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Archive for the ‘Salmos’ Category

“Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pacadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. Antes, tem o seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e de noite. Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto em estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizerem prosperará.  Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha. Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos.  Porque o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá”     (Salmos. 1. 1-6)

Lí hoje na Gazeta do Povo, no espaço de Luíz Fernando Veríssimo,  artigo assinado por Rosely Boschini, presidente da Câmara Brasileira do Livro, lembrando que hoje, 29 de outubro, é o Dia Nacional do Livro, por conta de lembrar também que em 29 de outubro de 1.810, registrou-se a transferência da Real Biblioteca para o Rio de Janeiro, que representou um marco na difusão da cultura do então Vice-Reino, com o nascimento da indústria gráfica, em 1.808, também no Rio, com a instalação da Imprensa Régia.  Tal  como ocorreu com Guttemberg, cerca de 350 anos antes, na Europa, cujo primeiro trabalho a sair dos prelos foi uma Bíblia, aliás, um dos exemplares originais encontra-se no acervo da Biblioteca Nacional, também no Rio de Janeiro. Grandes iniciativas tem sido tomadas em prol do livro, tal como a criação do Fundo Pró-Livro, com o mercado editorial destinando um por cento do faturamento para essa finalidade.

Há pois relevância nessa comemoração e necessário é que se fortaleça esse compromisso para que o livro se torne acessível a toda a população brasileira, que anelamos alcance analfabetismo O.

Impossível deixar de reflexionar o quão gratos devemos ser, todos nós, que adquirimos a capacidade de ler, e através dos livros alcançar o conhecimento. Ver se abrir o mundo diante de nós.

Há poucos dias em visita a minha filha Tiffany, em Niterói, RJ, frequemente via e ouvia, meu netinho Caio, de um ano e nove meses pedindo o “mundo”,  que era um DVD de Toquinho, com Aquarela, que fala do “mundo” desenhado. E como a associação de idéias que ele faz, manuseando seus livrinhos,  na sua já bem sortida biblioteca pessoal, me fez refletir quão rica tem sido a educação dos meus netos, Enzo, Giorgio e Caio, e como gostaria que essa oportunidade pudesse estar presente na vida de todas as crianças brasileiras, ter livros à disposição.

É tão fácil fazer um pouco de bem   e compartilhar do muito que temos, um pouquinho  com quem não tem, pois assim nos ensinou o Senhor Jesus, de quem mandou dessemos  água para saciar a sede, pão para matar a fome, agasalho para aquecer do frio e conforto para o doente,  compaixão para o preso. Isso é agradar ao Senhor, é como fazer a Ele.

Nesse dia quero orar, pedindo que o Senhor não permita que se perpetue a malversação dos  recursos para a Educação, com a perversa deturpação e introdução de mensagens pornográficas em livros didáticos e outros perversos enganos que tem sido praticados contra a inocência e a pureza das mentes infantís e juvenis. Essa é a grande conspiração que visa destruir toda uma geração, porém o Deus Todo Poderoso não permitirá que assim aconteça e estará levantando guerreiros em todos os lugares para combater o exército do mal.

Senhor, adestra-nos para servirmos sob o Teu comando. Capacita-nos para usarmos as armas eficazes para essa guerra. Guarda-nos e protege-nos. Pedimos-te  no nome de Teu Filho, Jesus.  Amém.

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“Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus”. Gálatas 3.26

Como filhos de Deus, nós dependemos dele. A bíblia diz:  “Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece aqueles que o temem (Salmo 103.13).

Crianças dependentes passam pouco  tempo se preocupando com refeições, roupas e abrigo. Elas presumem,e têm o direito, que tudo será providenciado por seus pais.

Jesus disse: “Não andeis, pois inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos? […] Mas buscai em primeiro lugar o reino de Deus … e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6. 31-33).

Porque Deus é responsável pelo nosso bem-estar, é nos dito para lançarmos sobre Ele, pois Ele cuida de nós (I Pedro 5.7).  Porque nós dependemos  dele, Jesus disse: “Não se turbe o vosso coração”(João 14.1). Deus diz: “Eu carregarei suas cargas – ão pense nelas – deixe que eu cuido delas”.

As crianças não se acanham em fazer perguntas. Elas não seriam normais se não fizessem com que suas necessidades  fossem ouvidas.

Deus tem falado para seu filhos:  “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim  de sermos ajudados em tempo oportuno”(Hebreus 4.16). Deus está ciente de que nós dependemos del em nossas necessidades da vida.  Foi por esta razão que Jesus disse:  “Pedi, e dar-se-vos-á;  buscai e encontrareis;  batei, e abrir-se-vos-á” (Mateus 7.7).

O que o está aborrecendo hoje?  O seu coração está pesado por causa de problemas que o estão intimidando?   Você está ansioso ou preocupado com algum problema, pensando no que vai acontecer?   Ouça: como um filho de Deus, através da fé em  Cristo, você pode se voltar para Cristo, sabendo que Ele o ama e é capaz de ajudá-lo.

