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Archive for the ‘Evangelho de Mateus’ Category

“Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto”                                                                                                                                                                                                          Salmos, 32:1

As bem-aventuranças que demonstram o tipo de caráter que Cristo espera nos Seus discípulos no dia a dia, que é bem diferente das qualidades que o mundo exige hoje.  O mundo não acha que a pessoa “humilde de espírito”, “mansa” ou  “pacificadora” é feliz.

Nos termos do mundo, para ser feliz a pessoa tem de procurar seus próprios direitos, buscar realização pessoal a todo custo, sem pensar em quem pisa para obter seus objetivos e felicidade. Mas Cristo, neste trecho do Sermão, mostra que a verdadeira felicidade é bem diferente.  Seu padrão de vida para os discípulos entra em choque com os padrões do mundo.

“As bem-aventuranças descrevem o caráter equilibrado do povo cristão”. Os ensinamentos, de início destinados  aos discípulos, foram ouvidos pelos que seguiam a Cristo. O compêndio de doutrina  cristã, ou a Magna Carta do Reino, como é chamado pelos doutrinadores .   Essencialmente  Jesus estava ensinando  as qualidades que devem caracterizar todos os Seus discípulos … cada cidadão do Reino de Deus.

É bom notar que as bem-aventuranças não são uma série de regulamentos que uma pessoa deve obedecer para se tornar um crente, mas uma descrição de como uma pessoas crente deve viver.

Bem -aventurança é algo que somente Deus pode dar – nós não temos os recursos para produzir a condição espiritual que seria aceitável  por Deus;   Bem-aventurança é um estado que Deus deseja que Seu povo desfrute;  Bem-aventurança não depende das circunstâncias  (Filipenses 4.10-11)  (2Co. 7.4) e (2Co.  12.10); Bem aventurança é relacionada com obediência à Palavra de Deus (Lucas 11. 27-28);

É interessante notar que a primeira bem-aventurança e a última fazem a mesma promessa – “porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5.3,10).

O que é um reino eterno? O reino universal e eterno de Deus é o último fato. Sua soberania absoluta é o alicerce de toda verdade bíblica e nenhuma compreensão de história ou teologia é possível sem ela.

É um reino espiritual –  Os judeus sempre procuravam um reino terrestre e um Messias que estabeleceria Seu reino aqui na terra. Depois da ressurreição, Jesus apareceu aos Seus discípulos  “falando das coisas concernentes ao reino de Deus” . É incrível que os próprios discípulos ainda tinham a mente fixa num reino política, territorial e nacional: “Senhor, será este o tempo que restaures o reino a Israel?” (Atos 1.  3,6). Jesus nunca prometeu estabelecer um reino político.  A Pilatos,   Jesus afirmou:  “O meu reino não é deste mundo … o meu reino não é daqui” (João 18:36).

É um reino contemporâneo –  Embora o Reino  de Deus não será totalmente consumado até depois da Segunda Vinda de Cristo. A Bíblia contudo, deixa claro que Cristo inaugurou o reino da Sua Primeira Vinda. Quando os fariseus perguntaram quando o reino de Deus chegaria, Jesus respondeu: “Não vem o Reino de Deus com visível aparência … porque o reino de Deus está dentro de vós ( Lucas 17.20-21).  – O Reino já tinha chegado, porque Ele já chegou!    O reino de Deus é aqui e agora!

É um reino dinâmico –  O reino de Deus, em último lugar, quer dizer o reino absoluto de Deus na minha vida. por causa da minha união espiritual e dinâmica com o Rei, posso viver segundo as normas do reino.  Oreino de Cristo em e pela vida do povo de Deus não é estático, mas dinâmico.

Como é bom saber que quando a nossa vida terrestre terminar ouviremos a voz do  Rei:  “Vinde, benditos de meu Pai! entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo” (Mateus 25.34). você se anima com esta esperança?

Senhor, a esperança de viver uma vida em Teu Reino é o que me anima e me move. Sustenta-me com tua graça e misericórdia diante da minha pequenez. Em nome de Jesus, eu oro. Amém.

