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Archive for agosto \31\UTC 2009

“Bendito seja o Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, pela consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus.” 2 Coríntios 1.3-4

Nos momentos  difíceis, de prova que vivemos, tendemos a fazer a Deus a pergunta: por que?   – Quando meu neto Giorgio, no ano passado foi ferido pela pit-bull do meu filho, eu fiz esta pergunta, quando no hospital me consumia de sofrimento ao  ver o pequeno tão amado, como um bravo guerreiro suportando a dor dos ferimentos na face, reagia como um verdadeiro príncipe, tamanha a dignidade do seu comportamento, coragem e firmeza que impressionou a todos, médicos e  enfermeiras e uma delas, muito delicada ao me ver fazer esse questionamento em voz alto, disse-me: “não pergunte por que?, mas para que? ” e eu me apeguei a essa frase e encontrei forças para passar por aquele momento tão difícil. Sim, Deus tinha um motivo para que isso acontecesse, e embora tenha havido o toque, a mordida não se completou,  o que teria sido fatal, e os ferimentos,  profundos, não atingiram nenhum osso, olho, e a pele, foi pela graça de Deus, e a habilidade do cirurgião plástico, Dr. Rogério Bittencourt, restaurada.  Hoje, Giorgio tem ainda as cicatrizes,  mas não perdeu nenhum movimento facial e nem tão pouco a alegria que é felicidade para todos nós. Todos crescemos, fortaleceram-se os laços da família e todos pudemos ver o poder se Deus se materializar na recuperação do nosso querido.

Diante das aflições é difícil ver qualquer sentido nas coisas que acontecem conosco, e queremos questionar a honestidade de um Deus fiel. Entretanto estes momento são os mais significativos de nossas vidas.

“Deus não nos  consola para que nós sejamos consolados, mas para que sejamos consoladores. Devemos passar para a frente o consolo que Deus tem nos dado”.  (Alexander Nowell)

Olhemos ao nosso redor. Existem inúmers possibilidade de nós consolarmos a outros,  não só pela perda de um ente querido, mas também na angústia  diária que frequentemente aparece em nossas vidas.

Quando nós somos um consolo e encorajamento na vida de outros, algumas vezes somos surpreendidos em como isso volta para nós, muitas vezes.

O imortal John Wesley nos deu um alvo de bondade que deve ser seguido.

“Faça todo o bem que puder,  de todos os modos que puder, por todos os meios que puder, em todos os lugares que puder, todas as vezes que puder, a todas as pessoas que puder, enquanto puder.”

Nosso Deus e Pai, consola-me e usa-me como instrumento de tua consolação para outroos. Quero ser um encorajameneto  e apoio para pessoas que precisam de tua presença em tempos de sofrimento e provação. Dá-me ternutra e mansidão.  Dá-me tuas palavras para compartilhar com elas.   Em nome de Jesus.   Amém.


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“Portanto, se há algum conforto em Cristo, se alguma consoloção de amor, se alguma comunhão no Espírito, se alguns estranháveis afetos e compaixões,

completai  o meu gozo, para que sintais o mesmo, tendo o mesmo amor,  o mesmo ânimo, sentindo uma mesma coisa.  Nada façais por contenda  ou por vanglória, mas por humildade;   cada um considere os outros superiores a si mesmo.   Não atente cada um para o que é propriamente seu, mas cada qal também para o que é dos outros.   De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, que sendo em forma de Deus, não teve pr usurpaçào ser igual a Deus.   Mas aniquiloou a si mesmo. tomando forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte e morte de cruz.   Pelo que também Deus o exaltou soberanamente e lhe deu o nome que é sobre todo o nome, para que o nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de Deus Pai.”                                                                                                                                                                                                                                                                                Filipenses, 2. 1 -11

Muitas pessoas – e às vezes até mesmo cristãs –  preocupam-se apenas em causar boa impressão aos outros ou a agradar a si próprias.  Porém, o egoísmo traz a discórdia. Portanto, Paulo insiste na unidade espiritual pedindo aos filipenses para amarem uns aos outros a se unirem em espírito e propósito.   Quando trabalhamos juntos, cuidando dos problemas de nossos semelhantes como se fossem nossos, revelamos o exemplo de Cristo, ao colocar os outros em primeiro lugar e viver em unidade. Não se preocupe tanto em causar boa impressão, ou satisfazer suas necessidades, a ponto de estremecer  seu relacionamento com a família de Deus.

