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Archive for the ‘Hebreus’ Category

“Até que todos cheguemos à unidade da fé e ao conhecimento do Filho de Deus, o varão perfeito, à medida da estatura completa de Cristo”  Efésios 4.13

O  Relacionamento com o próximo.

1.  Os misericordiosos  – A misericórdia é compaixão e socorro para uma pessoa que não tem a mínima possibilidade de ajudar a si mesmo.   Uma grande ilustração  dessa verdade se acha na Parábola do Bom Samaritano, que “usou de misericórdia” para com o viajante que foi assaltado no caminho de Jerusalém a Jericó é abandonado semi-morto (Lucas 10.25-37).    Há tantas pessoas abandonadas pela sociedade e muitas vezes, pela própria igreja que necessitam de um ato de misericórdia da nossa parte. Muitas pessoas preferem isolar-se da situação dolorosa da humanidade.   A versão,em linguagem atualizada do texto bíblico é muito apropriada:    “Felizes os que têm misericórdia dos outros  –  Deus terá misericórdia deles também” . Não se esqueçam que aqueles que demonstram misericórdia encontrarão misericórdia.

2.  Os limpos de coração  – Este foi o desejo de Davi: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro” (Salmos 51.10). O coração limpo é a coração sincero. Como há uma grande necessidade de  o crente ser sincero, livre de falsidade no seu relacionamento com outros! Como diz   Stott:  “Como são poucos os que, dentre nós, vivem uma vida aberta!  Somos tentados a usar uma máscara diferente, de acordo com a realidade, mas representação, que é a essência da hipocrisia”.  E são tais pessoas que verão a Deus, tanto como no futuro, quando chegarmos na presença do Senhor, face a face! Esta á a bem-aventurança do crente que “não entrega a sua alma à falsidade!”

3. Os pacificadores. Há uma grande necessidade hoje de pacificadores – na indústria entre empregador e empregado;  na  igreja,   entre  um membro e outro (Filipenses 4.2)! A coisa mais fácil é criar caso, incentivar atritos.  É preciso da nossa parte um grande esforço, como Paulo nos mandou:  “esforçando-nos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz”  (Efésios 4.3).    Cada cristão tem de ser um pacificador, mas isso só é possível quando gozamos paz com Deus, a fonte de toda paz.  Somos chamados a  “seguir a paz com todos” (Hebreus 12.14) e, se depender de nós,  “ter paz com todos os homens” (Romanos 12.18).

A grande bêncão de lutar pela reconciliação de duas pessoas ( ou dois grupos) que estão em divergência é ser  “chamados filhos de Deus”.

4. Os perseguidos por causa da justiça. O Senhor nunca disse que seria fácil ser crente.  O preço pode ser bem alto. A vida cristã é difícil quando vivemos de acordo com a Palavra de Deus. Pode haver perseguição física por causa da nossa fé, mas muitas vezes a perseguição é muito mais  sutil, sejam calúnias que temos de sofrer, ou a perda de amigos porque somos crentes.   Até hoje, em vários países, ser crente é sofrer expulsão de casa, ou mesmo morrer como mártir.   “A condição de ser desprezado ou rejeitado, injuriado e perseguido é sinal do discipulado cristão, da mesma forma que um coração  puro ou misericordioso”.  Não há dúvida que a perseguição é simplesmente o conflito entre dois sistemas de valores irreconciliáveis.

Todos os crentes devem demonstrar todas as características detalhadas aqui. Crentes não tem a liberdade de escolher alguma área especial e negligenciar outra, mas são chamadas a crescer em todos os aspectos ( Efésios 4.15). “Tal inversão dos valores humanos é básica na religião bíblica. Os métodos do Deus das Escrituras parecem uma confusão para os homens, pois exaltam o humilde e humilham o orgulhoso; chamam de primeiros os últimos, e de últimos, os primeiros…  Resumindo, Jesus parabeniza aqueles que o mundo mais despreza, e chama de  “bem-aventurados” aqueles que o mundo rejeita”

Não se iludam aqueles que pensam poder  fingir, Deus não se deixa  enganar. E Ele requer a nossa sinceridade.