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“Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte, e como se assentasse, aproximaram-se os seus discípulos; e eles passou a ensiná-los”     (Mateus 5.1-2)

Inicio hoje a reflexões acerca do Sermão do Monte, com base no estudo da Editora Cristã Evangélica, Sermão do Monte, um ensino desafiador.  Aceita esse desafio?

Qual tem sido a nossa reação diante dos ensinamentos do Sermão do Monte?  Não basta ficarmos encantados com o seu ensino. A nossa reação deve ser de humildade e obediência aos mandamentos do Mestre.

Quem é Jesus para nós?  O que e exatamente que vemos quando olhamos para Ele? Um homem simples, comum?  Quando Felipe encontrou com Natanael e contou ter encontrado Jesus, o Nazareno, Natanael perguntou-lhe:  “De Nazaré pode sair alguma coisa boa?  Mas quando Natanael se encontrou com Jesus, confessou estar diante do “Mestre, Filho de Deus, Rei de Israel!” (Jo 1: 45-49). E para nós, quem é Jesus?   É Ele o nosso Mestre?

Neste sermão, Jesus apresentou uma lei perfeita para que andemos nela: amar aquele que nos faz mal, bendizer a quem nos amaldiçoa, orar por aqueles que nos consideram seus inimigos.  Temos agido assim?

O Mestre ensinou que a conduta de Seus discípulos deve ser essa também:  ” Nem todo o que diz: Senhor, Senhor!, entrará no reino dos céus, mas aqueles que faz a vontade do Pai que está nos céus.  O destino eterno do homem depende da total obediência a Deus.

Façamos do padrão de Jesus o nosso padrão de vida. Falemos da Palavra com autoridade. Tenhamos um caráter íntegro:  amemos mesmo quando não esperamos receber amor, façamos o bem sem esperar recompensas. Tenhamos como objetivo supremos da nossa vida fazer a vontade do Pai, obedecer à Sua Palavra, obedecer aos ensinamentos do Mestre.

Aprendamos com Jesus a “amar as pessoas e usar as coisas”.

Uma reflexão: “Que conhecimento tenho das Escrituras?  Que tenho feito com tal conhecimento? Em que ele tem mudado a minha vida?”

“Não é o que se estuda, mas sim com quem se estuda que importa”. Que privilégio extraordinário o de estudarmos com o Mestre Divino. “Todo o conhecimento, toda a VERDADE está nEle. Ele sabe tudo sobre o mun do; Ele sabe tudo sobre nós.   Que responsabilidade tremenda é a nossa. Diante de tal mestre, temos de obedecê-Lo  e seguí-Lo com fidelidade, alegria e perseverança.”

Senhor, que o propósito de estudarmos o Sermão do Monte, seja exitoso e profícuo, para que estas sublimes e elevadas normas de vida  se incorporem ao nosso viver, pela tua graça e tenhamos a força que necessitamos para vivermos, à altura, os ensinamentos de Jesus: O MESTRE por excelência. Amém

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“Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus”. Gálatas 3.26

Como filhos de Deus, nós dependemos dele. A bíblia diz:  “Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece aqueles que o temem (Salmo 103.13).

Crianças dependentes passam pouco  tempo se preocupando com refeições, roupas e abrigo. Elas presumem,e têm o direito, que tudo será providenciado por seus pais.

Jesus disse: “Não andeis, pois inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos? […] Mas buscai em primeiro lugar o reino de Deus … e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6. 31-33).

Porque Deus é responsável pelo nosso bem-estar, é nos dito para lançarmos sobre Ele, pois Ele cuida de nós (I Pedro 5.7).  Porque nós dependemos  dele, Jesus disse: “Não se turbe o vosso coração”(João 14.1). Deus diz: “Eu carregarei suas cargas – ão pense nelas – deixe que eu cuido delas”.