O egoísmo tem o poder de arruinar uma igreja, enquanto a verdadeira humildade pode edificá-la. Ser humilde inclui possuir uma prespectiva real a respeito de si mesmo (ver romanos 12.3) . Isso não quer dizer que devamos permanecer inativos. Perante o Senhor, somos todos pecadores, salvos somente pela sua graça;    portanto temos grande valor no Reino de Deus.  Devemos deixar de lado o egoísmo e tratar nossos semelhantes com respeito e cortesia. Considerar os interesses dos outros como mais importantes do que os  nossos  estreitará a nossa ligação com Cristo, que foi o verdadeiro exemplo de humildade.

Filipos era uma cidade cosmopolita, e a composição da igreja refletia sua grande diversidade, com pessoas de vários níveis, de várias origens, formação e condições de vida.  O cap 16 de Atos nos dá uma indicação da diversificada composição dessa igreja.  Ela incluia Lídia, uma judia convertida da Ásia e uma mulher de negócios (Atos 16.14) como uma menina escrava (Atos 16,17), provavelmente nascida na Grécia, além do carcereito que servia nesta colônia do império, talvez de origem romana (Atos 16, 25-36). Com tantos membros de diferentes origens e formações, deve ter sido difícil manter a união. Embora não existissem evidências de divisões na igreja, a unidade precisa ser resguardada . Paulo nos encoraja a os resguardar contra qualquer forma de egoísmo, preconceito  ou  ciúme que pode levar à dissensão.  M ostrar um interesse genuíno pelos outros será sempre um passo positivo entre os crentes.

Jesus Cristo era humilde e estava disposto a renunciar aos seus direitos para obedecer a Deus e servir ao  povo. Devemos, assim como Cristo, adotar a atitude de um servo e servir pelo  amor que temos a Deus e aos nossos semelhantes. E não por qualquer sentimento de medo ou culpa. Lembre-se, voce pode escolher a atitude a tomar.  Pode viver na expectativa de ser servido, ou pode procurar oportunidade de servir aos outros.   Em Marcos 10.45 para mais detalhes sobre a atitude que o Senhor Jesus Cristo demonstrou em relação a servir.

A encarnação foi um ato do pré-existente Filho de  Deus, que assumiu voluntariamente o corpo e a natureza humana.  sem deixar de ser Deus. Ele tornou-se um ser humano, o homem chamado Jesus. Para tornar-se humano,  Ele não desistiu de sua divindade, mas deixou de lado o direito à sua glória e poder.  Em sinal de submissão à vontade do Pai, Cristo limitou seu poder e sabedoria, Jesus de Nazaré, estava sujeito ao lugar, ao temp e a muitas limitações humanas. O que tornou essa humanidade única e especial foi sua isenção de pecado.  em sua plena humanidade, Jesus nos mostrou tudo aquilo que pode ser transmitido em termos humanos a respeito do caráter de Deus. A encarnação é explicada com mais detalhes nas seguintes passagens:  João 1.1-14; Romanos 1.2-5;  2 coríntios 8.9;  1 Timóteo 3.16; Hebreus 2.14; e 1 João 1.1-3.

No  hino expresso nos versos 5 a 11,   são louvadas características  de Jesus:   1. Cristo sempre exisitiu com Deus; Cristo é igual a Deus porque Ele é Deus (Jo. 1.1 seguintes;  Colossenses 1.15-19);   embora Cristo seja Deus, tornou-se homem para realizar o plano divino para a salvação de todas as pessoas;  Cristo não  tinha somente a aparência de ser humano – Ele verdaderiamente tornou-se homem para se identificar com os nossos pecados;  Ele verdadeiramente  tornou-se homem  para se identificar com os nossos pecados;  Cristo voluntarimente deixou de lado seus direitos e privilégios divinos pelo amor a seu Pai;   Cristo morreu na cruz pelos nossos pecados para que não tivessemos que enfrentar a morte eterna;    Deus elevou Cristo à sua posição original; à sua mão direita, onde reinará por toda a eternidade como nosso Senhor e Juiz. como será possível deixar de louvar a Cristo como nosso Senhor, e não nos dedicarmos à sua obra!

Senhor, retira de mim o egoísmo que desvia a minha força e capacidade do propósito primordial de nossas vidas, que é te servir, cumprir a tua vontade, viver em amor. Fortalece-me para me manter firme na decisão de buscar me tornar conforme meu Senhor Jesus, teu filho. Amém.

