Feeds:
Posts
Comentários

Posts de junho \30\UTC 2009

“Porque, como o Pai tem a vida em si mesmo, assim deu também ao Filho ter a vida em si mesmo. E deu-lhe o poder de exercer o Juízo, porque é Filho do homem” João 5.26-27

Por que o cristianismo é tão diferente das religiões do mundo?

É  porque o cristianismo não é uma religião. É um relacionamento com o Deus vivo. Jesus, o Filho de Deus Pai, e segunda pessoa da triunidade, é a figura central de nossa mensagem evangelística.

Hoje, muitas vozes estão fazendo outras afirmações. Os ateus dizem que não existe Deus. Os politeístas podem permitir que Jesus seja um entre muitos deuses. Quando o evangelho é pregado em países do Extremo Oriente, os evangelistas têm de lembrar quando fazem o convite para aceitar a Cristo,  deixando claro para os ouvintes que eles estavam deixando todos os outros deuses e voltando-se para o verdadeiro Deus vivo que é revelado nas Escrituras.

Os evangelistas, como embaixadores da parte de Cristo (2 Coríntios 5.20), ousadamos ecoamos a ressonante convicção do apóstolo Pedro quando ele afirmou: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo (Mateus 16.16). O título “Cristo” significa ” 0 ungido”. É  o termo, em língua grega, para a antiga palavra hebraica “O  Messias” ( Ha Mashiach) – o ungido a quem Deus enviaria para salvar seu povo.

Pedro e seus seguidores judeus, os primeiros cristãos da igreja primitiva, reconheceram Jesus Cristo como o Messias prometido no Antigo Testamento. Seu período na história do mundo era de desespero e desencorajamento. O Messias prometido  surgiu como um farol nas trevas, e sua luz nunca diminuiu.

“Nele estava a vida e a vida era a luz dos homens [...] a luz verdadeira, que alumia a todo homem que vem ao mundo” João 1.4,9

“Nosso Deus e Pai, brilha através das trevas e afasta o mal. Jesus, sei que tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. E eu sei que tu és o Rei do reis. Eu te louvo e te adoro, Senhor. Coloco minha confiança em ti. E tiro meu estímulo  e força de ti, em cujo nome eu oro. Amém”.

Read Full Post »

“Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida”. João 5.24

Embora seja difícil para nós crermos, contudo é verdade – Deus não  forçará a nova vida em nós,  contra nossa vontade. Precisamos estar . prontos para receber Cristo como Senhor e Salvador com todo nosso coração. Então o milagre do novo nascimento acontece. Deveria ser fácil para nós crermos no novo nascimento, como é acreditar na bomba atômica.

Eu sei pouco a respeito da fissão nuclear, ou de urânio e ooutros elementos usados na fabricação de explosivos nucleares; contudo eu acredito que a bomba atômica  foi desenvolvida, usada e causou danos terríveis – e isso você também acredita. Mas como podemos crer que isso existe se não temos conhecimento científico de como é construída e como funciona?

A resposta é obvia – lendo os relatos de sua natureza e funcionamento, e por acreditar neles e aceitá-los. A mente humana possui a habilidade de aceitar ou rejeitar qualquer coisa que lê ou escuta.

Eu gasto muito do meu tempo examinando as páginas de um livro – a Bíblia. Ele tem a mensagem para cada um de nós, e esta mensagem é: “Necessário vos é nascer de novo”.

Esta mensagem contém tanto um mandamento como uma promessa. Implica a possibilidade de que eu possa ter uma natureza nova, mudada, transformada. Também implica  mais enfaticamente que eu nunca veja o reino de Deus, a menos que nasça de novo. Você já aceitou  o Cristo da Bíblia em seu coração e sua vida?  Se não, essa vida ilimitada ainda não lhe pertence. Se você já abriu seu coração para ele, já é sua!

Nosso Deus e Pai, obrigada por permitir que fôssemos nascidos de novo e entrássemos para a tua família, a Igreja. Obrigada por tornar possível para mim ter uma natureza nova, mudada, transformada – uma natureza mais parecida com a tua. Faze de mim como tu, Pai. Através do poder de Cristo. Amém.