As crianças não se acanham em fazer perguntas. Elas não seriam normais se não fizessem com que suas necessidades  fossem ouvidas.

Deus tem falado para seu filhos:  “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim  de sermos ajudados em tempo oportuno”(Hebreus 4.16). Deus está ciente de que nós dependemos del em nossas necessidades da vida.  Foi por esta razão que Jesus disse:  “Pedi, e dar-se-vos-á;  buscai e encontrareis;  batei, e abrir-se-vos-á” (Mateus 7.7).

O que o está aborrecendo hoje?  O seu coração está pesado por causa de problemas que o estão intimidando?   Você está ansioso ou preocupado com algum problema, pensando no que vai acontecer?   Ouça: como um filho de Deus, através da fé em  Cristo, você pode se voltar para Cristo, sabendo que Ele o ama e é capaz de ajudá-lo.

Nosso Deus e Pai, preciso da tua ajuda, Por favor, tomaèste fardo de mim… Não permiteas que eu pegue este fardo de ti novamente, Pai, mas faze com que eu descanse no conhecimento de que  tu estás cuidando dele. Agradeço-te  por me amares de uma forma tal que tu carregas meus problemas. Eu te amo Senhor.  Em nome de Jesus. Amém

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“E Jesus, ouvindo isso, retirou-se dali num barco, para um lugar deserto, apartado; e, sabendo-o  o povo, seguiu-o a pé desde as cidades.    E  Jesus, saindo, viu uma grande multidão e, possuído de íntima compaixão para com ela, curou os enfermos”. Mateus 14.13-14

Este texto foi a base da pregação ministrada ontem na Igreja Filadélfia (IMEF.org.br) pelo Pastor André, missionário da JOCUM e integrante do quadro pastoral da igreja.

Tomando como base o elemento “barco”, trouxe valiosa mensagem que sinto ser necessário compartilhá-la.

“O uso do barco por Jesus.”

“O barco para Jesus representava a necessidade de um momento para privacidade.  O barco representa a necessidade de refletirmos sobre as nossas necessidades.  O “barco”para onde nós nos retiramos é JESUS.   É estar na presença dEle.

Quando estamos trabalhando, mesmo que seja para o Senhor, estamos muitas vezes sobrecarregados e precisamos de um tempo, um lugar para nos refugiarmos.   Precisamos perceber, entender, que não há nada de errado em entrarmos no barco.   Não podemos nos isolar.

O barco representa: nossos interesses;  nossa zona de conforto; foco em nossas necessidades.

Ao sair do barco…

1. Jesus viu uma grande multidão…

A primeira coisa que precisamos entender é que nós não seremos capazes de identificar as necessidades do mundo lá fora. Nós precisamos alcançar esta multidão.  Quando vemos estas pessoas com as suas necessidades.  Quando vemos a multidão temos a grande oportunidade de fazer diferença na vida dessas pessoas.

O Senhor Jesus nós dá uma grande lição, pois quando aparece alguém com uma necessidade, nós evitamos nos envolver, pois certamente precisaremos dar mais de nós, para resolver os problemas da humanidade.  Não será o governo ou as ONGS que irão resolver os problemas das pessoas ao nosso redor. Estamos passando ao largo pelas pessoas necessitadas. Precisamos ver as multidões.  Nós estamos vivendo um evangelho narcisista, egoísta. A igreja não é mais do que o lugar onde teremos nossas necessidades atendidas.   Se andarmos à noite pela cidade veremos os perdidos, nas drogas, no alcool, na prostituição. A Igreja precisa sair do barco.    A Igreja existe para o propósito de Deus.

Ao sair do barco, Jesus:

1. Viu uma grande multidão

2. Teve compaixão deles.

V.14.  Jesus viu a multidão e se compadeceu . Teve compaixão deles .

A empatia faz com que fiquemos inquietos, insatisfeitos diante do quadro de miséria e sofrimento que vemos descortinar-se diante de nós.  Devemos pedir a Deus que nos livre da insensibilidade, do coração calejado, quando vemos a multidão, quando devemos nos compadecer dela.