Nosso Deus e Pai, preciso da tua ajuda, Por favor, tomaèste fardo de mim… Não permiteas que eu pegue este fardo de ti novamente, Pai, mas faze com que eu descanse no conhecimento de que  tu estás cuidando dele. Agradeço-te  por me amares de uma forma tal que tu carregas meus problemas. Eu te amo Senhor.  Em nome de Jesus. Amém

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“E [o Senhor] disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo”. 2 Coríntios 12.9

Conversão é a  mudança voluntária na mente do pecador na qual ele se desvia do pecado para Cristo.  A conversão é o lado humano da tremenda transformação que acontece num divinamente elaborado  “novo nascimento” ou “regeneração”   . Isto é, simplesmente, o homem abandonar e pecado e voltar-se para Cristo.

A Escritura ensina que Deus traz os homens para Ele, mas  eles também são exortados a se voltarem para Deus. Ele é representado como o autor de um novo coração e um novo espírito.   Este é o antigo paradoxo da graça e do lívre arbítrio.

Ninguém pode se converter a não ser pela graça de Deus, porque somos muito fracos para nos voltarmos, sem ajuda.  Podemos fazê-lo apenas em resposta a algum estímulo de fora de nós mesmos.

Mas ninguém pode se converter sem o consentmento de sua própria vontade, porque Deus não esmaga a nossa escolha humana.  Podemos não ser livres para escolher, porque o pecado debilita nosso poder de escolha moral; mas somos livres para recusar.  Podemos recusar ser escolhidos.

Simão Pedro não poderia ser um discípulo até que Jesus o chamou e disse: “Segue-me”.   Mas outros ouviram o mesmo chamado e recusaram, ou deixaram de lado. Um disse: “Senhor, deixa que primeiro eu vá enterrar meu pai”.  Outro disse: “Deixa-me despedir primeiro dos que estão em minha casa”. Estes homens  recusaram o chamado de Cristo.

Esta combinação de chamado divino e responsabilidade humana em aceitar ou recusar a graça de Deus vai através da Bíblia toda e caracteriza todo o trato de Deus com o homem.

A Bíblia nos confronta com a independência moral do homem dentro de si mesmo e sua dependência espiritual de Deus.

Nas palavras do Salmo 18.29, Davi diz:  “Com o meu Deus salto uma muralha”. O homem pode saltar sobre algumas barreiras por sua própria vontade e esforço, mas algumas muralhas são tão altas que ele precisa mais do que isso.

O salmista conhecia estas muralhas. Elas poderiam ser saltadas apenas com a ajuda de Deus. Deus não levanta o homem sobre elas. Deus o ajuda quando ele toma o impulso para saltar.

Nosso Deus e Pai, minha força vem de ti. com tua ajuda e teu apôio posso superar todas as barreiras à santidade e alegria. Fortalece-me, Senhor, para fazer a tua vontade e para levar outras pessoas para a tua graça salvadora. Venho pedir em nome de Jesus, minha força e esperança.  Amém.

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“Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás”. Eclesiastes 11. 1

“Reparte com sete e ainda até com oito, porque não sabes que mal haverá sobre a terra.  Estando as nuvens cheias, derramam a  chuva sobre a terra, e, caindo a árvore para o sul ou para o norte, no lugar em que a árvore cair, alí ficará. Quem observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens, nunca segará. Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como  se formam os ossos no ventre da  que está grávida, assim também não sabes as  obras de Deus, que faz todas as coisas.  Pela manhã, semeia a tua semente e, à tarde, não retires a tua mão,   porque não sabes qual prosperará;  se esta, se aquela, ou se ambas igualmente serão boas.     Verdadeiramente suave é a luz, e agradável é  aos olhos ver o sol.    Mas, se  o homem viver muitos anos e em todos eles se alegrar, também se deve lembrar dos dias das trevas, porque hão de ser muitos. Tudo quanto sucede é vaidade.   Alegra-te jovem, na tua mocidade, e alegre-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que todas essas coisas te trará Deus a juízo.   Afasta, pois, a ira do teu coração e remove da tua carne o mal, porque a adolescência e a juventude são vaidade.                     (Eclesiastes 11.1-10)

Salomão concluiu, nos versículos 1 a 5, que a vida envolve tanto riscos como oportunidades.  Pelo fato de a vida não oferecer garantias,  devemos estar  preparados, a fim de aproveitarmos as oportunidades.  Salomão demonstrou não aprovar atitudes mesquinhas  ou desesperadas.  O simples fato de a vida ser incerta  não significa que não há o que fazer . Precisamos de um espírito confiante e corajoso, para enfrentar os riscos e as oportunidades com entusiasmo e fé direcionados por Deus.

