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“Elias era humano como nós. Ele orou fervorosamente para que não chovesse, e não choveu sobre a terra durante três anos e meio. Orou outra vez, e os céus enviaram chuva, e a terra produziu os seus frutos (Tiago 5.17.18).”

O episódio a que se refere a epístola de Tiago esta descrito no primeiro livro de Reis, capítulo 17.1 e 41 -46.

“Porque Elias precisou orar?”  e simplesmente porque Deus escolher trabalhar através da pessoas. Mesmo quando é o próprio Senhor que toma a iniciativa de alguma coisa, desejando ardentemente fazê-la, Ele ainda precisa que peçamos a Ele.

Outro exemplo que sustenta a premissa sobre a  necessidade absoluta de oração é encontrada na vida de Daniel. Em 606 a.C, Israel havia sido levado cativo por outra nação devido ao seu pecado. Anos mais tarde, em Daniel 9, vemos que ao ler o livro do profeta Jeremias, Daniel descobriu que estava no tempo do cativeiro de Israel acabar. Jeremias não havia apenas profetizado o cativeiro, do qual Daniel participara, mas havia profetizado também a sua duração: setenta anos. Daniel então agiu:  ”Por isso me voltei para o Senhor Deus, com orações e súplicas, em jejum, em pano de saco e coberto de cinza (Daniel 9.3). Sabemos que o anjo Gabriel foi enviado imediatamente depois que Daniel começou a orar.  Contudo  ele levou vinte e um dias para passar pela batalha nos ares com  a mensagem de informar a Daniel que “suas palavras foram ouvidas e eu vim em resposta a elas”  (Daniel 10.12)

Existe um ministério específico de oração, chamado intercessão, que muitos cristãos estão descobrindo agora. Através do dom da oração intercessória, os novos entercessores têm se encontrado com Deus numa intimidade profunda e, por meio dessa comuhão, estão liberando o poder de uma forma maravilhosa.

Intercessão é um tipo de oração na qual o intercessor, como intermediário, entra numa brecha entre Deus e a necessidade até obter a resposta milagrosa.

Se você nunca ouviu falar da intercessão, você precisa ler o livro ORAÇÃO  INTERCESSÓRIA, publicado pela Editora Atos, de autoria do Pastor Dutch Sheets, pois nele é ensinada uma revelação explosiva. Se você já é um intecessor, você também precisa ler este livro, que certamente o levará a um novo nível de vida de oração.

Este livro que tenho comigo há muitos anos tem sido de extraordinária valia para a minha vida de intercessora, e sendo este o dom que em mim identifico, nomeei este espaço como LOUVOR E INTERCESSÃO, por sentir que no louvor é que se encontra Deus e a intercessão é o que Deus espera de nós.

Senhor, diante de tantas necessidade e sofrimento que contemplamos no mundo, entre os homens, renovo a Ti, a minha oferta –  eis-me aqui, usame-me a mim. Por Jesus, o nosso grande Intercessor. Amém.

“Mas a graça foi dada a cada um de nós, segundo a medida do dom de Cristo… E Ele mesmo deu uns para apóstolos, outros para profetas, e outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres” Efésios, 4. 7 e 11.

Tive sempre desde a infância a noção da importância da pessoa e de figura do professor. E sempre também me surpreendo quando percebo que esse conceito e o respeito que tenho pela figura do mestre,  não é preservado na sociedade atual.

A Educação em nosso país é  sempre tratada pelos governantes como item primordial para figurar como bandeira eleitoral, porém na prática, quando efetivamente assumem ao poder, as prioridades se invertem e a educação não é conduzida ao lugar de prometida prioridade. E, pior,  como a propalada importância da educação como prioridade de programa de governo, não era autêntica, porém item obrigatório para seduzir os eleitores,  não recebe a atenção  e o cuidado que deveria e ainda que se faça uma derrama de dinheiro, o que não acontece efetivamente,  não é tratada como o respeito e a seriedade com que deveria, e aí está a grande incoerência do nosso “gigante adormecido”. Para se tornar a nação de destaque, e se ombrear com as nações desenvolvidas, é essencial, que haja uma revolução na educação no Brasil.

Há alguns anos, já vivendo em Curitiba, acompanhei a campanha eleitoral de candidato ao governo estadual, e que foi eleito, em que  falava com todo respeito de que o impressionara muito em viagem ao Japão, saber que nas audiências públicas, o imperador se levantava apenas para receber um professor, homenageando com tal atitude a todos os mestres do seu país, que  sabemos é a segunda economia mundial e excelentemente desenvolvido. Esse governador, já não mais em exercício, não conseguiu fazer o Paraná  adotar esse mesmo pensamento com  relação ao professor, e os seus esforços em prol da educação, como não era tão primordial também, ficou aquém do que se esperava do discurso com tão belo exemplo evocado.