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“Toda ferramenta preparada contra ti não prosperará;  e toda língua que se levantar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos  servos do SENHOR e a sua justiça que vem de mim, diz o SENHOR”. Isaias 54.17

A porção semanal deste shabat,   Ki Tetsê – Quando saíres –  trata das leis – Mits’vot – de fé em Deus ;  estatutos e juízos mais práticos e se aplicam à realidade de formar uma nação na terra prometida. ( Deuteronômio 21.10 a 25.19)

O ideal máximo da Torá é a paz. “Não levantará povo contra povo a espada, e não ensinarão mais a guerra”  (Miquéias 4.3)

É muito triste ter de recorrer a guerra e derramar sangue, mas às vezes esta é a única alternativa, mesmo nela devem vigorar as leis humanas.

Para a Torá há três categorias de guerras: guerra  de dever, isto é aquela luta ordenada pelo Eterno para conquistar a Terra Prometida; guerra de defesa contra o inimigo que pretende conquistar a força a terra que nos pertence e guerra de anexação. E para toda guerra há uma lei e para a defesa e dever todos são mobilizados, enquanto a guerra de anexação é restrita, necessitando ser aprovada pelo Tribunal Superior.

Há um provérbio judeu que com um jogo de palavras  reza:  Bishloshá Devarim adám Nicar: Becossó, Bekissó Uvcaassó – Por três coisas podemos reconhecer o verdadeiro caráter humano (um teste psicanalítico), como êle é de fato e não como ele pretende ser perante os outros.  Becossó, pelo copo, isto é, quando o homem bebeu demais, estando completamente embriagado e incapaz de controlar as palavras que lhe saem da boca. Numa situação dessas revela-se perante nós o caráter humano, pois “entra o vinho, sai o segredo” . Bekissó, pelo seu bolso, pela maneira como o homem dá.  Não pela pela quantidade, mas sim  exclusivamente pela maneira de dar: se de bom grado, espontaneamente , com prazer, de própria vontadde, com alegria e sorriso de poder contribuir; ou contrariado, aborrecido, somente par noblesse oblige, para que saibam que também é um contribuinte, neste caso para publicidade. E, finalmente, o indivíduo é reconhecido Becaassó, na sua ira, cólera, quando na sua raiva perde o equilíbrio mental  e as noções básicas da educação, deixando-se levar pelo seu instinto animalesco, e as  palavras que pronuncia se tornam flechas venenosas que ferem o semelhante, e as suas ações são ofensas dolorosas e humilhantes. Conhecendo a índole do povo enobrecido pelos ensinamentos da Torá,  a Torá receava que uma guerra corrompesse o caráter do povo judeu; temeu que o derramamento de sangue se tornasse um hábito e algo normal.  Mesmo em tempos de guerra, em circunstâncias tão anormais, o homem não deve perder a imagem humana, aquilo que nele é humano e o distingue do animal.

Princípios de equidade, justiça e respeito pelo próximo, estão presentes nos preceitos da Lei de Deus e nenhum aspecto foi esquecido de maneira a que o povo de Deus possa,  obedecendo ao Senhor, viver uma vida reta e em harmonia com o todo. Com o seu DEUS e com o seu irmão.

Em seus Estudos da Torá, Vol 5 (Deuteronômio), porção Kiy-Têtsê , Francisco Guarani de Oliveira,  diz sobre o paralelo ali estabelecido:  “O paralelo discutido no nosso estudo é significante, pois enfatiza a emanação de toda a Torá do Monte Sinai.  Os mandamentos agem como categorias primárias, os princípios mais básicos do pacto feito entre Deus e o povo de Israel no monte Sinai. A aplicação delas nas mits’vot do discurso principal do livro D’variym servem como ramificações, que governarão nosso comportamento nacional e indinidual. Este modelo nos ensina que devemos aplicar os princípios da Entrega da Torá em todos os aspectos da nossa vida diária.

Além disso, este modelo nos ensina quando aplicamos os princípios dos mandamentos, também nos elevamos a um nível mais alto. Por exemplo, não é proibido somente roubar, mas também precisamos devolver um objeto perdido. As leis de devolução de um objeto perdido, e até mesmo a obrigação de ajudar um animal de seu vizinho que está em dificuldade, ambas as categorias de não roubarás, expandem o princípio fixado por este mandamento e incluem uma sensibilidade maior pela propriedade alheia, mais longe do que a proibição de não roubar. ,

Expandindo os princípios dos Dez Mandamentos para todos os aspectos de nossa vida diária, como exemplificado no livro D’variym, formamos a base para o nosso estabelecimento como um povo santo”.