Esperar as condições perfeitas indica falta de inciativa.  Esta compreensão  prática também é aplicável a nossa vida espiritual. Se espararmos o ocasião e o local perfeitos para ler a Bíbla, nunca começaremos;  para pertencer a uma igreja perfeita, nunca congregaremos; para ter o ministério perfeito, nunca  serviremos.  Devemos dar nossos passos em direção ao crescimento espiritual.  Não devemos aguardar condições que provavelmente jamais existirão!

Pelo texto em Eclesiastes 11.7 – 12.14, não podemos definir Salomão como um pessimista e melancólco. O rei nos encorajou a alegremo-nos a cada dia, mas também a lembrarmos  que a eternidade é infinitamente mais longa do que a breve  vida que temos na terra.   no Salmo 90.12, é dito:  “Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos coração sábio”.  A pessoa que tem sabedoria não pensa apenas no momento, ela tem uma visão de longo alcance, olha em direção à eternidade.  conduza as suas decisões de acordo com a perspectiva  de Deus; considere o impacto que cada decisão terá nos próximos cinco, dez anos e até na eternidade!  Apesar de a vida ser curta, tenha em mente o propósito  de viver com Deus para sempre.

Frequentemente, ouvimos pessoas dizerem:  “Isso não importa”.   Porém muitas de nossas escolhas serão irreversíveis;  refletirão em toda a nossa vida. O que faz quando é jovem fará diferença no presente e no futuro. Desfrute a vida agora,  mas não faça algo que, física, moral ou espiritualmente,  impeça-o de desfrutá-la quando for mais velho.

Senhor, sabemos que o preço de nossas escolhas erradas pode significar uma vida inteira de condenação, por isso, Pai, quero pedir-te que  me dês sabedoria, discernimento e entendimento, para fazer escolhas que não estejam eivadas pela emoção de um momento, mas sim que  seja algo que traga paz ao meu coração,  em sintonia com a tua boa, santa e perfeita vontade.  Em nome de Jesus, peço-te. Amém.


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“Há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de plantar e de se arrancar o que se plantou; Elesiastes,  3. 2

“Tudo tem o ser tempo determinado,  e há tempo para todo o propósito  debaixo do céu:     há tempo de nascer  e tempo de morrer;  tempo de plantar e tempo de arrancar o que plantou;    tempo de matar  e tempo de curar, tempo de derribar e tempo de edificar;  tempo de chorar e tempo de rir; tempo de prantear  e tempo de saltar;    tempo de espalhar pedras e temppo de ajuntar pedras;  tempo de abraçar   e tempo de afastar-se  de  abraçar;   tempo de buscar e tempo de perder; tempo de guardar e tempo de deitar fora;  tempo de rasgar e tempo de  coser;   tempo de estar calado e tempo de falar;    tempo de amar e tempo de aborrecer;  tempo de guerra e tempo de paz.  Que vantagem tem o trabalhador naquilo em que trabalha?   Tenho visto  o trabalho que Deus deu aos filhos dos homens, para com ele os afligir.    Tudo fez formoso em seu tempo;  também pôs o mundo no coração deles; sem  que o homem possa descobrir  a obra   que Deus fez desde o princípio  até ao fim.    Já tenho conhecido  que não há  coisa melhor  para eles do que se alegrarem e fazerem bem na sua vida;    e também que todo homem coma e beba e goze do bem de todo o seu trabalho.  Isso é dom de Deus.    Eu sei que tudo quanto Deus  faz durará eternamente;   nada  se  lhe deve acrescentar  e nada se lhe deve tirar.  E isso faz Deus para  que haja  temor  diante  dEle.    O que é   ja’   foi; e o que há de ser também  já foi;  e Deus pede conta do que passou.  Ví mais  debaixo do sol:  no lugar do juízo, impiedade;  e no lugar da justiça, impiedade  ainda.    Eu disse no meu coração:    Deus julgará o justo e o  ímpio; porque há um tempo para todo intento  e para toda obra.  Disse eu no meu coração; é por causa  dos filhos dos homens, para que  Deus possa prová-los, e eles  possam ver que são em si mesmos como os animais.   Porque o que sucede aos filhos,  isso mesmo também sucede  aos animais;  a mesma coisa  lhes sucede:  como morre um, assim morre o  outro, todos têm o mesmo fôlego;  e a vantagem dos homens sobre os animais não é nenhuma, porque todos são vaidade.  Todos vão para um lugarç todos são pó e todos ao pó tornnão encontrarão.   Quem  adverte   que o fôlego dos filhos dos homens sobe para cima e que o  fôlego dos animais desce para baixo da terra (interrogo).   Assim que tenho visto que não  há  coisa melhor do que alegrar-se o homem  nas suas obras, porque essa é a sua porção;   porque quem o fará voltar para ver o que será depois  dele (interrogo).