Read Full Post »

“Cheguemos, pois, com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno”. Hebreus 4.16

Já fiz anteriormente aqui neste espaço esta declaração que  repito agora.  Hoje, nada do que faço, eu deixo de pedir a participação de Deus.    Pensava antes que era pretensão agir assim, porém vejo de modo diferente esta  relação que desejo ter com Deus.

Se eu declaro que o Espírito de Deus habita em mim, o lógico então é que eu tenha a certeza desta presença abençoadora em minha vida e pedir, convidar, consultar a esse Deus que está em mim,  que tenha a primazia em tudo na minha vida. Sei que não sou tão boa anfitriã deste hóspede tão gentil e frequentemente cometo indelicadezas para com Este que me honra sobretudo e que é digno de todo o meu louvor e adoração, mas é tão maravilhoso saber que o Senhor está atento a mim, por isso não há outro modo de agir, que não seja orar sempre. Quando oramos, falamos com Deus, depois de apresentarmos-lhe a nossa petição, precisamos silenciar para podermos ouví-lO.

Devemos orar sempre, buscando sabedoria, entendimento, os dons do Espírito. Devemos orar, intercedendo  pelas nossas famílias, pela nossa cidade, estado, nação, pelos nossos governantes. Sei que esta parte ultimamente tem sido difícil. Há tanta coisa triste e desagradável acontecendo. Mas, com relação a estes escândalos que são subsequentemente apontados pela imprensa, creio que a revelação de tudo isso que estava oculto,  é resposta à oração de muitos cristãos que buscando cumprir ao preceito bíblico ora pela nação, pelos seus governantes. Preciso é também que oremos pela salvação deles.

Não somos donos de nosso destino, nem como  nação. Como podem as pessoas se vangloriar de poderem controlar seu próprio destino, quando elas não podem sequer controlar um virus, invisível mesmo com poderosos microscópios.

A nova gripe, A – H1N1, surge como ameaça de pandemia, transtorna a vida das pessoas, negócios, viagens, tumulto, pânico.

Como pode, também o povo dos Estados Unidos da América, apesar do poderio militar, riqueza, poder de “sherif” do mundo, insistir que são donos do próprio destino, quando a história testifica que Deus moldou o destino daquela nação.

A nação foi fundada por pessoas que acreditavam na oração. Quando o governo americano estava em processo de formação, Benjamin Franklin dirigiu-se ao presidente da Convenção Constitucional, reunida na Filadélfia em 1.787, dizendo: “Eu vivi, senhor, um longo tempo, e quanto mais eu vivo, mais provas convincentes eu vejo esta verdade: que Deus governa os assuntos dos homens. E se um pardal não pode cair ao chão sem que ele percebe, é provável que um império não possa surgir sem a sua ajuda”.

A semente do cristianismo evangélico, foi trazido ao Brasil por missionários americanos no século 19, e de lá tem saído missionários para todo o mundo. E muito há que se refletir sobre o fato de que o próprio dinheiro daquele país ostenta a profissão de fé dos fundadores, os pais da pátria: “em Deus nos confiamos”.

Hoje, o mundo está sendo levado numa correnteza impetuosa da história que está saindo fora do contrôle. Existe apenas um poder disponível para redimir o curso dos eventos, e esse é o poder da oração de pessoas que temem a Deus e crêem em Cristo.

Não tenho ainda tido oportunidade de conhecer condutas de fé, edificantes, que certamente devem existir entre líderes brasileiros, porém quando se fala em homens públicos, estadistas, não há como deixar de lembrar de Abraham Lincoln, o presidente amado e legendário dos Estados Unidos, que durante os tumultuados anos da Guerra Civil, disse:  ”Eu fui levado aos meus joelhos muitas vezes, pela convicção esmagadora de que não tenho outro recurso. Minha própria sabedoria, e tudo a meu respeito, parece insuficiente para o dia”.  Que nossos líderes fossem humildes assim hoje!

Nosso Deus e Pai, tu és Aquele que coloca os governos no lugar e os derruba segundo a tua santa vontade. Dá aos nossos líderes governamentais humildade e dependência da tua sabedoria, Ajuda-me a apoia-los, Pai, sabendo que a eleição e a autoridade deles depende de ti. No nome de Jesus. Amém.

Read Full Post »

“Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou  e realizar a sua obra”.