O’ Senhor, és o nosso Juiz, que a tua misericórida seja sobre nós, pois somos falhos e pecadores, porém cremos que tu nos pode transformar, podes restaurar-nos ó Todo Poderoso, é  o que te peço hoje no nome do Teu Filho, Yeshua Ha Mashiach. Amém.

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“Bucai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” Isaias, 55.6

Tenho tido oprotunidade nos últimos meses de ter contato com um trabalho de grande valor,  publicado pela Editora Jocum Brasil,  da sede no Paraná, na região metropolitana de Curitiba, em Almirante Tamandaré,  do Pastor MARCOS DE SOUZA BORGES (COTY),  um ser humano extraordinário que pude conhecer quanto da visita que fez à IMEF (www.imef.org,br), igreja de que sou membro.   O Pastor Coty, como é chamado, é lider da JOCUM (Jovens com uma Missão) e dirige a sede aqui na região, e tem um vasto trabalho escrito, e também  um material de audio que é um preciosidade. ( http://www.jocumpr.com.br) e como ele próprio generosamente declara:  “tem esse material aí, e é para ser usado, podem usar à vontade”.   Esse é o servo de Deus, e de tal valor e qualidade esse trabalho, que temos realmente  o impulso compulsivo de querer realmente compartilhar com todos este tesouro.

O-Avivamento-do-Odre-Novo--

O Pastor Coty, prefacia um de seus livros – AVIVAMENTO DO ODRE NOVO –  lembrando que o apóstolo Paulo deixou claro que uma das evidências dos últimos dias é que teriamos tempos difíceis e trabalhosos.

Sabe, porém que nos dias sobrevirão tempos penosos, pois os homens serão amantes de si mesmos, gananciosos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a seus pais, ingratos, ímpios, sem afeição natural, implacáveis, caluniadores, incontinentes, crueis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos  de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando-lhe o poder. (II Timóteo 3.1-5)

Este perfil do homem dos últimos dias  é principalmente o resultado da desintegração familiar. Pessoas deformadas na alma que construíram um história de relacionamentos destruídos.  A falência do casamento tem deixado um imensurável saldo negativo e exaurido  a capacidade moral e emocional de toda uma geração. Pessoas exploradas, abandonadas, traídas, frustradas, desprotegidas, machucads, amaldiçoadas, que se tornaram vítimas dessa profecia escatológica.

Paulo também adverte profeticamente sobre a apostasia e as sagazes e sedutoras doutrinas de demônios.

“Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores e a doutrinas de demônios, pela hipocresia de homens que falam mentiras e têm a sua própria consciência cauterizada”  (I Timóteo 4: 1-2).

Na mesma intensidade em que o Apocalipse se descortina, a tarefa da Igreja de pregar o Evangelho e discipular aas nações torna-se ainda mais desafiante. São tempos cada vez mais difíceis e trabalhosos. Assim sendo, a grande chave é saber confrontar estes “tempos penosos” com o ” penoso trabalho” de Jesus.

“Ele verá o fruto do seu penoso trabalho e ficará  satisfeito” (Isaias 53.11)

Se queremos agradar a Deus é necessário sacudir o pó da  religiosidade e nos convertermos a uma fé sábia capaz de traduzir o sacrifício de Jesus, numa dimensão que supere a “multiplicação da iniquidade” e a satanização do mundo que culminará no governo do anticristo.

É exatamente a isso que a matéria do livro se propõe: sob a prespectiva da família, diagnosticar raízes dos problemas e trazer as ferramentas certas que nos possibilitam executar uma obra que satisfaça o coração de Deus, sarando a alma, renovando o entendimento, transformando o caráter, liberando dons, destrancando chamados, reabilitando minsitérios e avivando a igreja.

O Avivamento do Odre Novo representa o derramar do “vinho” , o Espírito, em odres (corações) novos, preparados para recebê-lo.

Muito se tem falado do avivamento como vinho novo. Deus, porém, está despertando a atenção da Igreja para o odre. Muito tem-se falado do vinho e pouco do odre, muito no poder e pouco na cura da alma; muito na unção e pouco no caráter.