O principal foco de Salomão recomendou que fizessemos da vida uma grande  festa, agindo de maneira irresponsável( interrogo).   Não.   Ele nos encorajou a encontrar prazer no que estamos  fazendo é desfrutar a vida porque ela foi dada por Deus.  A verdadeira alegria é alcançada quando seguimos os padrões que o Senhor estabeleceu para a vida.   Sem Ele, a satisfação  é uma busca mal sucedida.   Aqueles  que realmente conhecem a felicidade, são os que vivem  cada dia como um presente de Deus, agradecendo-lhe e servindo-lhe por meio dela.   Quem não tem Deus  não encontra o alívio para  a fadiga nem a direção para enfrentar os problemas.

O principal foco  de Salomão nesta passagem é que Deus tem um plano  para todas as pessoas.   Ele estabeleceu ciclos para a vida, em cada um deles  há trabalhos que que devemos realizar.  Apesar de enfrentarmos muitos problemas  que parecem contradizer os planos de Deus, estes não devem ser barreiras para crermos nEle, antes, devem ser vistos como  oportunidades  para descobrirmos que, sem Deus, os problemas da  vida não tem soluções permanentes!

O tempo é importante.   Todas  as experiências  listadas  nestes versículos  são  apropriadas  em certas épocas.   O segredo para ter paz com Deus  é descobrir, aceitar e apreciar o tempo perfeito de Deus.  O perigo está em duvidar  ou ressentir-se  em relação ao momento do Senhor.  Isto pode levar  ao desespero, à rebelião  ou a seguir em frente sem o conselho dEle.

O cristão pode odiar (interrogo) Não devemos odiar as pessoas más,  mas o que elas fazem.   Não devemos aceitar o fato de  pessoas   serem maltratados, crianças morrerem de fome e de o nome de Deus ser desonrado.   Além disso, devemos odiar o pecado  em nossa vida, pois é o que Deus reprova (ver Salmo 5.5).

Sua capacidade de encontrar a satisfação em seu trabalho depende muito da sua atitude.   Você  ficará insatisfeito se perder de vista o propósito  que Deus tem para ele.  Mas poderá alegrar-se se lembrar  que  Deus nos deu um trabalho a realizar e nos capacitou  a perceber o fruto  do  nosso trabalho é  um presente  de Deus!

Deus  pôs o mundo  no coração do homem (verso 11). Em outra versão  foi usado o termo ‘eternidade’ .   Isto significa que nunca poderemos ficar completamente satisfeitos com os  prazeres e com o que almejamos fazer na terra. Pelo fato de sermos criados à imagem de Deus, temos uma sede espiritual e um valor  eterno;  isto implica que nada, a não ser o Deus eterno,  é capaz  de satisfazer-nos   verdadeiramente.  Ele pôs  em nós um incansável  anseio  por um  mundo perfeito que só pode ser encontrado   em sua perfeita lei.    Deus  nos deu  um vislumbre de perfeição  em sua criação.  Mas é apenas  um vislumbre;  não podemos ver o futuro  ou compreender  todas as coisas.   Assim sendo, devemos confiar  nEle   agora e fazer  a sua obra  na terra.

Ser feliz e fazer o bem são objetivos  valiosos na vida, mas podemos buscá-los de maneira errada.  Deus deseja que desfrutemos a vida.  Quando  temos a visão correta, descobrimos que o verdadeiro prazer  consiste em considerar  e  desfrutar tudo o que temos como dádivas de Deus,   não colocando nosso prazer  no que acumulamos.

Qual  é o propósito da vida (interrogo) –   Temer e obedecer ao Deus todo poderoso.   Temer a  Deus significa  respeitar  e  permanecer reverente a Ele por ser quem é.  O objetivo  da vida começa  com quem  conhecemos,  não com o que sabemos  ou com a noção de quão bons somos.  É impossível  cumprir o propósito que nos foi dado por Deus a menos que o respeitemos e demos somente a Ele o primeiro lugar em nossa vida.

Existe o mal e a corrupção  onde deveria haver justiça. Isto  certamente afeta o sistema legal.  Salomão  perguntou como o plano de Deus  poderia ser perfeito uma vez que existe tanta injustça e opressão no mundo ( Eclesiastes 4.1).  O rei concluiu que Deus não ignora a injustiça, mas fará com que ela cesse no tempo indeterminado (Eclesiastes 12. 13-14)

Salomão  refletiu    a respeito  de algumas aparentes  contradições  quanto ao contrôle que Deus tem sobre o mundo.    Existe o mal e a corrupção onde deveria haver justiça  (versos 16 e 17);   (2) as pessoas criadas à imagem de Deus morrem como os animais (versos 18-21);   ninguém conforta o oprimido (Eclesiastes 4. 1-3) ;   (4) muitas pessoas são motivadas pela inveja (Eclesiastes 4.4-6);  (5) algumas são solitárias ( Eclesiastes 4.7-12); (6) o reconhecimento pela realização é temporário (Eclesiastes 4.13-16).  É facil usar tais sentenças  como desculpas para não crer em Deus.   Porém   Salomão usou-as para mostrar como podemos enfrentar honestamente os problemas da vida  com nossa fé.  Esta vida não é tudo  o que vemos e não podemos jamais julgar a Deusç somos suas criaturas e não conhecemos tudo.   O plano de Deus para nós é que vivamos para sempre com Ele.   Assim, devemos ter sempre em vista a perspectiva de valores eternos, sabendo que todas as contradições serão esclarecidas,  um dia, pelo  próprio Criador (Eclesiastes 12.14)