João 4.34

Penso que a maior dificuldade que vivemos é reconhecer se aquilo  que estamos fazendo é a vontade de Deus.  Sabemos que nada pode ser melhor em nossas vidas do que aquilo que o Senhor tem reservado para nós.

Somos admoestados a buscar a vontade de Deus. Em efésios 5.17 lemos: “Pelo que não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do Senhor”.

Conhecer a vontade de Deus é a mais elevada de todas as sabedorias. Jesus disse: “Se alguém quiser fazer a vontade dEle,  pela mesma doutrina conhecerá se ela é de Deus, ou se falo de mim mesmo”.( João 7.17)

Viver no centro da vontade de Deus prevalece sobre toda falsidade das religiões e coloca o selo de verdadeira sinceridade sobre o nosso serviço a Deus.  Como a Bíblia diz:  “Não servindo à vista, como para agradar aos homens, mas como servos de Cristo, fazendo de coração a vontade de Deus” (Efésios 6.6).

Nós  deveriamos  cobiçar a vontade de Deus para sua vida mais do que qualquer coisa no mundo. Nós podemos ter paz em nossos corações  com pouco, se estivermos na vontade de Deus, mas podemos ser miseráveis  com muito, se estivermos fora da Sua vontade.

Nós podemos ter gozo na obscuridade, se estivermos na vontade de Deus, mas pode ser infeliz com riqueza e fama, fora da Sua vontade.

Nós podemos ser felizes em meio aos sorimentos, se estiver na vontade de Deus, mas pode ser desgraçado nas riquezas, fora da sua vontade.

Nós podemos estar calmos e em paz no meio da perseguição, enquanto estivermos na vontade de Deus, mas podemos ser  miseráveis e derrotados no meio de aclamações, se estivermos fora da sua vontade.

Toda vida depende deste ponto principal: a vontade de Deus. Então, é muito importante que descubramos o Seu plano para nossas vidas.

Você já descobriu o plano de Deus para sua vida? Você já perguntou?  Ele lhe responderá ao âmago do seu ser, se você se dispuser a ouví-lo, com toda a honestidade no seu coração.

Nosso Deus e Pai, quero ser sábio e viver no centro da sua vontade. Dá-me esta sabedoria. ensina-me como viver para ti nas diferentes áreas da minha vida. Mostra-me a verdadeira religião e como praticá-la. Quero ser pura e santa como Jesus Cristo, em nome de quem eu oro. Amém.

Read Full Post »

“…porque Deus é amor” I  João 4.8

Ontem, ao final da tarde, a Globo News  noticiou que  Michael Jackson tivera uma parada cardíaca e estava muito mal. No mesmo instante ocorreu-me que ele já estava morto, o que se confirmou à noite. E a partir daí  o mundo todo se mobilizou porque o “rei” da pop  music estava morto. Confesso que nunca me detive muito no pop star. Lembro-me do tempo de Jackson Five, que era uma graça e depois recordo que o “Triller” me causou mal estar. Compreensível. Não é a minha praia. Acompanhei as notícias durante todos esse anos, sempre me surpreendendo com as excentricidades do astro.  E apenas hoje, acompanhando os especiais todos em homenagem ao “rei”  morto, detive-me em refletir um pouco mais sobre as causas do comportamento tão controverso . Vi uma entrevista recente de Michael por Oprah Winfrey, em que ele revela a intensidade dos efeitos da infância roubada, e o preço que isso tudo lhe causou e que o conduziu a uma “busca pelo gozo nos lugares errados”.

A boa influência da mãe, que era cristã, e ele iniciou a vida artística cantando em coro de igreja, com a família, esta foi abafada e ele foi como acontece com  muitas vidas, de estrelas do mundo artístico. Ele foi contemplado por Deus com um talento, uma voz, porém o mundo o devorou. Que pena que tenha sido assim…

Há uma música antiga, uma canção popular, que incluía o seguinte verso:  ”Estive buscando o amor em todos os lugares errados”. Esta é uma declaração profunda.    Há uma outra música,  cristã que coloca em perspectiva  o desespero de buscar o amor em lugar errado. “Você procura em vão por algo: agora voce não quer aquilo que encontrou…”

Quantas vezes você encontrou o que estava procurando, para perceber que não lhe trouxe a satisfação que você pensou que lhe traria?      É a maior frustração. Essa busca frustrante que nunca termina, se estivermos buscando realização nas coisas deste mundo,  nunca foi melhor expressada do que nesta frase, de autoria desconhecida, mas que poderia ser dita por qualquer um de nós: “Tudo o que eu quero é um pouco mais do que tenho agora”.