Um dos grandes perigos do avivamento é viver com muita “unção”  e  pouca força moral.

Jesus alertou que o perigo está no odre. A preservação do vinho novo depende do odre.   O vinho celestial é extremamente importante, mas sem o odre será desperdiçado. O vinho novo simboliza a manifestação de Deus, mas o odre somos nós, a sua igreja, a família, o indivíduo.   O odre novo feito originalmente de couro é naturalmente caracterizado por resistência e flexibilidade.   É a tipologia de uma personalidade sarada e disponível para enfrentar o tratamento, as pressões da vida espiritual e os dessafios de Deus.

Enquanto o vinho novo representa um enchimento de Deus, o odre novo  é o símbolo de uma personalidade curada, uma consciência pura, uma passado resolvido e um futuro promissor. O mover de dura na personalidade que sara  o ventre da Igreja  restauradando a capacidade de gerar a vontade de Deus, liberando dons e chamados é a marca do genuíno avivamento e a garantia de que esse avivamento vai permanecer e reproduzir seus efeitos na vida de muitos.

Busquemos pois,  tornar-nos odres novos, personalidades flexíveis e consistentes, aceitando o tratamento do Espírito, saradas e   disponíveis, para o serviço de Deus. Apossemo-nos desses preciosos ensinamentos ministrados pelo Espírito Santo de Deus, que nos chegam pelo seu servo. Para isso, busquemos  a graça de Deus. Amém


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“O’ profundidade das riquezas, tanto da sabedoria como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os teus juízos e quão inescrutáveis, os seus caminhos!” Romanos 11.33

Quando olhamos para o mundo no qual vivemos, existe muita confusão, perplexidades e mistérios que aparentemente não tem solução.  O homem, contudo, sempre esteve perplexo e confuso com as coisas que estão além de sua compreensão.

O homem primitivo, como o moderno, investigou os segredos do universo e olhou para o céu à noite, pasmado e maravilhado com o mistério do espaço negro  com  suas miríades de luzes inexplicáveis.

Foi o mistério da gravidade que desafiou Isaac Newton, em 1.685 a explorar a razão de os objetos mais pesados que o ar serem atraídos para o centro da terra.

Foi o mistério do relâmpago que inspirou Benjamin Franklin a amarrar uma chave na cauda de uma pipa durante um tempestade, para provar a igualdade do relâmpago com a eletricidade.

Foi o mistério do poder latente do átomo que desafiou Einstein,  Fermi e outros a testarem a energia latente na matéria. A energia atômica é agora uma palavra doméstica.

Alguns dos mistérios do passado foram desvendados pela ciência. Outros ainda desconcertam a humanidade. Um fato permanece: toda a sabedoria acumulada através dos tempos é apenas um arranhão na superfície da busca do homem pelo conhecimento do universo.

Na maior parte,  Deus retém seus segredos,  e o homem, ainda que nas pontas dos pés, pode compreender apenas uma pequena fração dos atos do Senhor.

Essa inabilidade de compreender plenamente os mistérios de Deus não diminui a fé cristã.  Pelo contrário, aumenta nossa crença.   Não entendemos o intrincado padrão das estrelas  em seu  curso, mas sabemos que Aquele que as criou entende, e, tão seguramente quanto Ele as guia, está planejando um caminho seguro para nós.

Nosso Deus e Pai, sinto-me sempre completamente assombrada  ante tua magestade e brilho . Admito a minha total ignorância , não compreendo os mistérios do teu universo.  Teu conhecimento  e sabedoria me deixam subjugada e maravilhada.   No entanto, agradeço-te por me revelares o segredo de que mais necessito –  o segredo da salvação através de Jesus Cristo, meu Senhor. Amém.

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“Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento; Eclesiastes  12.1

“antes que se escureçam o sol, e a luz,e a lua, e as estrelas, e tornem a vir nuvens depois da chuva; no dia em que tremerem os guardas da casa, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escureceram os que olham pelas janelas;   e as duas portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as vozes do canto se baixarem;  como também temerem o que está no alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto  for um peso, e perecer o apetite;   porque o homem se vai à sua eterna casa, e os pranteadores andarão rodeando pela praça;  antes que se quebre a cadeia de prata, e se espedace o copo de ouro, e se despedace o copo de ouro, e se despedace o cântato junto à fonte, e se despedace a roda junto ao poço, e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.     Vaidade de vaidade, diz o pregador, tudo é vaidade.   E, quanto mais sábio for o pregador, tanto mais sabedoria ao povo ensinou;  e atentou, e esquadrinhou, e compôs muitos provérbios.