Nosso corpo não pode viver para sempre tendo em vista a matéria de que é feito.  Neste sentido, o ser humano e os animais são semelhantes; todos   passarão pela morte.   Mas Salomão reconheceu que Deus deu ao homem a esperança da eternidade;  todas as pessoas serão julgadas  após a morte ( Eclesiastes 3.17;  12.7.14).   Nesse sentido somos diferentes dos animais.  Pelo fato de termos a eternidade em nosso coração,  fazemos parte do plano de Deus.   Contudo, não podemos descobrir o propósito de Deus para a nossa vida por meio de nossos esforços;  só através do estabelecimento de um diálogo  e um relacionamento com Ele,  é possível entender sua orientação.   Você  está vivendo  de acordo com a vontade de Deus (interrogo) Você vê a vida como uma dádiva dada por Ele (interrogo)

Senhor,  o alento da minha existência é a confiança que tenho nas tuas promessas e busco preparar-me para o encontro contigo. És Senhor, o meu criador, a fonte da minha vida, a razão da minha existência.  Guarda-me Senhor de me separar de ti.  Por Jesus, Salvador meu, oro.  Amém.

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“Então, ví eu que a sabedoria é mais  excelente do que a estultícia, quanto a luz é mais excelente do que as trevas”. Eclesiastes 2. 13

“Disse eu no meu coração:   Ora, vem, eu te provarei com a alegria; portanto,  goza o prazer:  mais eis que também isso era vaidade.  Do riso disse:  Está doido; e da alegria: De que serve esta?   Busquei no meu coração como me daria ao vinho(regendo, porém, o meu coração com sabedoria)  e como  reteria a loucura, até ver o que seria melhor que os filhos  dos homens  fizessem debaixo do céu, durante o número de dias de sua vida.     Fiz  para mim  obras magnifícas; edifiquei para mim casas;  plantei para mim vinhas.   Fiz para mim hortas e jardins e plantei árvores de toda espécie de fruto.   Fiz para mim tanques de águas,  para regar  com eles o bosque  em que reverdeciam  as árvores.   Adquiri servos e servas  e tive servos nascidos em casa; tive também grande possessão de vacas e ovelhas,  mais do que todos que houveram antes de mim, em Jerusalém.   Amontoei também para mim prata, e ouro, e jóias de reis e das províncias;   proví-me de cantores, e de cantoras, e das delícias  dos filhos dos homens, e de instrumentos de música de toda sorte.  E engrandecí-me   e aumentei  mais do que todos os que houveram antes de mim, em Jerusalém;  perseverou  também comigo  a minha sabedoria.   E tudo quanto desejaram meus olhos não lhos neguei, nem privei o meu coração de alegria nenhuma; mas o meu coração se alegrou por todo o meu trabalho, e esta foi a minha porção de todo o meu trabalho.     E olhei eu para todas as obras que fizeram  as minhas mãos, como também para o trabalho que eu, trabalhando,  que eu tinha feito;  e eis  que tudo era  vaidade   e aflição de espírito de espírito e que proveito nenhum havia debaixo do sol.     Então, passei à contmplação  da sabedoria,  e dos desvarios, e da doidice;   porque  que fará o homem que seguir ao rei?     O mesmo  que outros já fizerem.  Então, ví eu que a sabedoria é mais excelente   do que a estultícia,  quanto a luz é mais excelente do que as trevas.    Os olhos do sábio  estão na sua cabeça, mas o louco   anda em trevas;   também, entendi eu que o mesmo lhes sucede a   todos.   Pelo  que eu disse no meu coração:  Como  acontece ao tolo, assim me sucederá a mim;   por que, então busquei eu mais a sabedoria?  Então,   disse no meu coração  que também isso era  vaidade.   Porque nunca haverá  mais lembrança  do sábio do que o tolo;    porquanto de tudo nos dias futuros total esquecimento haverá.   E como morre o sábio, assim morre o tolo!  Pelo que aborreci  esta vida,  porque a obra que se  faz  debaixo do sol me era penosa;   sim, tudo é vaidade  e aflição de espírito.   Também   eu aborreci todo o meu trabalho, em que trabalhei  debaixo do sol,  visto como eu havia de deixá-lo ao homem que viesse depois de mim.     E quem sabe se terá sábio ou tolo?   Contudo, ele se assenhoreará  de todo o meu trabalho  em que trabalhei e em que mehouve   sabiamente   debaixo do sol,  bém isso é vaidade.  Pelo que eu me apliquei a fazer que o meu coração perdesse   a esperança de todo trabalho  em que trabalhei  debaixo do sol.    Porque há homem  cujo trabalho é feito com sabedoria, e ciência, e destreza;   contudo, a um homem  que não  trabalhou nele,  o deixará  como porção sua;   também isso é vaidade  e grande enfado.  Porque  que mais tem o homem de todo o seu trabalho e da  fadiga  do seu coração,  em que ele anda  trabalhando debaixo do sol?    Porque todos os seus dias  são dores, e a sua ocupação  é desgosto;   até de noite não descansa o seu coração; também isso  é vaidade.   Não é, pois, bom para o homem que coma e beba e que faça gozar a sua alma do bem do seu trabalho?   Isso também eu vi, que vem da mão de Deus.    (Porque quem pode comer ou quem pode gozar melhor do que eu?)  Porque  ao homem  que é bom diante dele, dá Deus sabedoria, e conhecimento,  e alegria;   mas ao pecador dá trabalho, para que ele ajunte,   e amontoe, e o dê o bom, perante  a sua face.   Também isso é vaidade e aflição  de espírito.”      Eclesiastes.   2. 1-26.