Senhor, grande é o desafio de vencer o nosso eu, egoísta, pecaminoso e nos tornarmos altruístas, santos,  por isso, precisamos manter os olhos postos no nosso modelo, Teu Filho, nosso Salvador, Jesus Cristo, em nome de quem oramos. Amém.

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“Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus”. Gálatas 3.26

Como filhos de Deus, nós dependemos dele. A bíblia diz:  “Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece aqueles que o temem (Salmo 103.13).

Crianças dependentes passam pouco  tempo se preocupando com refeições, roupas e abrigo. Elas presumem,e têm o direito, que tudo será providenciado por seus pais.

Jesus disse: “Não andeis, pois inquietos, dizendo: Que comeremos ou que beberemos ou com que nos vestiremos? […] Mas buscai em primeiro lugar o reino de Deus … e todas essas coisas vos serão acrescentadas” (Mateus 6. 31-33).

Porque Deus é responsável pelo nosso bem-estar, é nos dito para lançarmos sobre Ele, pois Ele cuida de nós (I Pedro 5.7).  Porque nós dependemos  dele, Jesus disse: “Não se turbe o vosso coração”(João 14.1). Deus diz: “Eu carregarei suas cargas – ão pense nelas – deixe que eu cuido delas”.

As crianças não se acanham em fazer perguntas. Elas não seriam normais se não fizessem com que suas necessidades  fossem ouvidas.

Deus tem falado para seu filhos:  “Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim  de sermos ajudados em tempo oportuno”(Hebreus 4.16). Deus está ciente de que nós dependemos del em nossas necessidades da vida.  Foi por esta razão que Jesus disse:  “Pedi, e dar-se-vos-á;  buscai e encontrareis;  batei, e abrir-se-vos-á” (Mateus 7.7).

O que o está aborrecendo hoje?  O seu coração está pesado por causa de problemas que o estão intimidando?   Você está ansioso ou preocupado com algum problema, pensando no que vai acontecer?   Ouça: como um filho de Deus, através da fé em  Cristo, você pode se voltar para Cristo, sabendo que Ele o ama e é capaz de ajudá-lo.

Nosso Deus e Pai, preciso da tua ajuda, Por favor, tomaèste fardo de mim… Não permiteas que eu pegue este fardo de ti novamente, Pai, mas faze com que eu descanse no conhecimento de que  tu estás cuidando dele. Agradeço-te  por me amares de uma forma tal que tu carregas meus problemas. Eu te amo Senhor.  Em nome de Jesus. Amém

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“Pela muita preguiça se enfraquece o teto, e pela frouxidão das mãos goteja a casa” Eclesiastes, 10.18