Procuramos amor, aceitação, gozo em nossas carreiras, no dinheiro, no poder, em toda sorte de coisas materiais, mas se elas nos trazem um gozo permanente, não teríamos o testemunho de milhares de pessoas no mundo estão dizendo isso?  Não teria alguém escrito um livro, cujo título seria: “Eu encontrei gozo, amor, aceitação e perdão no meu novo Mercedes Benz”?

O restante da música cristã referida  acima é:  … coloque Jesus em primeiro lugar em sua vida, e sua vida mudará”. Ordem é algo importante em tudo  o que fazemos. Colocando a Jesus Cristo e sua vontade para sua vida em primeiro lugar, todas as coisas se colocarão em seus lugares. Quando Cristo está fora do lugar, ou embaixo  em nossa lista de prioridades, nossa vida toda está de cabeça para baixo.

Tente colocar a Cristo primeiro e observe como sua vida mudará. Você descobrirá onde encontrar o amor, a paz,  o gozo e a aceitação que está procurando.

Quando convidamos Jesus para ocupar nosso coração, nossa mente também se torna a sua mente e nossa vida produzirá os frutos que  Ele semeia.

Nosso Deus e Pai, sei qeu a verdadeira alegria vem de ser um contigo e com teu Filho, Jesus. Oro por uma confiança e uma fé maiores em ti, Senhor, e menos confiança nas coisas desta terra que passaraão. Ajuda-me a procurar alegria no lugar certo – em Cristo Jesus, meu Salvador, em cujo nome eu oro. Amém.


Read Full Post »

…”Disse-lhe Jesus: Disseste bem: Não tenho marido, porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste a verdade”. João 4.17-18

Em nosso país, milhares de nós cristãos temos nos tornado muito confortáveis. Estamos muito sossegados neste mundo. Deixamos de desafiar o mundo no qual nos movemos; e se Deus quisesse fazer uma grande obra em nosso tempo, provavelmente seriamos deixados de lado.

Em João 4.9 lemos: “porque os judeus não se comunicam com os samaritanos”. Os discípulos devem ter pensado que os samaritanos estavam completamente fora do reino de Deus. Talvez eles pensassem que esses “estranhos” eram inalcançáveis e intocáveis pela mensagem.

Quantos cristãos desistiram de tentar ganhar seus vizinhos, seus sócios nos negócios, seus amigos de escola  para Jesus Cristo? Eles pensam que estas pessoas são totalmente desinteressados.

Talvez aquele amigo ou vizinho esteja observando você com muito cuidado para determinar se você sustenta sua crença com sua vida.

Alguns de nós já determinamos em nossas mentes que Deus não tem intenção de alcançar tal pessoa e que – eles são muito duros; eles não estão interessados; eles são muito materialistas;  eles são tão cheios de pecados, concupiscência e orgulho que são inalcançáveis.

Por isso quando a mulher de Sicar que tinha tido seis “maridos” se converteu a Cristo, os discípulos estavam surpresos.  A história da igreja cristã relata que muitas pessoas que foram usadas por Deus eram grandes pecadoras  e pareciam inalcançáveis. John Newton, foi um traficante de escravos da África, e um dos maiores pecadores  pela sua “profissão” . Quem poderia acreditar que ele seria um dia clérigo da Igreja Anglicana e se tornaria um dos maiores escritores dos hinos de todos os tempos, ele escreveu “Graça Maravilhosa”. Também Paulo, o apóstolo, antes fora Saulo, o perseguidor, que legou-nos uma obra maravilhosa, com sua vida em Cristo.

Muitas vezes Deus toma a pessoa absolutamente impossível e a transforma pela sua graça, misericórdia e providência para ser um poderoso servo de Deus. Não desista de ninguém. Não existe alguém além da graça de Deus.

Nosso Deus e Pai, faze da minha vida um reflexo de ti a fim de que meus amigos e vizinhos não tenham dúvida da tua existência, do teu poer e misericórdia. Ajuda-me a ver aqueles que estão perdidos como tu os vês. Dá-me coragem para tocá-los com a tua graça salvadora. Isso eu te peço em nome de Jesus Cristo. Amém.