3. Jesus curou os enfermos.   Alcançou pessoas , transformou vidas, mudou destinos.               Nós seremos instrumentos de Deus para ajudar as pessoas.  Ainda assim, não devemos desanimar com aqueles que não derem atenção aos nossos esforços.

As pessoas estão lá fora famintas da Palavra de Deus.  A Igreja precisa sair do barco, não podemos fazer da Igreja o lugar onde cultuamos só as nossas necessidades”.

Senhor,  que o eloquente exemplo dado pelo nosso Salvador, Jesus Cristo,  de deixar o próprio necessário descanso, para acorrer em socorro da multidão que o buscava, carente, sequiosa da Sua Palavra, da Sua presença, da Sua cura,  nos incomode e tire o sossego, sacuda-nos do comodismo da nossa zona de  conforto e nos faça buscar a margem para  seguir as pegadas do nosso Mestre, Jesus, em nome de quem oramos. Amém.

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“E busquei dentre eles um homem que levantasse o muro, e se pusesse na brecha perante mim por esta terra, para que eu não a destruísse; porém a ninguém achei” (Ezequiel 22.30).

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Neste último mês tenho me detido, grata e fascinada em ler e estudar os livros do Pastor Marcos (Coty) de Souza Borges, líder da JOCUM-PR, de quem tenho já falado nas duas últimas semanas e hoje quero referir-me a “O Obreiro Aprovado”, cujo prefácio transcrevo, pois é mais do que motivador.

“Existem três tipos de pessoas que a Bíblia afirma que Deus está constantemente à procura.  Deus está procurando por intercessores (vide acima Ezequiel)

Ele também procura adoradores:

“Mas a hora vem, e é agora, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade;  porque o Pai procura a tais que asim o adorem”  (João 4.23).

A escassez de intercessores destrói a terra, enquanto a escassez de adoradores entristece os céus. E, por fim, o próprio Jesus afirma a ncessidade de obreiros:

“Então disse a seus discípulos: Na verdade, a seara é grande, mas os obreiros são poucos. Rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara” (Mt 9.39-39)

A escassez de obreiros determina o fracasso da igreja em relação à grande colheieta. quando a igreja deixa de colher, Satanás o faz, alargando as portas do inferno e assolando a sociedade.

Este texto apresenta o clamor que sobrecarregava o coração de Jesus.   Mediante um mundo de necessidades, Ele se depara com a falta de obreiros, pessoas que estão não apenas dispostas,  mas legitimamente afinadas com a vontade de Deus,  para desempenharem o mais nobre serviço no qual um ser humano pode se envolver. Pessoas que vão transformar o destino eterno de tantas pessoas.

Uma importante questào é que a mobilização deste tipo de contingente é precedida por um processo de qualificação que poucos correspondem ou se propõem a submeter:  Jesus termina esta conclusão dizendo:

“Muitos são so chamados, mas poucos escolhidos”. (Mateus 22.14)

Há uma longa distância entre ser chamado e ser escolhido. A abordagem deste material se resume em percorrer este estreito caminho, no qual tantos tem fracassado.

Esta afirmativa de Jesus revela um efeito funil. De muitos sobram poucos. Isto mostra como  o mundo espiritual impões um processo de seleção. ou seja, muitos são chamados, todos são provados, porém poucos são os aprovados.

Não é de qulquer jeito, ou do nosso jeito que vamos caminhar no chamado de Deus. É importante entender que, apesar de sermos chamados, o chamado é de Deus, e não nosso.

Apesar de tudo o que envolve o tratamento de Deus, pessoas chamadas estão diante da maneira mais sublime e significativa de viverem as suas vidas. Aceitar o chamado de Deus, significa concordar com a grande realidade de que não sabemos a melhor forma e viver nossas próprias vidas, mas o Senhor sabe.