Todo o dever do homem consiste em temer a Deus e em guardar os seus mandamentos.

Procurou o Pregador achar palavras agradáveis;  e o escrito é a retidão, palavras de verdade.   As palavras dos sábios são como aguilhões e como pregos bem fixados pelos mestres das congregações, que nos foram dados pelo único Pastor.   E, de mais disso, filho meu, atenta: não há limite para fazer livros, e o muito estudar enfado é da carne.   De tudo o que se tem ouvido, o fim é:  Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque  este é o dever de todo homem.  Porque Deus há de trazer a juízo toda obra e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau.

A vida sem Deus pode produzir amargura, solidão e desespero na velhice.  Uma vida centrada em Deus pode ser mais interessante e mais tolerável, mesmo quando estivermos diante da incapacidade, de enfermidade ou em desvantagem. Ser jovem é excitante. Mas o vigor da juventude pode vir a ser um obstáculo para a pessoa ter intimidade com Deus para os valores eternos. Coloque o seu vigor à disposição de Deus enquanto você ainda o possui. Não o desperdice em atividades sem sentido, que tornam seus hábitos ruins e sua vida insensível à voz de Deus.  Busque-o agora!

A cadeia de prata, o copo de ouro, o cântaro e a roda simbolizam a fragilidade da vida. Quão facilmente  a morte chega a nós; quão rápida e inesperadamente podemos retornar ao pó de onde viemos. Por isso devemos reconhecer a vida como um presente precioso que deve ser desfrutado sabiamente, e não desperdiçado de maneira frívola.

Despojado do espírito de vida que Deus soprou em nós,  nosso corpo retorna ao pó.  Privados do propósito de Deus, nosso trabalho é vão.  Despojados do amor de Deus, nossa obra é fútil. Devemos colocar Deus em primeiro lugar,   acima de tudo e em tudo o que fazemos, porque sem Ele nada temos.   O conhecimento de que a vida sem Deus é fútil motiva a pessoa sábia e buscá-la em primeiro lugar.

Não há conclusão humana a respeito da vida, que possa ser adotada como verdadeira em todas as épocas.   Há muitas opiniões e filosofias sobre o que é a vida e como deveriamos viver. Não é  errado estudar estas opiniões, mas pelo fato de nosso tempo na terra ser tão breve, devemos fazer o melhor uso, aprendendo as importantes verdade reveladas na palavra de Deus.  Estas afetam tanto nossa vida aqui como na eternidade.   Os sábios estudantes da Bíblia a entenderão e obedecerão.

Em sua conclusão, Salomão apresentou um antídoto para a falta de propósitos  e direção na vida: temer a Deus e obedecer aos seus mandamentos.   Aqueles que consideram a vida injusta deveriam lembrar-se de que Deus julgará cada pessoa, de acordo como ela respondeu ao chamado dEle e agiu a partir de então.    Você tem uma vida comprometida com Deus? Ela está a altura dos padrões de Deus?

O Livro de Eclesiastes não poder ser corretamente interpretado sem a leitura dos versículos finais , 13 e 14.  Não importa  quais sejam os mistérios e as aparentes contradições da vida, devemos trabalhar com o único propósito de conhecer a Deus.    Em Eclesiastes, Salomão mostrou que devemos desfrutar a vida, mas isto não nos isenta de obedecer aos mandamentos de Deus. Devemos buscar o propósito e o significado da vida, mas estes não poderão ser encontrados apenas por meio dos esforços humanos. Devemos reconhecer o mal, as tolices e as injustiças que existem neste mundo, mantendo  uma atitude  positiva e uma forte fé em Deus.

Todas as pessoas comparecerão diante do Senhor e serão julgadas pelo que fizeram. Não serão capazes de usar as contradições da vida como desculpas por terem fracassados em agir corretamente. Que a leitura de Eclesiastes possa ajudar-nos a :  1- reconhecer que o esforço sem a presença de  Deus é inútil;  2- colocar Deus em primeiro lugar a partir de agora; 3- receber todas as coisas boas como dádivas de Deus; 4-compreender que Deus julgará a todos,  que tenham vivido de um modo bom ou mau!  É surpreendente pensar que as pessoas  passam a vida esforçando-se para alcançar a alegria que Deus dá gratuitamente como um presente!

