“Eu sou o caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim”
Esta é para mim a Verdade. Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida.
Depois de uma longa jornada, de busca, de bater em muitas portas, para encontrar a Verdade, eu a encontrei na Palavra de Deus, que está registrada nas Escrituras Sagradas, na Bíblia. E foi lendo, estudando, ouvindo, que encontrei respostas para todas as minhas indagações, para as questões existenciais que me afligiram durante toda a minha vida, até os meus cincoenta anos, e desde então, (já se passaram onze anos), tenho caminhado com Jesus e sei que estou no Caminho certo.
Fui criada por um pai que foi um livre pensador e sempre considerei que devemos conhecer e não recear conhecer e saber as ideías e as ideologias que movem o mundo.
Há poucos dias tive acesso e li “A Jóia de Medina”, da jornalista e escritora americana Sherry Jones, obra que retrata após criteriosa e vasta pesquisa o nascimento de fé islâmica e cenas da vida do profeta, Maomé, filho de Abdallah ibn al-Muttalib, que para os seguidores é tido como sagrado e intocável e por isso causou grande inquietação na comunidade muçulmana, a notícia da eminente publicação de obra com este conteúdo e envergadura. Por conta dessa onda de preocupação dos fiéis, a editora Balantine, da Random House, que inicialmente deveria fazer a publicação da obra suspendeu-a ”sine die”, por medo do ataque terrorista de muçulmanos radicais, gerando em todo o mundo uma enorme onda de indignação.
A leitura me permitiu compreender o porque desse movimento para impedir a publicação. O profeta adorado pelo Islã, não sabia ler e era portador de epilepsia e tais características, que não se constituem em deméritos, por si só, não podem, segundo os seguidores, ser divulgadas, sob a alegação de denegrirem a imagem do avatar. E para esse “delito”, a pena é de morte, para os infiéis.
Considero, todavia, que é importante conhecer a verdadeira história da gênese do islamismo, pois permite distinguir a legitimidade da fé que professamos, nós cristãos, da ideologia que embasa o fé muçulmana.
Encontrei na primorosa descrição dos primeiros anos da fé muçulmana, exposta pela autora, semelhanças à estratégia de expansão do reino, adotada pelo Rei Salomão, de Israel, que ampliou os seus domínios fazendo inúmeras alianças com países e reinos adjacentes, através de inúmeros casamentos. Maomé também, depois de ter feito o seu quarto casamento simultâneo ( quando permitiu para justificar a sua vida própria, que o homem muçulmano tivesse quatro esposas), nos cinco anos seguintes casou-se mais oito vezes, tendo simultaneamente doze mulheres, entre esposas e concumbinas no seu harém. Também no curso dessas subsequentes núpcias foi estabelecendo novas regras de conduta, acordo com as necessidades da ocasião. Sempre “reveladas” após uma nova crise de epilepsia.
Saliente-se que Maomé foi educado na primeira infância pela mãe, que faleceu no sexto ano de vida do filho, na fé cristã, e somente adulto é que teve as suas “revelações”, que deram início ao Islã, monoteísmo derivado da fé hebraica, e destinados ao povo formado pelo filho mais velho de Abraão, Ismael.
A fé islâmica, que é sustentada por cinco pilares, é vivida pelos milhões de seguidores no mundo todo, que não se detêm em indagar sobre as leis dadas por Maomé. E a sua Jihad, a que poderá levar o mundo todo?
Permita Deus que haja paz e entendimento entre os filhos de Abraão.
Senhor, Tu és o Deus todo poderoso e sábios e inescrutáveis são os teus desígnios, que venha a nós, o Teu Reino, com Jesus, nosso Rei, para trazer a Paz que vem de Ti. Em nome dEle, oro. Amém.




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Grata pela dica, vou procurar assistir. Valeu!.