A procura de Deus deve se encontrar com a nossa procura e a nossa procura deve se encontrar com a procura de Deus. Desta  intercessão emerge um genuíno ministério que pode, até mesmo afetar toda uma geração. Este foi o grande apelo do mais incansável obreiro do reino de Deus.

“Procura apresentar-te a Deus, aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da verdade”   (II timóteo 2.15).

Este livro, além de possuir um caráter cirúrgico, irá prover uma radiografia da personalidade sob um ângulo muito pouco observado; revelará suas deficiências básicas e motivacionais,  apontando para uma erradicação de tudo aquilo que sustenta os mais graves quadros de reprovação.

Nos bastidores da sua alma, uma revolução espiritual está prestes a romper. Uma mudança profunda que, certamente, será percebida por quem mais interessa: o Deus a quem amamos. Entre nesta leitura com os olhos abertos, ouvidos atentos e, acima de tudo, com um coração responsivo!”

“O Obreiro Aprovado” é uma obra de grande valor para todo aquele que consciente da missão que é legado a todos os cristãos, decide-se por cumprí-la. É um sábio  manual para esta nobre e árdua tarefa, a mais sublime.

Senhor, depura-me com a tua graça e Virtude, para que alcance ser aprovada para te servir.  Peço-te no nome de Jesus, meu Slavador. Amém.

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“E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.  Em cada alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos.    Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam suas propriedades e fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade .  E  perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos o pão em casa comiam juntos com alegria e singeleza de coração.   Louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar; Atos   2. 42-47

Há cerca de dez anos, quando faziamos parte, o Edson e eu, de um grupo de discipulado,  tinhamos como tema de estudo a Igreja do primeiro século, e a fraternidade relatada no livro de Atos nos empolgava, pensando em quão harmoniosa deveria ser essa primeira igreja, onde todos eram movidos pelo amor que emanava intensamente na atmosfera daqueles que viveram no tempo em que o Senhor Jesus viveu entre os homens. Sua presença era viva, os lugares por onde andou, suas palavras ecoavam ainda nos ouvidos daqueles que O viram com seus próprios olhos.  Que maravilhoso deve ter sido viver então.   Todavia sabemos que reviver inteiramente aqueles tempos, aquela igreja, já não é mais possível, integralmente, como nos descreve o texto bíblico. É, porém plenamente possível, sim,  manter presente a essência, que é o amor fraternal.  Para isto foi que o Senhor nos visitou, viveu entre nós, morreu por nós.

Frequentemente tenho ouvido de pessoas boas, generosas, inteligentes,  altruístas,  seres humanos notáveis, a afirmação de que, o essencial é que tenham fé, creiam em Deus e respeitem ao seu semelhante, não façam mal a ninguém, não entendendo ser necessário ir a uma igreja para orar, para estar ligado a Deus. E eu entendo as argumentações, pois não é raro que também tenham algum comentário de alguma pouco edificante história envolvendo episódios envolvendo alguma denominação religiosa. Tudo isso é muito triste, pois o que prevalece é o fato desairoso, que é lançado como pecha contra toda a igreja,  esquecendo-se que tais fatos ou condutas são comportamentos humanos errados, inconvenientes ou até mesmo execráveis e que se constituem em ofensas ao próprio Deus.

Na Bíblia, vários são os episódios em que o povo hebreu, os judeus como passaram a ser chamados,  praticaram atos abomináveis, e o Senhor  enviou-lhes advertência por intermédios dos Profetas, de que enviaria o Seu Juízo, e assim se deu e sucessivamente o povo escolhido por Deus foi levado ao cativeiro pelos assírios, babilônios e persas e dominado pelos romanos,  sendo conduzidos à diaspora.  No entanto, durante todo esse tempo de infortúnio, muitos do povo se mantiveram fiéis às leis de Deus e preservaram os ensinamentos  até que chegou o “renovo”,  o Filho  de Deus,  o prometido a todas as nações, a esperança, o Redentor.