Senhor,  que a tua alegria tome conta do meu ser e expulse qualquer vestígio de tristeza, pois tenho em mim a dádiva da alegria do fruto do Espírito e ele deve transbordar no meu coração para que eu te glorifique, pois é para tua glória que existo. Louvo ao meu Criador  e sou  grata pela fidelidade do Seu Amor.  Por Jesus, teu Filho,  meu Senhor . Amém.

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“Lança o teu pão sobre as águas, porque, depois de muitos dias, o acharás”. Eclesiastes 11. 1

“Reparte com sete e ainda até com oito, porque não sabes que mal haverá sobre a terra.  Estando as nuvens cheias, derramam a  chuva sobre a terra, e, caindo a árvore para o sul ou para o norte, no lugar em que a árvore cair, alí ficará. Quem observa o vento nunca semeará, e o que olha para as nuvens, nunca segará. Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como  se formam os ossos no ventre da  que está grávida, assim também não sabes as  obras de Deus, que faz todas as coisas.  Pela manhã, semeia a tua semente e, à tarde, não retires a tua mão,   porque não sabes qual prosperará;  se esta, se aquela, ou se ambas igualmente serão boas.     Verdadeiramente suave é a luz, e agradável é  aos olhos ver o sol.    Mas, se  o homem viver muitos anos e em todos eles se alegrar, também se deve lembrar dos dias das trevas, porque hão de ser muitos. Tudo quanto sucede é vaidade.   Alegra-te jovem, na tua mocidade, e alegre-se o teu coração nos dias da tua mocidade, e anda pelos caminhos do teu coração e pela vista dos teus olhos; sabe, porém, que todas essas coisas te trará Deus a juízo.   Afasta, pois, a ira do teu coração e remove da tua carne o mal, porque a adolescência e a juventude são vaidade.                     (Eclesiastes 11.1-10)

Salomão concluiu, nos versículos 1 a 5, que a vida envolve tanto riscos como oportunidades.  Pelo fato de a vida não oferecer garantias,  devemos estar  preparados, a fim de aproveitarmos as oportunidades.  Salomão demonstrou não aprovar atitudes mesquinhas  ou desesperadas.  O simples fato de a vida ser incerta  não significa que não há o que fazer . Precisamos de um espírito confiante e corajoso, para enfrentar os riscos e as oportunidades com entusiasmo e fé direcionados por Deus.

Esperar as condições perfeitas indica falta de inciativa.  Esta compreensão  prática também é aplicável a nossa vida espiritual. Se espararmos o ocasião e o local perfeitos para ler a Bíbla, nunca começaremos;  para pertencer a uma igreja perfeita, nunca congregaremos; para ter o ministério perfeito, nunca  serviremos.  Devemos dar nossos passos em direção ao crescimento espiritual.  Não devemos aguardar condições que provavelmente jamais existirão!

Pelo texto em Eclesiastes 11.7 – 12.14, não podemos definir Salomão como um pessimista e melancólco. O rei nos encorajou a alegremo-nos a cada dia, mas também a lembrarmos  que a eternidade é infinitamente mais longa do que a breve  vida que temos na terra.   no Salmo 90.12, é dito:  “Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos coração sábio”.  A pessoa que tem sabedoria não pensa apenas no momento, ela tem uma visão de longo alcance, olha em direção à eternidade.  conduza as suas decisões de acordo com a perspectiva  de Deus; considere o impacto que cada decisão terá nos próximos cinco, dez anos e até na eternidade!  Apesar de a vida ser curta, tenha em mente o propósito  de viver com Deus para sempre.

Frequentemente, ouvimos pessoas dizerem:  “Isso não importa”.   Porém muitas de nossas escolhas serão irreversíveis;  refletirão em toda a nossa vida. O que faz quando é jovem fará diferença no presente e no futuro. Desfrute a vida agora,  mas não faça algo que, física, moral ou espiritualmente,  impeça-o de desfrutá-la quando for mais velho.

Senhor, sabemos que o preço de nossas escolhas erradas pode significar uma vida inteira de condenação, por isso, Pai, quero pedir-te que  me dês sabedoria, discernimento e entendimento, para fazer escolhas que não estejam eivadas pela emoção de um momento, mas sim que  seja algo que traga paz ao meu coração,  em sintonia com a tua boa, santa e perfeita vontade.  Em nome de Jesus, peço-te. Amém.


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