Read Full Post »

“Disse-lhe a mulher: Senhor, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede e não venha aqui tirá-la” João 4.15

Esta é para mim uma das mais impactantes passagens da vida de Jesus entre nós,  pela generosidade do seu conteúdo, pois relata Jesus rompendo como lhe era o hábito com os preconceitos e as práticas sectárias do povo naqueles tempos, aliás ainda presentes no hoje.  O encontro com a Samaritana, à beira do poço, em Sicar, cidade de Samaria, junto da herdade que Jacó tinha dado a seu filho José. E estava ali, a fonte de Jacó. Jesus estava cansado do caminho, assentou-se assim junto da fonte. Era isso quase a hora sexta.  - Veio uma mulher de Samaria tirar água. Disse-lhe Jesus: Dá-me de beber. Porque os seus discípulos tinam ido à cidade comprar comigo.  - Disse-lhe, pois, a mulher samaritana (porque os judeus não se comunicavam com os samaritanos) ?…

Esta mulher que surpreendeu uma cidade, que fez com que as pessoas se adiantassem para conhecer a Cristo, foi uma mulher transfomada, mudada. O poder de Cristo a transformou, e nessa transformação estavam envolvidas duas coisas.

Primeiro, ela se arrependeu de seu pecado. A única coisa que pode estar impedindo o reavivamento de sua vida, de sua igreja, de seu lar, de sua comunidade, pode ser o pecado do qual não houve arrependimento. Deus só pode usar vasos limpos.

A segunda coisa no preparo do instrumento foi oração. Ela disse:  ”Dá-me”, e que intensidade de desejo deveria haver naquela oração! Portanto ela se arrependeu de seu pecado, ela creu que Cristo era o Messias, e ela começou a orar. Esta mulher simples foi usada para transformar uma cidade inteira.

Depois da experiência desse dia, a Escritura diz que Jesus estava com eles. O reavivamento não é nada mais nem menos do que a presença de Cristo no coração, no lar, na comunidade, na nação.  É a aplicação prática deste fato que desesperadamente precisamos que funcione em nossa vida.

O clamor do profeta do Antigo Testamento foi: “Oh! … Se os montes se escoassem diante da tua face!” (Isaias 64.1)  Nada menos do que isso funcionará. O salmista clamou: “Não tornarás a vivificar-nos, para que o teu povo se alegre em ti?” (Salmos 85.6)

Nossa maior necessidade neste momento de confusão e revolução é um despertar moral e espiritual. Contudo, este despertamento moral e espiritual não virá até que o povo de Deus se arrependa de seus pecados, creia com todo o seu coração e comece a orar.

Este reavivamento deve começar com individuos. Nas palavras de um velho hino:  “Senhor, envia o reavivamento e que comece em mim”

Deus não descuida daqueles que anseiam por beber do “seu rio” e aumenta-lhes a sede, para que as águas do rio do Seu amor, cheguem até nós, matem a a nossa sede e limpem o nosso interior. O Senhor é o rio, o Senhor é a fonte!.

Nosso Deus e Pai, por favor, usa-me como usaste a mulher no poço, para trazer reavivamento para mim mesma primeiro, depois para minha família, meus amigos e minha comunidade. Faze de mim um instrumento para empurrar e impelir na direção de um despertar moral e espiritual em nome de Jesus, que veio para trazer reavivamento para todas as pessoas. No abençoado nome dEle eu oro. Amém.

Read Full Post »

“Deus é quem efetua em vós tanto o querer como o realizar.” Filipenses 2.13

Domínio próprio, temperança, moderação, auto-controle – todos estes termos são empregados para definir o último dos nove aspectos do Fruto do Espírito, listados em Gálatas 5.22-23. Para expressar isso na terminologia de 1 Coríntios 13.1-7, lembramos as frases: “Não se conduz inconvenientemente”, ou “Não age de maneira inadequada ou imprópria.”

Pode parecer muito simples e um tanto pomposo, mas é muito difícil de se colocar em prática na vida diária.

O domínio próprio pode ser a última faceta do amor de Deus mencionada na lista, mas isso certamente não quer dizer que seja a menos importante.