“Assim como a mosca morta faz exalar mau cheiro e inutiliza o unguento do perfumador, assim é para o famoso em sabedoria e em honra um pouco de estultícia.   O coração do sábio está à sua mão direita, mas o coração do sábio está à sua esquerda.   E, quando o tolo vai pelo caminho, lhe  falta entendimento, e diz a todos que é tolo.   Levantando-se contra ti o espírito do governador, não deixes o teu lugar,  porque o acordo é um remédio que aquieta grandes pecados.   Ainda há um mal que vi debaixo do sol, como o erro que procede do governador:   o tolo, assentam-no em grandes alturas, mas os ricos são assentados em lugar baixo.    Vi servos a cavalo e príncipes que andavam a pé como servos sobre a terra. Quem fizer uma  cova, cairá nela, e quem romper um muro, uma cobra o morderá.   Quem acarretar pedras será maltratado por elas, e o que rachar lenha expõe-se ao perigo. Se estiver embotado o ferro, e não afiar o corte, então, se deve pôr mais forças; mas a sabedoria é excelente para dirigir.  Se a cobra morder antes de estar encnatada, então, remédio nenhum haverá no mais hábil encantador.   Nas palavras da boca do sábio, há favor, mas os lábios do tolo o devoram.   O princípio das palavras da sua boca é a estultícia, e o fim da sua boca, um desvario péssimo.  Bem que o tolo  multiplique as palavras, não sabe o homem o que será; e quem lhe  fará saber o que será depois dele?  O trabalho dos tolos a cada um deles fatiga,  pois não sabem como ir à cidade.   Ai de ti, ó terra, cujo rei é criança e cujos princípes comem de manhã.  Bem aventurada, tu, ó terra cujo rei é filho dos nobres e cujos príncipes comem a tempo, para refazerem as forças e não para bebedice.   Pela muita preguiça se enfraquece o teto, e pela frouxidão das mãos goteja a casa.  Para rir se fazem convites, e o vinho alegra a vida, e tudo o dinheiro responde. Nem ainda no teu pensamento amaldiçoes o rei, nem tampouco no mais interior da tua recâmara amaldiçoes o rico; porque as aves dos céus levariam a voz e o que tem asas daria notícia da palavra.   Eclesiastes 10. 1-20

O provérbio referido no verso 4, pode ser observado no relacionamento entre funcionário e sua chefia.  Os subordinados devem superar o mau humor dos seus chefes. Basta trabalharem com tranquilidade e não se perturbarem, a ira do chefe passará e ele se tenquilizará.

Ao descrever circunstâncias injustas ou que não fazem  sentido, Salomão apontou para p fato de que a riqueza não pode trazer justiça.  E ele concluiu ressaltando que tudo que temos  nada é se não tivermos a presença de Deus em nossa vida.   Mas quando o Senhor usa o pouco  que temos, este se torna tão grande e importante que pode tornar-se no que desejamos ou precisamos.

Tentar fazer algo sem as habilidades e feramentas necessárias é como tentar cortar madeira com um machado “cego”.  Se a sua ferramenta está sem corte, você deve afiá-la, para fazer um trabalho melhor. Igualmente, se lhe falta habilidades, você deve obtê-las por treinamento e pela prática.  Para “afiar o corte”, é necessário detectar onde existe um problema, adquirir ou aperfeiçoar as habilidades (as ferramentas) para fazer resolvê-lo da melhor maneira, e entrar em ação. Encontre as áreas de sua vida onde o seu “machado”  está sem corte e afie suas habilidades  assim você poderá ser mais eficaz na obra de Deus.

Quando os israelitas tinham líderes imaturos e irresponsáveis, a nação caiu. Em 1 e 2  Reis, é descrito o declínio dos Reinos do Sul e do norte quando os líderes se preocupavam somente com eles mesmos. Nos versículos 16-18, são identificados com precisão os principais com precisão os principais problemas desses líderes: o egoísmo e a preguiça.

Líderes do govern o,  homens de negócios, famílias e até igrejas podem cair na armadilha de pensar que o dinheiro é a resposta para todos os problemas.  Nossa sociedade estipula um valor para tudo e aponta para soluções imediatas.  Mas assim como a sensação que o vinho produz é temporária, o efeito calmante da compra diminuirá aos poucos, e teremos de comprar  mais. As Escrituras reconhecem que o dinheiro é necessário para a sobrevivência, mas advertem contra o amor ao dinheiro (ver Mateus 6.24;  1 Timóteo 6.10; Hebreus 13.5), que é perigoso porque nos leva a pensar que a riqueza é a maneira mais fácil de termos o que desejamos.   O amor ao  dinheiro é pecaminoso porque nos leva a confiar nos bens materiais, em vez de confiarmos em Deus para resolver nossos problemas.   Aqueles que buscam promessas vazias, um dia descobrirão que não têm nada porque estão espiritualmente falidos.