A minha credulidade,  parece infantil, porém quando se perde a esperança, não se tem em quem confiar, fica tudo muito mais difícil continuar  e quando uma bandeira é erguida e a mensagem é de progresso,  de melhoria,  de solução de um problema anacrônico como é a situação da educação no Brasil,  acaba-se por dar crédito e esperar que sejam cumpridas as promessas.

Frequentemente somos informados do exemplos maravilhosos de dedicação de abnegados professores, nos mais longínquos rincões do nosso pais, sem as mínimas condições materias, com salário de fome, persistindo na árdua tarefa, procurando passar adiante os conhecimentos muitas vezes mínimos de que são detentores, para não condenar à cegueira total da ignorância do analfabetismo, às crianças e jovens do lugar.  Abandonados pelo Estado, esquecidos, ignorados, lembrados quando se aproximam  novas eleições, quando novas promessas são feitas para de novo não serem cumpridas

De outro lado, nas cidades, onde as condições materiais são, um pouco menos ruins, outro problema gravíssimo impede o fluir da tarefa essencial e cívica de educar, de preparar as novas gerações, porque a violência, o absoluto desrespeito, a barbárie que cerca as escolas, sobretudo as públicas,  com a depredação dos prédios, o saque do  instrumental, a agressão verbal e física praticada contra os professores. Tudo isso representa um grande risco para o futuro do povo brasileiro.

A Educação é essencial.  E  por isso é muito importante que iniciativas como  ”Todos pela  Educação”, movimento da sociedade civil organizada (www.todospelaeducacao.org.br), que pretende mobilizar a todo o país, envolvendo a todos, pais, professores, alunos, autoridades, para concretizar uma revolução pela educação, com metas definidas e um programa de ação que terá início, amanhã, 16.10, que é o “Eu e Você, Todos  Educação”. É preciso ter esperança, acreditar e agir, participar, todos podem fazer algo. Todos tem algum talento, um dom para contribuir.

Agradecendo aqui a todos os mestres que durante a minha vida mostraram-me a luz do saber, oro também para que o Senhor os abençoe.  Oro para que legítimas vocações sejam despertadas para o exercício do magistério. Oro para que os mais nobres sentimentos sejam despertados em todas as pessoas ligadas à educação no nosso país e sejam despertadas as consciências daqueles que têm o dever de zelar por essa obra.

Senhor, levanta homens de bem para se envolverem nesta obra e que a Tua verdade seja o luminar do conhecimento e da formação que seja dada ao nosso povo. Em nome de Jesus, o Mestre dos Mestres. Amém.

“A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.  A língua dos sábios adorna a sabedoria, mas a boca dos tolos derrama a estultícia. Os olhos do SENHOR estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons”. Proverbios 15.1-3

No último dia 29 de setembro, quando viajei a São Paulo,  tomei um ônibus do tipo executivo, com algumas mordomiazinhas.  Por causa de uma pequena diferença de custo da passagem, normalmente não  viaja lotado e isso é bom, pois é mais confortável. Nesta viagem, haviam apenas 15 passageiros e saímos da rodoviária tranquilos, até que dois minutos depois, um dos passageiros começou a cantar em voz bem alta uma música de banda, que não sei o nome, mas já tinha ouvido antes. A princípio pensamos todos que fosse uma brincadeira e que cessasse em seguido, mas isso não ocorreu e os demais passageiros se entreolhavam atônitos, até que um rapaz, que viajava no primeiro banco, com sua esposa,  resolveu levantar e falar com o cantor inconveniente, que estava pouco atrás de mim, em diagonal, permitindo-me a visão e audição perfeita do diálogo. Tocou no ombro do cidadão (?) e disse-lhe em tom normal e comedido que o seu canto estava incomodando aos demais passageiros.  O cantor então reagiu muito mal, dizendo um palavrão e afirmando que ninguém se sentia incomodado. No que não recebeu concordância,   pois a senhora que sentava atrás de mim, afirmou que se sentia sim, incomodada, outras vozes, inclusive a minha fizeram côro e então o indivíduo desligou o som e começou a fazer afirmações injuriosas ao passageiro que reclamara, e nós outros, estupefatos vimo-nos diante de uma pessoa sem nenhuma compostura e todos entre receosos e indignados pareciam não saber como reagir.

Nessa altura, a advogada ainda não totalmente aposentada aflorou em mim e declarei em alto e bom som que o indivíduo não poderia continuar a viagem pois, na presença de várias pessoas havia cometido pelo menos três delitos e os enumerei. Felizmente para nós, encontrava-se no ônibus um representante da mesma empresa e identificando-o solicitei que fizesse parar o ônibus e acionasse a polícia militar que atua na Rodoferroviária. Para encurtar o relato, o passageiro inconveniente acabou sendo desembarcado e ficou aos cuidados das autoridades e nós pudemos continuar a viagem.