Sem dúvida, podemos dizer com toda justiça que é um dos aspectos da conduta, caráter e conversação cristãos que apresenta maior dificuldade para a maioria das pessoas. Dos frutos que deve haver no pomar de nossa vida, talvez seja o mais cheio de manchas, de irregularidades e de produção mais incerta.

Em algumas situações, nos comportamos de maneira mais exemplar e elogiável possível. Mas em outras ocasiões, nos conduzimos de modo pior que os animais.  Há dias em que parecemos agir sempre decente e dignamente. Em outros, parecemos mais um vulcão em erupção, soltando veneno e violentas injúrias. Se examinarmos com muita sinceridade e um espírito imparcial, veremos que, muitas vezes, como explica o apóstolo Tiago com tanta ênfase, da mesma fonte interior procedem água doce e amarga. Ou então para empregar a linguagem do Senhor Jesus, a terra de nossa personalidade produz uvas e abrolhos, figos e espinheiros.

Quantas vezes a coerência e credibilidade não são visíveis em nós. Ou, como expressou o profeta da antiguidade, o agricultor veio a sua vinha, desejando encontrar uvas doces, e, em lugar disso, encontrou apenas uvas bravas:

“Agora cantarei ao meu amado, o cântico do meu amado a respeito de sua vinha. O meu amado teve uma vinha num outeiro fertilíssimo. Sachaou-a, limpou-a das pedras e a plantou de vides escolhidas: edificou no meio dela uma torre, e também abriu um lagar. Ele esperava que desse boas uvas, mas deu uvas bravas .”                                                                                                                                                                                                                                                                       (Isaias 5.1,2.)

Esse tipo de fruto só serva para irritar a gente. Colocndo isso em linguagem  de leigo, poderiamos dizer que, em vez de sermos o povo de Deus, povo que fala as palavras dEle, e faz as obras dEle no mundo, frequentemente nos colocamos fora do controle dEle, vivendo segundo a nossa própria vontade, seguindo nossos próprios e errados caminhos.

O que chamamos de “domínio próprio” não é o mesmo conceito do que o mundo chama de estoicismo. Não se trata de uma severa atitude espartana. A idéia aqui não é a amarga e rígida tese de cerrar os dentes e suportar a vida com frio cinismo, nem é aquela concepção de “aquentar firme” . O auto controle proposto ao filho de Deus não mplica em uma autodisciplina severa para que ele possa controlar sua conduta.

O domínio próprio do cristão significa que o seu “eu”, seu ser, seu corpo, alma e espírito, encontram-se sob o controle de Cristo. Significa que ele é uma pessoa totalmente governada por Deus. Toda a sua vida, cada aspecto dela – espiritual ,moral ou f’sico – acha-se sujeito à soberania do Espírito de Deus. Significa que ele é “um homem sob autoridade”. O controle de seus interesses, atitudes, ações, constitui um direito que ele cedeu e entregou ao Espírito de Deus.

Se quisermos ver como opera esse princípio do controle divino, seu melhor exemplo não se acha em outros seres humanos. Os homens tem pés de barro. O maior dos santos, às vezes tem atitudes mesquinhas.

Devemos olhar para o próprio Deus. E a melhor manifestação de Deus é Cristo, que quando esteve aqui disse claramente: “Quem me vê a mim, vê o Pai.” ( João 14.9) Foi Ele quem afirmou  várias vezes que se achava completamente sob o controle do Pai. Ele veio à terra para fazer, não a sua vontade, mas a do Pai. As obras que realizou eram as obras de Deus. E justamente por causa desse “controle interior”, por  sua vez, Ele sempre se achava no controle de todas as situações que enfrentou.

Todo o nosso espírito, intuição, consciência e comunhão com Cristo pode ser  colocado sob o controle do bendito Espírito de Deus. Toda a nossa personalidade – mente, emoções e vontade – pode ficar sob o domínio de Cristo. Toodo o nosso corpo – com seus apetites, impulsos, desejos e instintos – pode vir a ser governado por Deus. é possível termos uma vida santa, com moderação e temperança nos momentos de provação.

Para isso implica desistir de nossos direitos. Não basta apenas sonhar em ter uma personalidade agradável. É algo que afeta nossas bases, quando desistimos de governar a nós mesmos e nos entregamos, a Deus, irrevogavelmente.