Salomão  buscou diligentemente  um significado para  sua vida.   Primeiro, tentou achá-lo no prazer e nas riquezas.  Empreendeu grandes obras,   comprou escravos, bois e ovelhas, acumulou riquezas, adquiriu cantores, ajuntou muitas concumbinas  em seu harém e tornou-se o maior em Jerusalém.   Mas nenhuma dessas coisas lhe trouxeram  satisfação. (v.11) .  Algumas coisas que Salomão buscou não eram boas, outras eram valiosas; porém até a busca por algo  louvável se tornou vã,   quando tinha um fim em si mesmo.   Devemos olhar além de nossas atividades, e tentar enxergar  a razão porque agimos  e com que propósito.  Seu  objetivo é procurar um significado para sua vida ou buscar a  Deus,  que dá a ela o significado?

Salomão havia construído casas, um templo,   um reino, uma família (ver 1 Reis 3-11) .   No curso da história, todos foram arruinados.  Em  um Salmo,  Salomão confessou:  “Se o Senhor   não edificar a casa, em vão trabalham os que edificam;  se o Senhor não guardar a cidade, em vão vigia a sentinela”  (Salmo 127.1).  Eclesiastes é parte do testemunho de Salomão a respeito do que acontece a um reino ou família que se esquece de Deus.   Quando você  examina  seus projetos e metas, qual é o seu ponto de partida, a sua motivação?  Se não tiver Deus como fundamento, tudo o que estiver vivendo será sem sentido.

Salomão resumiu  seus muitos esforços  para encontrar  o significado da vidana seguinte expressão:  “e eis  que tudo era vaidade e aflição  de espírito”;  “e eis que tudo era vaidade, correr atrás do vento” .  Sentimos o vento quando ele passa, mas não podemos pegá-lo,   segurá-lo  ou guardá-lo.   Em nossas realizações, mesmo as maiores, nossos bons sentimentos são  apenas temporários.   A segurança e a realização pessoal   não são encontradas  em tais realizações,  porém muito além delas, no amor de Deus.  Pense a respeito daquilo   que você  considera valioso na sua vida, em que você  emprega seu tempo, sua energia e seu dinheiro.   Será que um dia você olhará para trás  e considerará que estas coisas também eram vaidade?

Salomão percebeu que a sabedoria não poderia garantir a vida eterna.  O conhecimento, as riquezas e as realizações  pessoais significam  muito pouco depois da morte;  e todos vão morrer um dia.    Não devemos   basear   nossa vida  na busca do que é perecível, mais nos sólidos fundamentos de Deus.   Então, mesmo que todas as coisas que tenhamos sejam passageiras, ainda teremos a Deus, que é do que realmente precisamos. Este é o ponto  principal  do livro de Jó.

Salomão afirmou que a morte nivela todas as pessoas, a despeito do que cada uma realizou na vida. Essa frase só pode ser considerada  verdadeira  sob a perspectiva terrena, pois Deus deixou claro,  como o próprio Salomão reconheceu em Eclesiastes 12.14, que aquilo que fazemos aqui tem um grande impacto na eternidade.

Salomão  continuou a mostrar que o trabalho não traz um benefício  duradouro  para aqueles que o usam somente   para  ganhar  dinheiro  e obter bens. Tudo  isto será deixado para trás  quando a pessoa morrer   e poderá ser desfrutado por aqueles  que nada  fizeram para  ganhá-lo.  Além disso, a falta de cuidado poderá estar presente, e tudo o que foi  ganho poderá ser perdido.  De fato,  o filho de Salomão, Roboão que herdou seu trono,   foi frequentemente  tolo  (ver 1 Reis.12).    O trabalho árduo, realizado por motivos justos  (pelo  cuidado com a  família, servindo a Deus) não é errado.  Devemos trabalhar para viver. E o mais importante: somos responsáveis pelo bem-estar daqueles   que estão  sob os nossos cuidados.   Mas  o fruto  do trabalho árduo  tem o objetivo de glorificar a nós mesmos será passado àqueles que   podem mais tarde   perder ou desperdiçar   tudo. Tal trabalho  muitas vezes  conduz à tristeza, enquanto servir a Deus conduz à alegria eterna.   Você  conhece a verdadeira razão pela qual está trabalhando tão arduamente?