Muitas reflexões fizemos depois, havia necessidade de um boletim de ocorrência e o episódio acabou por quebrar o gelo entre os passageiros e conversamos quase todos. Houve um bem após o mal estar. E eu, fiquei a me indagar se faltara ao sentimento cristão ao agir desse modo, liderando o protesto. Porém refletindo depois percebi  que não, pois se naquele momento eu possuia o conhecimento e podia me opor ao abuso, deveria sim, tê-lo feito.  E o episódio foi emblemático para demonstrar como a violência, que decorre do absoluto desrespeito pelas mais básicas regras de convívio social, de reconhecimento do limite do direito de cada um e da amoral atitude de intimidação que vai abrindo portas e fortalecendo as atitudes de abuso, que precedem a consequente  violência,  tem êxito por causa da inércia, da inação, do recuo do cidadão pacífico e ordeiro, que respeita as leis, as normas, as regras sociais.

Entendo que não é fazendo uso da “palavra dura” ou da atitude de ira ou furor, que se resolvem as situações de confronto, porém, é necessário que o homem sensato também tenha firmeza e usando da palavra correta se oponha ao mal. E quando vários homens de bem se apresentam e se unem para enfrentar o mal, este recua, como a treva se extingue com a luz.

Recordo-me de relato feito por um brasileiro, economista e professor do M.I.T., de Chicago , EUA,  sobre uma pesquisa em educação, relatava que em cidades que estavam com muitos bairros dominados pela violência,  os cidadãos decidiram se reunir em massa e apresentavam-se nos lugares onde as gangues agiam e em grande grupo impediam a passagem e a ação  dos membros dessas gangues. E assim conseguiram terminar com estas ações e os membros da gangue já não tinham mais força para continuar. Também não tinham mais o “poder” de atrair os jovens para esses grupos e desse modo a população sentiu-se fortalecida para retomar as cidades para si.

Muitas vezes, diante dos relatos de violência e desumanidade, sentimo-nos enfraquecidos e desesperançados, porém é essencial que não sejamos vencidos e continuemos acreditando que a luz afugenta as trevas.

A língua dos sábios adorna a sabedoria, mas a boca dos tolos derrama a estultícia,”…

A ação ditada pelo ímpeto do momento, praticada no açodamento, quase sempre é ineficaz e mais, prejudicial, porém  alguns segundos de reflexão podem produzir diferença para o êxito da ação.

Devemos buscar sempre, de Deus, a sabedoria, o discernimento e o domínio próprio, e isto tudo Ele nos dá se lho pedirmos para que o nosso agir seja de justiça.

Senhor, dá-nos a sabedoria para o justo proceder, concede-nos o discernimento para compreender o que seja a Tua vontade e desenvolve em nós a força para exercermos o domínio próprio em todo o nosso proceder. Por Jesus, te pedimos. Amém.

“Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor,, teu Deus, te dá.” Exodo 2o. 12

Neste final de semana tive a grande alegria de estar com a minha família quase toda reunida. Vieram do  Rio, Tiffany, minha caçula, com marido e filho CJ, tesourinho de um ano e oito meses, que tem cativos a todos os demais membros da família, inclusive os primos Enzo (9) e Giorgio (7), filhos da Samantha e Guilherme, que de São Paulo chegaram no domingo à tardezinha, como grata surpresa a todos, e Sheron,  que pertinho, cuida do pai  e de mim, com tanto carinho, pois que mora aqui em Curitiba. Faltou apenas o Herman, que está trabalhando fora e não podia estar conosco.

Nestes momentos em que pudemos ter a companhia uns dos outros, fiquei refletindo quão grande é o amor e a dedicação dos pais, nos cuidados e educação dos filhos. É total, e parece inesgotável a capacidade de  se doar que se contempla e constata nos pais. Vendo minhas filhas, que até pouco tempo foram providas por mim e pelo pai nas suas necessidades físicas, emocionais, materiais, espirituais, estarem incansavelmente se doando aos seus pequenos, preocupadas, com seus esposos,  com o que de melhor podem ou poderão oferecer aos seus filhos para formá-los de modo a que venham ser bons cidadãos, que venham a contribuir para  construir um mundo melhor, para fazerem diferença com suas existências, pensei muito sobre o vínculo visceral de carne e espírito que liga pais e filhos e quão significativo é que as suas vidas sejam vividas numa relação de natural e imprescindível harmonia.

Os costumes se alteram,  as relações familiares são influenciadas por pela “modernidade” dos “novos tempos”, disciplina é questionada, isto pode, aquilo não, liberar, censurar, controlar, ouvir os filhos, deixá-los participar de decisões familiares, ser democrático… Enfim, são tantas as teorias e escolas de pensamento pedagógico, que os pais não raro tem crises de insegurança e incertezas diante da tarefa hercúlea, do desafio de agir corretamente na missão de educar.

