de minha filha Sheron,  para leitura e deleite “A Cabana”,  best seller que encabeça a lista do “The New York Times”,  de William P. Young editado pela Sextante. É lindo,  escrito com a delicadeza de quem respeita os sentimentos da pessoa e revela a intimidade de seu relacionamento com Deus.

Certa vez, ouvi de uma pessoa muito especial, Andréa, que com seu esposo Cristiano, frequentavam comigo aulas de hebraico , ministradas na Congregação Sar-El, quando comentavamos sobre a obra do jornalista espanhol J.J. Benitez, “Operação Cavalo de Tróia”, que ela queria muito encontrar com o Jesus, com quem conviveram os astronautas que  na sua viagem através do tempo, foram ao encontro do Senhor nos anos iniciais desta era Cristã. Dizia-se apaixonada por esse Jesus tão humano, tão amável, personificação, como é e concretização do Amor.

“A Cabana” mostra o mesmo Deus-Tri-Uno, humanizado e materialização da Sua Essência, AMOR.

Benitez produziu best-sellers, como Young trouxe agora, em 2.007 e sempre que o Amor for retratado na Sua Imagem Legítima, assim será, pois o ser humano anseia por esse modelo, esse retrato do Criador, que se aproxima, amorosamente, da criatura, para amar, curar, cuidar e transformar o inverno em primavera, a tristeza em alegria, a dor em gozo, o desepero em esperança, apesar de tudo.

Obras como essa, entendo-as e recebo-as como carinho de Deus, para os seus filhos amados, ensejo de renovação, um novo alento.  Vale a pena ler e refletir.

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