Senhor,  todas as bençãos tu já as tens dado a nós, precisamos apenas obedecer-te para que elas se manifestem em nossas vidas, que possamos ter a tua graça para ouvirmos atentamente a tua voz e termos o cuidado de guardar todos os teus mandamentos que nos ordenas. Fortalece-nos para assim agirmos. No nome de Jesus, te pedimos. Amém

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“Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno”. Hebreus 4.16

Já fiz anteriormente aqui neste espaço esta declaração que  repito agora.  Hoje, nada do que faço, eu deixo de pedir a participação de Deus.    Pensava antes que era pretensão agir assim, porém vejo de modo diferente esta  relação que desejo ter com Deus.

Se eu declaro que o Espírito de Deus habita em mim, o lógico então é que eu tenha a certeza desta presença abençoadora em minha vida e pedir, convidar, consultar a esse Deus que está em mim,  que tenha a primazia em tudo na minha vida. Sei que não sou tão boa anfitriã deste hóspede tão gentil e frequentemente cometo indelicadezas para com Este que me honra sobretudo e que é digno de todo o meu louvor e adoração, mas é tão maravilhoso saber que o Senhor está atento a mim, por isso não há outro modo de agir, que não seja orar sempre. Quando oramos, falamos com Deus, depois de apresentarmos-lhe a nossa petição, precisamos silenciar para podermos ouví-lO.

Devemos orar sempre, buscando sabedoria, entendimento, os dons do Espírito. Devemos orar, intercedendo  pelas nossas famílias, pela nossa cidade, estado, nação, pelos nossos governantes. Sei que esta parte ultimamente tem sido difícil. Há tanta coisa triste e desagradável acontecendo. Mas, com relação a estes escândalos que são subsequentemente apontados pela imprensa, creio que a revelação de tudo isso que estava oculto,  é resposta à oração de muitos cristãos que buscando cumprir ao preceito bíblico ora pela nação, pelos seus governantes. Preciso é também que oremos pela salvação deles.

Não somos donos de nosso destino, nem como  nação. Como podem as pessoas se vangloriar de poderem controlar seu próprio destino, quando elas não podem sequer controlar um virus, invisível mesmo com poderosos microscópios.

A nova gripe, A – H1N1, surge como ameaça de pandemia, transtorna a vida das pessoas, negócios, viagens, tumulto, pânico.

Como pode, também o povo dos Estados Unidos da América, apesar do poderio militar, riqueza, poder de “sherif” do mundo, insistir que são donos do próprio destino, quando a história testifica que Deus moldou o destino daquela nação.

A nação foi fundada por pessoas que acreditavam na oração. Quando o governo americano estava em processo de formação, Benjamin Franklin dirigiu-se ao presidente da Convenção Constitucional, reunida na Filadélfia em 1.787, dizendo: “Eu vivi, senhor, um longo tempo, e quanto mais eu vivo, mais provas convincentes eu vejo esta verdade: que Deus governa os assuntos dos homens. E se um pardal não pode cair ao chão sem que ele percebe, é provável que um império não possa surgir sem a sua ajuda”.

A semente do cristianismo evangélico, foi trazido ao Brasil por missionários americanos no século 19, e de lá tem saído missionários para todo o mundo. E muito há que se refletir sobre o fato de que o próprio dinheiro daquele país ostenta a profissão de fé dos fundadores, os pais da pátria: “em Deus nos confiamos”.

Hoje, o mundo está sendo levado numa correnteza impetuosa da história que está saindo fora do contrôle. Existe apenas um poder disponível para redimir o curso dos eventos, e esse é o poder da oração de pessoas que temem a Deus e crêem em Cristo.

Não tenho ainda tido oportunidade de conhecer condutas de fé, edificantes, que certamente devem existir entre líderes brasileiros, porém quando se fala em homens públicos, estadistas, não há como deixar de lembrar de Abraham Lincoln, o presidente amado e legendário dos Estados Unidos, que durante os tumultuados anos da Guerra Civil, disse:  “Eu fui levado aos meus joelhos muitas vezes, pela convicção esmagadora de que não tenho outro recurso. Minha própria sabedoria, e tudo a meu respeito, parece insuficiente para o dia”.  Que nossos líderes fossem humildes assim hoje!