No entanto, Deus nos deu a receita, quando estabeleceu, no deserto de Sinai, as leis, os mandamentos pelos quais deveria o povo se guiar, e entre os dez, estipulou um , o quarto, para o qual, ao cumprí-lo, estava prevista a promessa:  ”Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR, teu Deus, te dá.”

Na Bíblia é grandemente destacada a importância da benção concedida pelo pai para o filho. Em Gênesis, 27, Jacó, industriado por Rebeca, sua mãe, engana Isaac para receber a bênção destinada ao primogênito e assim recebeu do Pai a preciosa bênção, que profeticamente foi proferida e concretizada posteriormente na vida de Jacó,  depois denominado Israel, e que foi o patriarca da nação israelita. Também ao fim da vida Jacó abençoa seus filhos , em Gênesis, 48 .11; 49.

Os tempos mudaram, usamos internet, enviamos mensagens pelo twiter, nos comunicamos com uma velocidade impressionante para até poucos anos atrás, no entanto, a força espiritual da palavra permanece e aquilo que dizemos de nossos filhos, o que declaramos sobre eles,  o que falamos a eles tem um poder extraordinário e antes de qualquer indagação sobre o certo e o errado na sua educação deve estar à nossa frente como luzes cintilantes, a frase que nos alerte, “tudo o que falarmos de alguém, se não for uma bênção, já é uma maldição”, e que se o amor for o nosso foco, ele será o filtro para nos conduzir a buscar a sabedoria divina, que nos será dada, se a pedirmos”.

Devemos, também por amor aos nossos filhos, instruí-los no conhecimento divino, para que as suas vidas sejam abençoadas por todo o sempre. Não poderemos colocar nossos filhos sob uma redoma, para que nada os atinja, porém podemos, sim, prepará-los para saber agir quando se defrontarem com adversidades que inevitavelmente acabarão por conhecer no mundo, e sairem, então, vitoriosos nos seus embates.

Há alguns anos, lembro-me de ter presenciado Samantha conversando com pessoas que lhe indagavam sobre a sua fé e o desejo de transmití-la aos meninos e ela respondeu:  ”Não sei quanto tempo poderei estar com eles, porém quero que saibam que se eu lhes faltar, eles terão a Deus.”

Esse sentimento e a confiança no Pai, é a nossa segurança. Se nossos filhos tiverem a Deus, do que mais precisarão?

Querido Pai, louvo-te pela vida dos meus filhos, dos filhos que me destes que são os meus genros, e pelos meus netos que são a alegria da minha velhice. Que possamos todos, eles e eu te servir, rendendo-nos a Ti, inteiramente, pois sei que somente em Ti, podemos descansar. Peço-te em nome do Teu Filho e nosso Senhor, Jesus. Amém.

“E esta é a benção com que Moisés, o homem de Deus abençoou os filhos de Israel antes da  sua morte.  Ele disse: O Eterno veio de Sinai, e de Seir lhes alvoreceu, apareceu desde o monte Parán e com ele havia uma parte das dezenas de milhares de anjos da santidade; escrita com Sua mão direita, deu-lhes Lei do meio do fogo. Também amou aos povos (tribos); todas as almas dos santos estão em Teu poder, é eterno; porque eles estiveram ao pé do monte Sinai e tomaram sobre  eles o jugo dos Teus preceitos.  A Lei (Torá) que nos ordenou  Moisés, herança é para a congregação de Jacob.”                                                                                                                                                                                                                                                                              (Deuteronômio 33. 1-4)

Após o cântico de “Adeus” da Parashá anterior, Moisés, antes de se separar do seu povo querido, abençoou-o, como o fez o patriarca Jacob, fundador das tribos de Israel (Genesis 49.29).  Convocou então toda a congregação e abençoou a cada tribo em separado, destacando o papel que haveriam de desempenhar ao longo dos tempos.

…com sua mão direita, deu-lhes a Lei – A Torá foi entregue por Deus a Seu povo sem intermediários.   A expressão “Sua mão direita” reflete a proximidade ímpar de Deus com o povo de Israel e indica também a força e a segurança que Israel e indica também a força e a segurança que Israel juntamente com a Torá revelada por Deus.

E assim foram sucessivamente abençoados Rubem, Judá, Levi, Benjamin, José (Menashe e Efráim), Zebulon e Issachar, Gad, Dan, Naftali, Asher,  os filhos de Jacó.

E com esta bênção encerra-se o estudo da Torah. Nesta data, 10.10.09 quando também se celebra A Alegria  da Torah  ( Sim’chat Torah) e com propriedade Guarani de Oliveira, em seus “Estudos da Torah”, reflexiona, no texto de Eclesiastes  1: 2-4  “Vaidade das vaidades, diz o pregador, vaidade das vaidades!  Tudo é vaidade.  3. Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?  Uma geração vai, e outro geração vem; mas a terra para sempre permanece”.