E as boas novas, o Evangelho da Salvação foi entregue aos homens para que dessem prosseguimento à obra do Senhor – o Ide! ( Mateus 28.19-20) -“Portanto, ide, ensinai  todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensiando-os a guardar todas as cvoisas que eu vos tenho mandado; e eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos. Amém”.

Em Deuteronômio 6.3-9, está a ordenança para todo o indivíduo: “Ouve, pois,  ó Israel, e atenta queos guardes, para que bem te suceda, e muito te multipliques, como te disse o SENHOR, Deus de teus pais, na terra que mana leite e mel.  Ouve, Israel, o SENHOR, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás, pois, o SENHOR teu Deus, de todo o teu coração, e de toa a tua alma e de todo o teu poder. E estas palavras que hoje te ordeno estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te. Também as atarás por sinal na tua mal e serão por frontais entre os teus olhos E as escreverás nos umbrais de tgua casa e nas tuas portas”

O que Deus espera daqueles que o amam é não menos do que o “Shemah, Yisrael” acima está prescrevendo.  E estes preceitos não foram abolidos por Jesus, que os cumpriu todos, porém trouxe, o Messias, a amplitude da Salvação e do Amor infinito e Misericordioso de Deus a todos os povos.

Na antiguidade, para que se reunissem nas sinagogas, era preciso que estivessem dez presentes e Jesus apenas pediu que dois ou mais se reunissem em seu nome e Ele estaria presente.

O que nos compete viver no dia a dia é amar a Deus de toda a nossa alma e entendimento e ao nosso semelhante como a nós mesmos. E esse amor  é resultado do amor de Deus que permeia em nós, é a grande graça de Deus, que nos transforma, nos eleva, nos torna semelhantes a Ele, que nos criou a sua semelhança.

O que nos proporciona a comunhão em uma igreja é sermos alimentados pelo mesmo sentimento, anseio de viver o amor que Cristo nos ensinou e juntos render-Lhe adoração. Em verdade igreja (eclésia) implica em nos colocarmos em separado para dizermos que não somos do mundo que não conhece e não reconhece o senhorio de Deus. A mim a Igreja representa oportunidade  de ministar adoração. E quão grata sou por tudo o que recebi e recebo desta comunhão,  através da qual desejo estar também tornando-me uma “casa” agradável ao meu Senhor.

Senhor, eu te sou grata por guiares os meus  passos e me conduzires para o lugar onde desejas que eu esteja para estudar a tua palavra e burilando o meu temperamento, aprimorando o meu caráter,  para que possa me tornar útil para o teu serviço. Peço a tua graça para perseverar no propósito de te servir. No nome de Jesus. Amém.


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“Pela muita preguiça se enfraquece o teto, e pela frouxidão das mãos goteja a casa” Eclesiastes, 10.18

“Assim como a mosca morta faz exalar mau cheiro e inutiliza o unguento do perfumador, assim é para o famoso em sabedoria e em honra um pouco de estultícia.   O coração do sábio está à sua mão direita, mas o coração do sábio está à sua esquerda.   E, quando o tolo vai pelo caminho, lhe  falta entendimento, e diz a todos que é tolo.   Levantando-se contra ti o espírito do governador, não deixes o teu lugar,  porque o acordo é um remédio que aquieta grandes pecados.   Ainda há um mal que vi debaixo do sol, como o erro que procede do governador:   o tolo, assentam-no em grandes alturas, mas os ricos são assentados em lugar baixo.    Vi servos a cavalo e príncipes que andavam a pé como servos sobre a terra. Quem fizer uma  cova, cairá nela, e quem romper um muro, uma cobra o morderá.   Quem acarretar pedras será maltratado por elas, e o que rachar lenha expõe-se ao perigo. Se estiver embotado o ferro, e não afiar o corte, então, se deve pôr mais forças; mas a sabedoria é excelente para dirigir.  Se a cobra morder antes de estar encnatada, então, remédio nenhum haverá no mais hábil encantador.   Nas palavras da boca do sábio, há favor, mas os lábios do tolo o devoram.   O princípio das palavras da sua boca é a estultícia, e o fim da sua boca, um desvario péssimo.  Bem que o tolo  multiplique as palavras, não sabe o homem o que será; e quem lhe  fará saber o que será depois dele?  O trabalho dos tolos a cada um deles fatiga,  pois não sabem como ir à cidade.   Ai de ti, ó terra, cujo rei é criança e cujos princípes comem de manhã.  Bem aventurada, tu, ó terra cujo rei é filho dos nobres e cujos príncipes comem a tempo, para refazerem as forças e não para bebedice.   Pela muita preguiça se enfraquece o teto, e pela frouxidão das mãos goteja a casa.  Para rir se fazem convites, e o vinho alegra a vida, e tudo o dinheiro responde. Nem ainda no teu pensamento amaldiçoes o rei, nem tampouco no mais interior da tua recâmara amaldiçoes o rico; porque as aves dos céus levariam a voz e o que tem asas daria notícia da palavra.   Eclesiastes 10. 1-20