Nosso Deus e Pai, tu és Aquele que coloca os governos no lugar e os derruba segundo a tua santa vontade. Dá aos nossos líderes governamentais humildade e dependência da tua sabedoria, Ajuda-me a apoia-los, Pai, sabendo que a eleição e a autoridade deles depende de ti. No nome de Jesus. Amém.

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“Portanto, nós também, pois, que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas,deixemos todo embaraço d o pecado que tão de perto nos rodeia e corramos, com paciência a carreira que nos está proposta, olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se a destra do trono de Deus”.

Hebreus 12.1-2

Juntamente com o amor, a fé é a mais estudada e discutida faceta da vida cristã. Tanta coisa já foi dita e escrita sobre o assunto, que realmente não há nada de novo para se acrescentar.

Mas talvez longe de ser algo à parte do amor, na verdade é parte integrante dele. Não somente é concedida ao crente como um dos atributos plenos do  Fruto do bendito Espírito de Deus, mas também como um dom especial de Deus, para a realização de atos poderosos, no seio da família de Deus .

Para entendermos bem a fé que vem de Cristo, é importante lembrarmos, uma vez mais, que, como ela faz parte do Amor de Deus, é uma faceta do altruísmo. Em outras palavras, quando uma pessoa exercita a fé, e esta se mnifesta em sua conduta, em seu viver, tal pessoa dá também uma demonstração de autonegação.

Ter fé, pela sua própria natureza, implica em ver o bem nos outros.

Isso pode dizer respeito a Deus, e nesse caso, o bem é personificado, ou pode dizer respeito a outras pessoas.

Esse ato de ver, apreciar e reconhecer algo de valor em outrem significa que estou saindo de mim mesmo para ver o bem no meu  próximo.  Significa que não sou mais egocêntrico, tão voltado para  mim mesmo, como se eu fosse o único possuidor dele.

A simplicidade pode parecer até absurda. Pode haver uma reação como: “Mas é lógico que Deus e os outros também possuem o bem!”            É verdade. Então por que tantos parecem relutantes em reagir positivamente a isso?  Por que deixamos de nos entregar a esse bem com alegre liberdade de espírito? Afinal isso é exercitar fé.

Fé é uma deliberada e positiva reação minha para com o bem que há em outrem, ao ponto de eu agir em favor dele efetivamente.

Esta atividade significa de minha parte, que estou plenamente disposta a investir algo de mim mesma em outra pessoa, e que estou pronta a empenhar minha vida em todos os seus aspectos – tempo, energia, atenção, talentos, meios, força, afeição e aceitação – em outra pessoa. Significa que darei o melhor de mim em favor de outra pessoa, ativa e dinamicamente.

Falar em fé que não seja isso é mera crença. E em verdade, essa espiritualidade superficial constitui o grande mal do cristianismo. Centenas de milhares de pessoas afirmam crer em Deus, declaram ter fé em Cristo, proclamam ser crentes e, no entanto, a vida delas e a sua conduta pessoal negam isso, pois são uma mera caricatura da verdadeira fé.

É clara e terrível a ausência de fé que se evidencia por toda a parte. Quando o Senhor se encontrava entre nós procurava continuamente essa confiança dinâmica, essa aceitação dele. Sempre que encontrava um pouco de fé, mesmo que fosse um pequeno fragmento, ficava maravilhado. Varias vezes Ele comentou com alegria que aqui e ali, a fé era exercitada por pessoas em quem era menos de se esperar.