Imaginemos que estivéssemos na situação de Moisés relatada na Porção V’zo’t HaB’rachah. Toda nossa vida foi fundamentada num sonho: entrar na Terra Prometida, uma terra que emana leite e mel.

Deuteronômio 34:  4 “E disse-lhe o Senhor:   Esta é a terra que jurei a Abraão, Isaque, e Jacó, dizendo:  a tua descendência a darei;  eu te faço vê-la com os teus olhos, porém lá não passarás”.

Subimos ao monte Nebo, ao cume de Pisga, na fronteira de Moabe em frente de Jericó (Deuteronômio 34.1), para observarmos cuidadosamente para além do Jordão; lá está ela, a sonhada Terra Prometida a Abraão, Isaque e Jacó. Porém, iremos morrer sem poder colocar os nossos pés nela. Nossos filhos continuarão a tarefa.

De certa forma, todos somos Moisés. Temos sonhos e assumimos serviços ao longo de toda a nossa vida. Frequentemente nós morremos antes que nossos projetos sejam totalmente realizados. Devemos depender de uma nova geração para continuar a obra inacabada.

Atingindo o fim do estudo da Torah relativo ao ano 5.769 do calendário  judeu com a porção Vezot HaB’arachah – E esta é a Bênção… – que também fala da morte de Moisés:

Deuteronômio 34: 7-8 “Era Moisés da idade de cento e vinte anos quando morreu;  os seus olhos nunca se escureceram, nem perdeu o seu vigor.  E os filhos de Israel prantearam Moisés, nas campinas de Moabe;  e os dias do pranto no luto de Moisés se cumpriram.”

Quando alguem chega ao fim da sua vida, é fácil dizer que a vida parece  sem esperança e sem propósito, como afirmou Salomão.Trabalhamos em  vão  e morremos antes de ver os frutos de nosso trabalho. Morremos antes de atravessar o rio Jordão, sem poder entrar na Terra Prometida. Uma geração vai e outra geração vem, mas nada jamais muda.  É tão fácil ceder ao sarcasmo e cair na depressão, perdendo o nosso bom gosto pela vida.  Esta atitude pode ser vista frequentemente entre as pessoas que têm apenas percepção do mundo físico, a grande maioria, e mesmo na igreja, nas pessoas de pouca fé na palavra bíblica.

A dádiva da palavra Divina  é ensinar ao mundo que existe outra maneira de olhar para a vida. A Vida não é um ciclo sem mudança e nem fim.  Em   vez disso, é uma corrente, e cada geração é um elo, contribuindo para a formação da corrente. Cada um de nós tem uma tarefa a cumprir;  cada um de nós tem uma missão. Podemos não completar a missão, mas haverá sempre uma nova geração que continuará a partir do ponto onde nós paramos. Durante o passar das gerações, poderemos entrar na Terra Prometida, aperfeiçoar  o mundo através de nossos descendentes.  Somos parte de algo muito maior que nós mesmos!

Yom Kippur –  O dia da expiação coletiva para a nação de Israel – representa profeticamente o dia em que os judeus terão um encontro com o Maschiach ( Messias). É um momento de prospecção interior no qual cada judeu procura captar a perspectiva de Deus do mundo. Do ponto de vista dEle, milhares de gerações  passam num piscar de olho. É  durante  o passar das gerações que nós aperfeiçoamos o mundo, cada um de nós fazendo uma pequena tarefa.

A melhor maneira de entender isso é aplicar a metáfora de dois pedreiros que trabalhavam numa obra.  Um pedestre que ia passando pergunta aos dois trabalhadores:  ”O que voces estão fazendo?”

- O primeiro responde: “Eu estou assentando tijolos. Fila por fila, tijolo por tijolo.  É um trabalho cansativo e enfadonho. Não vejo a hora do dia acabar e poder ir para  casa.”

- O segundo responde:  ”O que estou fazendo?  Estou construindo uma grande catedral.”

Qual dos dois encontra mais sentido no seu trabalho cotidiano?

Enquanto estivermos de passagem por este mundo, devemos ver a nós mesmos como construtores de uma igreja – não física, mas espiritual, que deverá permanecer eternamente. Podemos não visualizar com nossos próprios olhos o fim da construção, exatamente como ocorreu com Moisés  quando foi impedido de entrar na Terra Prometida. Mas, somos parte de um projeto maior que nós mesmos. Executamos nossa tarefa, e depois vem a nova geração e constrói sobre ela para dar continuidade à obra. Esta perspectiva fará de nossas vidas não “vaidade das vaidades” , mas uma jubilosa aventura para salvação de muitos e para a glória do Senhor!”

E renova-se a partir de agora a nossa tarefa, o estudo da Torá nunca acaba. Rebobina-se o rolo e retorna-se ao princípio …

B’re’shit ( Genesis), reiniciando tudo novamente. É um ciclo que nunca acaba para o judeu. O que significa isso?