Será que Salomão recomendou que fizessemos da vida uma grande festa, agindo de maneira irresponsável?  Não.   Ele nos encorajou a encontrar prazer  no que estamos fazendo e a desfrutar a vida porque ela foi dada por Deus.  A verdadeira alegria  é alcançada  quando seguimos os padrões que o Senhor estabeleceu para a vida.  Sem Ele, a satisfação é uma busca   mal sucedida.  Aqueles que realmente conhecem felicidade são os que vivem cada dia como um presente de Deus, agradecendo-lhe e servindo-lhe por meio  dela.  Quem não tem Deus não encontra o alívio  para a fadiga nem a direção  para enfrentar os problemas.

Senhor,   que saibamos dar atenção e valor às coisas que valem a pena.  Possa a teu Santo Espírito iluminar a nossa mente e trazer discernimento ao nosso espírito e guiar o nosso coração para o que tem realmente valor.  Peço-te por Jesus, nosso Salvador. Amém

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Vaidade de vaidades! diz o pregador,   vaidade!   E’   tudo vaidade.    Que vantagem tem o homem de todo   o seu trabalho, que ele faz debaixo do sol. ” Eclesiastes,   1. 2-3

Durante o mês de julho,   publiquei diariamente  posts com a transcrição dos 31 capítulos do Livro  da Sabedoria,  que para mim é muito precioso,   pois nos revela em exemplos narrados,  qual a conduta que o SENHOR apreciaria que tomassemos.   Como fui submetida a uma cirúrgia no último dia 24,   os capítulos finais,   foram prejudicados, pois a artroscopia que sofri, no ombro esquerdo,  para restauração  do músculo biceps e sutura do tendão supra espinhal, além da osteoplastio do osso acrômio, exigem repouso por seis semanas do braço esquerdo,  o meu mais hábil, sou canhota.  E assim os últimos sete posts ficaram prejudicados pelas dificuldades de digitar com a  mão direita apenas.    Assim, peço desculpas aos que leram estes posts, pelos erros que na convalescência ainda não pude corrigir. Grata pela compreensão.

Hoje inicio a reflexões sobre o Livro do Pregador  – ECLESIASTES

Palavras do Pregador,   filho  de Davi,  rei em Jerusalém:     Vaidade de vaidades! – diz o pregador, vaidade de vaidades!  É tudo vaidade.    Que vantagem tem o homem de todo o seu trabalho, que ele faz  debaixo   do sol.(interrogação).   Uma geração vai, e outra geração vem;  mas a terra para sempre  permanece.   E nasce o sol,   e põe-se o sol, e volta ao seu lugar de onde nasceu.   O vento vai para o sul  e faz o seu giro para o norte;   continuamente   vai girando o vento e volta  fazendo os seus circuitos.   Todos os ribeiros vão para o mar, e, contudo,   o mar não se enche;    para o lugar para onde os ribeiros  vão, para  aí  eles tornam a ir.  Todas   essas coisas   se cansam tanto, que ninguém o pode  declarar;    os olhos não se fartam de ver,  nem   os ouvidos de ouvir.  O que foi, isso que há de ser;   e o que se fez ,    isto se tornará a fazer;  de modo que nada há de novo debaixo do sol.    Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê,  isto é novo (int)  Já foi  nos séculos passados,  que foram antes de nós.  Já não há lembrança  das coisas que precederam; e das coisas que hão de ser   também delas não haverá lembrança, nos que hão de vir depois.    Eu, o pregador, fui rei sobre  Israel em Jerusalém.     E apliquei o meu coração  a esquadrinhar  e a informar-me  com sabedoria  de tudo  quanto  sucede  debaixo  do céu;   essa   enfadonha  ocupação  deu Deus   aos filhos  dos homens, para nela os  exercitar.     Atentei para  todas as obras   que se fazem  debaixo do sol,   e eis que tudo era vaidade e aflição  de espírito.     Falei eu com  o meu coração, dizendo:  Eis que eu me engrandeci   e sobrepujei   em sabedoria   a todos os que houveram antes de mim, em Jerusalém;  na verdade  o meu coração contemplou  abundantemente a sabedoria e a ciência.   E apliquei o meu coração a conhecer a sabedoria e a conhecer os desvarios  e as loucuras e vim a saber que também isso era  aflição de espírito.   Porque, na muita sabedoria,  há muito enfado;  e o que aumenta em ciência aumenta em trabalho.”                                                                                                                                                                                                                                                                                   Eclesiastes  1.  1-18.