A Fonte da Fé

Esta fé do bendito Espírito de Deus só pode provir da fonte do amor generoso de Deus, que é derramado em nosso coração. Tendo sua origem nEle, ela jorra liberalmente para nós. Torna-se atuante em nosso interior,  e depois sai de nós, pela nossa autodoação, para ele e para outros. Foi isto que o escritor da carta de Hebreus quis dizer, quando declarou no capítulo 12.2: “Olhando firmemente para o autor e consumador da fé, Jesus.”

Assim como seu amor, bondade, paciência e generosidade emanam dele numa fonte de benção para nós, assim também sua grande fidelidade jorra para nós em fluxo constante, diariamente. E não poderia ser de outra forma, por causa da própria natureza de Deus.              A palavra de Deus está cheia de afirmações sobre a fidelidade de Deus, como o Salmo de Davi 36. 5-9 .

“A tua benignidade, Senhor, chega até os céus, até às nuvens de fidelidade.A tua justiça é como as montanhas de Deus; os teus juízos, como um abismo profundo. Tu, Senhor, preservas os homens e os animais. Como é preciosa, ó Deus, a tua benignidade! por isso os filhos dos homens se acolhem à sombra das tuas asas. Fartam-se da abundância da tua casa, e na torrente das tuas delícias lhes dás de beber. Pois em ti está o manancial da vida; na tua luz vemos a luz”

Como, nos perguntamos, Deus, que é todo justiça, cujo caráter é imaculado, pode ter fé em nós, fracos seres humanos, com nossas falhas e nossa insensatez?  Como pode Ele, imortal na sua grandeza, pode ser fiel a nós?  Por que ainda se dá ao trabalho de doar-se a nós e conceder-nos todos os benefícios que os dá?  como pode ser tão generoso para seres tão imprevisíveis e tantas vezes infiéis a Ele?

A resposta a essas questões está em que a natureza de Deus é justiça, integridade, santidade. Deus é Tão santo, tão bom, tão sem egoísmo, que não pode deixar de ser fiel. E Ele não pode negar-se a si mesmo. Ele é a verdade, portanto não pode ser diferente. Ele se aproxima de nós para dar-nos a paz. Ele anseia por dar-nos as sua virtudes, transmitir-nos os seus atributos. Deus age com base naquilo que nós podemos nos tornar. Ele vê em nóss a possibilidade de sermos conformados ao seu próprio caráter. Ele que nos criou,  sabe que sob a orientação do seu Espírito, e a instrução da sua palavra, podemos nos tornar seus filhos, incorporados a sua família, crescendo espiritualmente, conformando-nos a imagem de Cristo.

Deus é incansável no seu amor e no seu desejo de nos ver alcançar a estatura do Varão perfeito e nos prometeu acompanhar-nos, guiar-nos e capacitar-nos na tomada de decisões e nas ações. Ele nos prometeu: “Eis que estou convosco todos os dias, ate’a consumação do seculo.” Ele será fiel  a sua palavra, à si mesmo e à nós.”

Senhor, eu creio, mas peço que aumentes a minha fé. Fortalece-á todos os dias, pela tua graça. Quero ser conforme o Teu Filho, nosso Senhor e Salvador, Jesus, em nome de quem  eu oro. Amém.

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“Porém Ele retirava-se para os desertos e ali orava.”

Lucas 5.16

Sempre que surge-me uma questão em que me sinto em dúvida,  e necessito tomar uma decisão, imediatamente penso em orar.  Em verdade,  essa atitude,  soava-me muitas vezes, como abusiva, pois imaginava que estava sendo pretensiosa,  egoista e muito da mal acostumada, pois quando pensava em passar o meu problema para Deus, sem fazer por mim mesma, e esta atitude então me parecia incorreta, – incomodar Deus – por causa dos meus probleminhas, problemões, tudo bem, pois aí realmente fica difícil, preciso é pedir socorro. Creio que muitas pessoas fazem o mesmo tipo de raciocínio e ele está errado.