Significa que a Torah, sempre termina deixando o povo d Israel na margem oposta, (leste) do rio Jordão. A entrada na Terra Prometida se dará sob a liderança de Josué, que representa o Maschiach,  o único que pode justificar tanto o gentio como o judeu, diante do Eterno.

A referência da Palavra Bíblica na vida de uma pessoa é de fundamental importância, pois irá influir de modo positivo em nossos relacionamentos e com consequências  extraordinárias na eternidade, que não podemos sequer imaginar. Ela funciona. É uma palavra que traz bênçãos automáticas para todo aquele que a guarda e a cumpre.

A palavra que sai da boca do homem e que não está embasada na palavra eterna não prospera e tudo que edifica,não permanece por muito tempo. Ela não funciona. Ela é fonte de maldições,  influindo negativamente em nossos relacionamentos e com consequências trágicas e irreversíveis na eternidade”.

Senhor, que no novo ano de estudos da Torah que nos destes, nos permitas compreendermos a Tua boa, santa, perfeita e agradável vontade para as nossas vidas, que esta Palavra seja expressa no Kri ( A Torah impressa em nossos corações). Pedimos-Te, por Yeshua HaMaschiach. Amém.


“Eu sou o caminho, a Verdade e a Vida.   Ninguém vem ao Pai, senão por mim”

Esta é para  mim a Verdade. Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida.

Depois de  uma longa jornada, de busca, de bater em muitas portas, para encontrar a Verdade, eu a encontrei na Palavra de Deus, que está registrada nas Escrituras Sagradas, na Bíblia. E foi lendo, estudando, ouvindo, que encontrei respostas para todas as minhas indagações, para as questões existenciais que me afligiram durante toda a minha vida, até os meus cincoenta anos, e desde então, (já se passaram onze anos), tenho caminhado com Jesus e sei que estou no Caminho certo.

Fui criada por um pai que foi  um livre pensador e sempre considerei que devemos conhecer e não recear conhecer e saber as ideías e as ideologias que movem o mundo.

Há poucos dias tive acesso e li   “A Jóia de Medina”,  da jornalista e escritora americana Sherry Jones, obra que retrata após criteriosa e vasta pesquisa o nascimento de fé islâmica e cenas da vida do profeta, Maomé, filho de Abdallah ibn al-Muttalib, que para os seguidores é tido como sagrado e intocável e por isso causou grande inquietação na comunidade muçulmana, a notícia da eminente publicação de obra com este conteúdo e envergadura.  Por conta dessa onda de preocupação dos fiéis, a editora Balantine, da Random House, que inicialmente deveria fazer a publicação da obra  suspendeu-a  ”sine die”,  por medo do ataque terrorista de muçulmanos radicais,  gerando em todo o mundo uma enorme  onda de indignação.

A leitura me permitiu compreender o porque desse movimento para impedir a publicação.  O profeta adorado pelo Islã, não sabia ler e era portador de epilepsia e tais características, que não se constituem em deméritos, por si só, não podem, segundo os seguidores, ser divulgadas, sob a alegação de denegrirem a imagem do avatar. E para esse “delito”, a pena é de morte, para os infiéis.

Considero, todavia, que é importante conhecer a verdadeira história da gênese do islamismo, pois permite distinguir a legitimidade da fé que professamos, nós cristãos, da ideologia que embasa o  fé muçulmana.

Encontrei na primorosa descrição dos primeiros anos da fé muçulmana, exposta pela autora, semelhanças à estratégia de expansão do reino, adotada pelo Rei Salomão, de Israel, que ampliou os seus domínios fazendo inúmeras alianças com países e reinos adjacentes,  através de inúmeros casamentos.  Maomé também, depois de ter feito o seu quarto casamento simultâneo ( quando permitiu para justificar a sua vida própria,  que o homem muçulmano tivesse quatro esposas), nos cinco anos seguintes casou-se mais oito vezes, tendo simultaneamente doze mulheres, entre esposas e concumbinas no seu harém.  Também no curso dessas subsequentes núpcias foi estabelecendo novas regras de conduta, acordo com as necessidades da ocasião.  Sempre “reveladas” após uma nova crise de epilepsia.

Saliente-se que Maomé foi educado na primeira infância pela mãe, que faleceu no sexto ano de vida do filho, na fé cristã, e somente adulto é que teve as suas “revelações”, que deram início ao Islã, monoteísmo derivado da fé hebraica, e destinados ao povo formado pelo filho mais velho de Abraão, Ismael.

A fé islâmica, que é sustentada por cinco pilares,  é vivida pelos milhões de seguidores no mundo todo,  que não se detêm em indagar sobre as leis dadas por Maomé.  E a sua Jihad,  a que poderá levar o mundo todo?

Permita Deus que haja paz e entendimento  entre os filhos de Abraão.