O autor de Eclesiastes,   Salomão,  o rei de Israel, referiu-se a si mesmo, como o  pregador, o líder da assembléia.   Na verdade,   ele desempenhou  estas duas atividades: reunia o povo para  ouvir a mensagem e proferia discursos sábios e provérbios.  Salomão foi que  teve tudo o que as pessoas desejam (sabedoria, poder, riquezas, honra, reputação e o favor de Deus); foi o único que falou acerca do imenso vazio  no coração do homem, que não pode ser suprido com o que este mundo tem a oferecer.   O rei tentou mostrar  às pessoas  que elas não deveriam   depositar sua confiança em seus esforços, suas habilidades  e a sua   justiça,   e  sim em Deus, e que deveriam  comprometer-se  com o Senhor  e fazer dEle a sua única razão  para viver.

Salomão tinha um objetivo  ao escrever de modo cético e pessimista.    Em sua velhice, tudo o que havia feito, e muita coisa lhe pareceu sem sentido.  Na cultura judaica, era comum acreditar que somente as pessoas boas prosperavam;   as más sofriam; porém isto não é verdade.   Salomão escreveu Eclesiastes, após ter provado e realizado muitas coisas boas,   mas deescobriu que longe de Deus nada o faria feliz.  Por isso, deixou este livro  como um legado, a fim de que seus leitores  evitasem as mesmas buscas insensatas.  Se tentarmos  descobrir um significado maior em nossas realizações, e não em Deus, nunca ficaremos satisfeitos e tudo aquilo que buscarmos   se tornará  sem sentido.

No reinado de Salomão,   Israel viveu sua época aurea,  mas o rei desejava que as pessoas entendessem que o sucesso e a prosperidade não durariam para sempre ( Salmo 103.14-16;  Isaías 40.6-8;  Tiago 4.14).   Toda  realização humana  um dia desaparecerá, e devemos guardar isto em mente, a fim de vivermos  sabiamente.  Se não o fizermos, também nos tornaremos  orgulhosos  e auto-suficientes, quando formos bem sucedidos,  ou extremamente desapontados quando fracassarmos.   O objetivo de Salomão  foi mostrar que os bens terrenos e as realizações, em última análise, sem sentido.    Somente a busca a Deus traz a verdadeira  satisfação.   Devemos  honrar a Deus  em  tudo  que dizemos, pensamos e fazemos.

Muitas pessoas sentem-se inquietas e insatisfeitas.   Questionam-se:  “Se minha vida está de acordo com a vontade de Deus,   porque estou cansado e insatisfeito (inter)  Qual é o significadão da vida (inter)  Quando me lembro de tudo que passou, fico feliz com minhas realizações (inter)  Por que me sinto exausta  e enfadada (inter).   Salomão  desafiou-nos a encontrar o significado verdadeiro e duradouro somente  em Deus.  À medida  que você avaliar sua vida do mesmo modo que Salomão o fez, verá quão importante é servir  a Deus acima de todas as outras opções.  Talvez  Ele esteja  que você pense novamente  sobre seu propósito e direção de vida, assim como Salomão fez em  Eclesiastes.

A frase ‘aquilo que é torto não se pode endireitar;  e o que falta não pode ser  calculado’ expressa a perplexidade  e a confusão que sentimos   por causa de todas as questões que não tem resposta.  Salomão, ao meditar em sua vida,   descobriu  que nem suas realizações nem sua sabedoria puderam  fazê-lo  verdadeiramente feliz.   A verdadeira sabedoria é encontrada em Deus, e a verdadeira felicidade   vem da atitude de agradá-lo.

Quanto mais se compreende a vida,  maior a dor e a dificuldade.  Por exemplo, quanto mais  você  conhece uma instituição,   mais imperfeição  encontra à sua volta,  quanto mais você observa, mais o mal se torna evidente.   Quando  se começa, como Salomão,  a encontrar o significado da vida, deve-se estar pronto para sentir, pensar, questionar-se  e fazer mais.   Você está pronto a pagar o preço pela sabedoria (Inter.)

Salomão  destacou dois tipos de sabedoria no livro de Eclesiastes:   1- o conhecimento humano, um exercício do raciocínio lógico e filosófico, e 2- a sabedoria que vem de Deus.  Nestes versículos, Salomão  abordou o conhecimento  humano e o que deixou transparecer  foi que, quando  alguém ignora a Deus,  os seus problemas ganham destaque  porque, a despeito de sua grande inteligência e conhecimento,  a pessoa não tem todas as respostas  para   resolvê-lo;  precisa da perspectiva e a solução eterna de Deus.

Senhor,  sem a tua presença em nossas vidas, tudo é vão,  sem sentido.  Não há luz, não há alegria,  não há esperança.  Porque o SENHOR vive é que podemos crer no amanhã,  e temor não há.  Que eu possa viver para sempre em tua presença.   Por Jesus,  nosso Senhor.  Amém.

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