O provérbio referido no verso 4, pode ser observado no relacionamento entre funcionário e sua chefia.  Os subordinados devem superar o mau humor dos seus chefes. Basta trabalharem com tranquilidade e não se perturbarem, a ira do chefe passará e ele se tenquilizará.

Ao descrever circunstâncias injustas ou que não fazem  sentido, Salomão apontou para p fato de que a riqueza não pode trazer justiça.  E ele concluiu ressaltando que tudo que temos  nada é se não tivermos a presença de Deus em nossa vida.   Mas quando o Senhor usa o pouco  que temos, este se torna tão grande e importante que pode tornar-se no que desejamos ou precisamos.

Tentar fazer algo sem as habilidades e feramentas necessárias é como tentar cortar madeira com um machado “cego”.  Se a sua ferramenta está sem corte, você deve afiá-la, para fazer um trabalho melhor. Igualmente, se lhe falta habilidades, você deve obtê-las por treinamento e pela prática.  Para “afiar o corte”, é necessário detectar onde existe um problema, adquirir ou aperfeiçoar as habilidades (as ferramentas) para fazer resolvê-lo da melhor maneira, e entrar em ação. Encontre as áreas de sua vida onde o seu “machado”  está sem corte e afie suas habilidades  assim você poderá ser mais eficaz na obra de Deus.

Quando os israelitas tinham líderes imaturos e irresponsáveis, a nação caiu. Em 1 e 2  Reis, é descrito o declínio dos Reinos do Sul e do norte quando os líderes se preocupavam somente com eles mesmos. Nos versículos 16-18, são identificados com precisão os principais com precisão os principais problemas desses líderes: o egoísmo e a preguiça.

Líderes do govern o,  homens de negócios, famílias e até igrejas podem cair na armadilha de pensar que o dinheiro é a resposta para todos os problemas.  Nossa sociedade estipula um valor para tudo e aponta para soluções imediatas.  Mas assim como a sensação que o vinho produz é temporária, o efeito calmante da compra diminuirá aos poucos, e teremos de comprar  mais. As Escrituras reconhecem que o dinheiro é necessário para a sobrevivência, mas advertem contra o amor ao dinheiro (ver Mateus 6.24;  1 Timóteo 6.10; Hebreus 13.5), que é perigoso porque nos leva a pensar que a riqueza é a maneira mais fácil de termos o que desejamos.   O amor ao  dinheiro é pecaminoso porque nos leva a confiar nos bens materiais, em vez de confiarmos em Deus para resolver nossos problemas.   Aqueles que buscam promessas vazias, um dia descobrirão que não têm nada porque estão espiritualmente falidos.

Senhor,  todas as bençãos tu já as tens dado a nós, precisamos apenas obedecer-te para que elas se manifestem em nossas vidas, que possamos ter a tua graça para ouvirmos atentamente a tua voz e termos o cuidado de guardar todos os teus mandamentos que nos ordenas. Fortalece-nos para assim agirmos. No nome de Jesus, te pedimos. Amém

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