Senhor,  Tu és o Deus todo poderoso e sábios e  inescrutáveis são os teus desígnios, que venha a nós, o Teu Reino, com Jesus, nosso Rei, para trazer a Paz que vem de Ti. Em nome dEle, oro. Amém.

Outubro Rosa

“E eis que uma mulher que havia já doze anos padecia de fluxo de sangue, chegando  por detrás dEle, tocou orla de sua veste, porque dizia consigo :  ”se tão somente tocar a sua veste, ficarei sã.   E Jesus, voltando-se e disse:  ”Tem ânimo, filha, a tua fé te salvou. E imediatamente a mulher ficou salva”.                                                                                                                                                                                                                                                                          Mateus. 9.20.22

Nesta última semana estive em São Paulo, onde reside minha filha Samantha, para exercer “full time”, a nobre e prazeirosa tarefa de cuidar de meus amados netinhos Enzo (9) e Giorgio(7), enquanto os papais viajavam a Porto Galinhas-PE.   E, se o ombro imobilizado não impediu a produção de posts, o exercício  das tarefas de baby sitter nesses dias me nocauteou. E embora a inspiração não faltasse, faltou-me o tempo em vigília.  Hoje, de volta a casa, retomo o meu rítimo e retorno a este espaço. Primeiro para relatar em ordem inversa, os acontecimentos dos últimos dias e especialmente a minha participação no evento que deu início em São Paulo ao “Outubro Rosa”. Neste ano, este evento, que se realiza simultaneamente, no mundo todo, e tem como finalidade precípua,  produzir um grande movimento de conscientização para a prevenção do câncer de mama, doença perfeitamente curável,  sendo detectada e diagnosticada precocemente, e que embora seja hoje já acessível universalmente  em nosso país, a todas as mulheres a partir dos quarenta anos, pois é obrigatório ao SUS (Sistema Único de Saúde) por força de lei,  a realização do exame de mamografia, desde que requisitado por um médico. Ainda assim é grande o número de mulheres em nosso país que não fazem auto-exame e também não se submetem à mamografia, e acabam  sendo acometidas pelo câncer de mama. Para modificar esse panorama é que se unem as forças das mulheres e homens de boa vontade e amor ao semelhante para fazerem acordar as consciências de todos, as mulheres, alvos  e familiares para que esta guerra pela vida seja vencida e esta vida seja, como prometida por Jesus, “vida em abundância”.

No Rio , o Cristo Redentor foi iluminado pelo rosa para o alerta, em São Paulo, o Monumento do Ipiranga, além de outros e aqui em Curitiba, o Jardim Botânico,  o Paço Municipal, receberam a luz rosa, para unir a cidade a esse conceito de alerta.

E são todos convidados, para que nenhuma mulher ao nosso redor seja pega de surpresa pelo mal que pode ser vencido. No Evento realizado em São Paulo,  foram  conclamadas as Blogueiras e Twiteiras do País a divulgar essa mensagem em 19 minutos, com a ação imediata das 20 blogueiras presentes carreou mais de 700 visitas ao site, mulherconsciente.com.br .

Em http://www.sam.shiraishi.com/  estão insertas as informações sobre esta festa de alegria e regozijo pela vida que vale a pena ser vivida. Vale a pena conferir.

Agradeço a Deus que tantas bênçãos nos tem concedido e oro para que o amor que nos uniu neste evento se expanda em ondas e envolva a todas as pessoas que possamos alcançar , que flua através de nós o amor de Cristo que nos uniu. Em nome dEle. Amém.

“Mas vós não aprendestes assim a Cristo! ”   Efésios 4.20

“O que nos preocupa neste mundo de hoje não são os problemas, mas nossa oposição   aos problemas.  A verdadeira fonte de tudo o que nos preocupa, irrita e desgasta nossas vidas não está  nas coisas externas, mas na resistência  de nossas vontades à vontade de Deus expressas nas coisas eternas”

Resistir a ressentir à mão disciplinadora de Deus é perder uma das maiores bênçãos espirituais que nós cristãos podemos desfrutar deste lado do céu.

O que quer que seja – aborrecimentos, problema, adversidade, irritações, oposições -, nós não “aprendemos a  a Cristo” até que tenhamos descoberto que a graça de Deus é suficiente para todas as provas.

Apesar de Jó ter sofrido como poucos homens sofreram, ele nunca perdeu de vista a presença de Deus com ele no meio do sofrimento. Ele saiu vitorioso do lado da tristeza e provas, porque ele nunca permitiu que o ressentimento apagasse seu relacionamento com Deus.