Descobri, na minha caminhada buscando encontrar e seguir as pegadas do Mestre, que Ele se importa com todos os meus probleminhas, problemas e problemões e está sempre disponível para me orientar,  dando-me uma direção e tem prazer nisso, porque me ama, como ama a todos os seus filhos, sem distinção. E sempre que submeto a Ele a minha questão,  a Sua manifestação sobre esta causa, produz a harmonização que se faz necessária, Ele coloca uma luz na minha mente e a melhor idéia me ocorre, vinda dEle, e o problema é resolvido.  Obrigada, Senhor, por me ouvires, por me dares a Tua preciosa atenção, mesmo sabendo que eu não me prontifico sempre a dar a minha  quando os meus queridos, os meus irmãos a requerem de mim. Sei que o fazes, Senhor, também para me ensinar, como eu devo agir.

Eu sei que  Deus é:  onisciente, onipresente, onipotente e pensar que este Ser Supremo, o Demiurgo,  ouve as minhas petições, preocupa-se com as minhas dificuldades, é muito maravilhoso, porque é real. Isto acontece, todos os dias, todos os momentos e sempre que eu elevar os meus pensamentos,  a minha voz, o meu silêncio até, a Ele, estabelece-se a sintonia e nos comunicamos.

Orar é falar com Deus, e para ouví-lo, devemos silenciar e buscar na Sua Palavra, as suas palavras.

E isso é o que faz toda a diferença,  é o viver com Deus, caminhar com Deus, como aprenderam a fazer os heróis da fé, lembrados com justiça e referenciados em Hebreus 11, e nas outras  Cartas que   compõem as Sagradas Escrituras.

Jesus considerava a oração mais importante que a comida,  como relata a Bíblia, que “levantando-se de manhã ainda escuro, saiu e foi para um lugar deserto e alí orava.” (Mateus, 1.35)

Para  o Filho de Deus, a oração era mais importante do que juntar e curar grandes multidões. A Bíblia diz: “Ajuntava-se muita gente para o ouvir, e para ser por ele curada das suas enfermidades. Porém ele retirava-se para os desertos e alí orava” (Lucas 5.15-16)

As horas preciosas de comunhão com seu Pai celestial significavam mais para nosso Salvador do que dormir, porque a Bíblia diz: [Jesus] subiu ao monte para orar e passou a noite em oração a Deus ” (Lucas 6.12)

Ele orava nos funerais e os mortos se levantavam. Ele orou sobre cinco pães e dois peixes e alimentou a multidão com o lanche de um menino. a contemplação de seu eminente sofrimento na cruz do Calvário,  Ele disse:  “Não se faça a minha vontade, mas a tua” (Lucas 22.42), e um caminho foi aberto, por meio do qual o homem pecador pode aproximar-se de um Deus Santo.

A oração, no verdadeiro sentido, não é um clamor futil de desespero, nascido do medo e da frustração. Muitas pessoas oram apenas quando estão debaixo de muita pressão, ou em perigo, ou enfrentando alguma crise. Sabemos que muitas pessoas que nunca oram, ao verem-se diante de um perigo, como num avião em pane, com um motor parado, começam a orar. Soldados num campo de batalha,  mesmo nunca tendo orado antes, diante desse perigo, começam a orar. Há um instinto no homem para orar diante do perigo.

Certo sábio anonimo disse:  “Se os cristãos gastassem tanto tempo orando como gastam murmurando, logo eles não teriam mais nada sobre o que murmurar.”

Que o nosso viver diário seja feito da palavras de gratidão a Deus por tudo o que tem feito por nós, em nossas vidas, onde não haja espaço para palavras que não sejam de louvor.

Nosso Deus e Pai, agradeço-te o precioso caminho da oração. Proporciona-me um grande conforto poder conversar contigo continuamente. É minha alegria saber que es onipresente e atento às minhas necessidades e preocupações. Ajuda-me a ser vigilante na oração e a louvar a Ti e a Teu Filho Jesus, em nome de quem eu oro. Amém.

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