A atitude que pode vencer o ressentimento é expressa pelo autor de Hebreus:  “Na verdade, nenhuma correção parece no momento ser motivo de gozo, porém de tristeza; mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos que por ela têm sido exercitados”. (Hebreus 12.11)

Nosso Deus e Pai, ensina-me tua justiça, através de bênçãos ou mesmo de fardos. Dá-me um coração que tenha entendimento, uma postura de serviço, um desejo de pureza. Disciplina-me quando eu precisar, Pai, a partir do teu grande amor paternal.  Ensina-me  a ter humildade e paciência no sofrimento. Através de Cristo.   Amém.

“… para que Cristo habite, pela fé, nos nossos corações; a fim de ,estando arraigados e fundados  em amor, poderdes [...] conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.”           Efésios 3. 17-19

Atrás do amor de Deus está sua onisciência – sua habilidade de “saber e entender tudo”.   Onisciência é a qualidade de Deus que é só dEle.   Ele possui um conhecimento infinito e uma consciência que é unicamente dEle.   Em todo tempo, até no meio de qualquer tipo de sofrimento  eu posso reconhecer que ele sabe, ama, vigia, entende, e, ainda mais,   Ele tem um propósito. Lembro na minha infância do meu contato com a imensidão do mar e o fascínio que a aquela visão exercia sobre mim,  o horizonte parecia não ter fim.  Ainda hoje o oceano exerce sobre mim uma atração muito grande, a imensidão azul é uma imagem da imensidão do amor de Deus.   O amor de Deus excede todo o entendimento. Até você mesmo  experimentá-lo, ninguém pode descrever suas maravilhas. Cabe lembrar uma ilustração para o tema, de um garotinho na China que viu um homem vendendo cerejas;  e, quando ele viu as frutas, seus olhos se encheram de desejo por uma,  mas ele não tinha dinheiro para comprar as cerejas.  O bom vendedor perguntou ao garoto: “você quer algumas cerejas?” E o garotinho disse que sim. O vendedor disse:  ”Abra suas mãos”.   Mas o garotinho não as abriu.   O vendedor disse novamente:  ”Abras suas mãos”, mas de novo o garotinho não as abriu.   O bom vendedor pegou as mãos do garotinho e encheu-as de cerejas. Mais tarde, a avó do garotinho ouviu sobre os acontecimentos e perguntou a ele: “Porque você não abriu suas mãos quando ele pediu? ”  E o garotinho respondeu:  ”As mãos dele eram maiores  que as minhas!” As mãos de Deus também são maiores que as nossas! Nosso Deus e Pai, tu és tão grande e poderoso! Não consigo começar a compreender a imensidão do teu conhecimento, nem da tua graça, nem do teu amor.  Só posso ficar impressionada e  maravilhada pela profundidade do teu cuidado e da tua preocupação comigo.  Obrigada, Senhor, por derramar tuas bençãos e alegrias sobre mim.   Em nome de Jesus.   Amém.

“Porque Ele é a nossa paz,   o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne,  desfez a inimizade [... ]para criar em si mesmo dos  dois um novo homem, fazendo a paz, e pela cruz,  reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades.”  Efésios 2. 14-16.

Fora da obra da cruz, há amargura,  intolerância,  incitação,  má vontade, prejuízo, lascívia, ganância e ódio.  Na eficácia da cruz, há amor e relacionamento, vida nova e novos irmãos.   A única esperança humana de paz está na cruz de Cristo, onde todos os homens, qualquer que seja sua naturalidade ou raça, podem se tornar novos irmãos.

Recentemente, um professor de universidade disse:   “Há duas coisa que nunca serão resolvidas:   os problemas raciais e a guerra”.   Porém, a verdade é que estes e todos os outros  problemas podem ser resolvidos, mas só na cruz. A cruz de Cristo não é só a base da paz e da esperança;   mas ela também é a intermediária da nossa salvação eterna.   O objetivo da cruz não é só um perdão pleno e gratuito;   é também uma vida mudada, vivida em um relacionamento com Deus.  Não nos surpreende Paulo ter dito há dois mil anos que: “Nós pregamos a Cristo crucificado.”  Esta é a mensagem de Cristo para  o mundo hoje.

Esta é a mensagem de paz, esperança e fraternidade.   Isto é o que o mundo chama de tolice, mas Deus tem se agradado em chamá-la de sabedoria.

O poeta John Greenleaf Wittier, expressou-a com precisão quando escreveu:

“Deixa cair teu orvalho de quietude,

Até que cessem todas as nossas lutas;

Tira de nossa alma a pressão e o peso

E  faze com que nossa vida ordenada confesse

A beleza de tua paz.”

Ele é a nossa Paz!

Nosso Deus e Pai, coloco meus fardos na cruz. E no lugar deles, tomo o feixe da paz e alegria que tu tens para mim.   Ajuda-me, Pai, a descansar na tua paz tranquila e a desenvolver uma calma, mesmo no meio dos problemas, que seja evidente para todos. Obrigado por Jesus, que enviou a tua paz  para a terra e em cujo nome eu oro.   Amém


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