Romanos 12.1-3, deixa bem claro que nossos pensamentos, mente, e imaginação devem e precisam ser renovados.  Nós mesmos não temos capacidade de nos aperfeiçoarmos nisso. Deus é quem pode alterar completamente a direção de nossa mente.

É correto  fazermos uma oração de submissão a Deus.

“Senhor, estou aqui com meus pensamentos confusos e minha imaginação desordenada. Eu os entrego a ti. Toma-o sob teu controle. Ocupa esse terreno de minha vida. Apodera-te deste pedaço tão problematíco de mim. Eu o entrego a ti, para que tu o governes. Domina-o, Senhor. Que eu passe a ter os teus pensamentos. Faz com que meus interesses se concentrem em ti. Que minha atenção se fixe naquilo  que é belo, verdadeiro, digno e elevado. Reforma-me conforme desejares.”

Read Full Post »

“Aquele que se humilhar como esta criança, esse é o maior no reino dos céus.” Mateus 18.4

A crueza e confusão de nosso escabroso século XXI, a humildade mal pode ser considerada uma virtude. Atributos tais como mansidão e brandura não são qualidades que as pessoas procuram, se desejam vencer na vida. Somos um bando de gente apressada, dominadora, permissiva, que, desde o berço já está empurrando, berrando, lutando para passar à frente dos outros – e fincar o pé no topo da escada do sucesso.

Brigamos bravamente pelos nossos direitos, acreditando na estranha ideologia de que a melhor coisa desse mundo é ser grande, corajoso e ardoroso. Estamos plenamente convencidos de que, se não deixarmos nossa marca no mundo, seremos esquecidos na multidão – apagados da lembrança do mundo, pelas massas que circulam ao nosso redor.

Parece que nossa sociedade pensa que humildade e grandeza são duas coisas que se excluem mutuamente. Por isso muitas pessoas se vêem diante da necessidade de fazerem alguns ajustamentos de ordem mental, emocional e volitiva, nessa questão. De que lado está a verdade?  Onde está o segredo do sucesso?  Vamos adotar a posição de nossa cultura, ou a difícil proposta de Jesus Cristo que afirmou claramente: “Mas o maior dentre vós será vosso servo”.

“O amor é sofredor, o amor não é invejoso; não trata com leviandade, não se ensoberbece,  não se porta com indecência, não busca os seus interesse, não se irrita,  não suspeita mal; I Coríntios 13.4-5

O texto de 1 Coríntios 13.4-5 não usa de rodeios para dizer que o amor “não se ufana, não se ensoberbece, não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses”.  A natureza do amor de Deus, que é abnegado e modesto, impede que ele fique pavoneando e exibindo-se pomposamente.  Ele não tem nada a ver com este tipo de atitude. Não é orgulhoso, arrogante, nem se ufana de sua própria importância.

A essência da humildade, esta qualidade de vida que produz a verdadeira humildade no espírito humano nós dá uma visão equilibrada de nós e dos outros. Enxergamos a grandeza e a bondade de Deus e dos que nos cercam. Da mesma forma, ela nos capacita a nos vermos a nós mesmos com realmente somos.  Vemos nossa insignificância, em relação à grande massa da humanidade, mas ao mesmo tempo percebemos que temos grande valor para Cristo, que nos chamou das trevas para a luz do seu amor. Vemos a nós mesmos como pecadores, mas ao mesmo tempo como aqueles que foram salvos do desespero, para se tornarem filhos de Deus.

Então, é a generosidade de Deus, a bondade de Cristo, e a paciente perseverança do seu Santo Espírito que nos levam para ele, e humilham nosso coração altivo. É a intensidade da compaixão de Cristo que esmigalha a dura crosta de egoísmo que se torna em torno de nosso caráter. É a penetração de seu terno Espírito em nosso coração que remove dali a arrogância e a constante preocupação com nós mesmos. E assim ficamos carregados de  frutos de humildade e mansidão.”

Mansidão não é sinônimo de fraqueza. As pessoas mansas são agradáveis, tratáveis, e de fácil convivência. Esses indivíduos afáveis,de bom gênio, conquistam amigos por toda parte, pois se negam a forçar ou outros ou a pisar neles. Não ganham batalhas  pela força bruta ou pela luta. Conquistam um lugar no coração das pessoas e nos lares, com o passaporte de um espírito humilde e terno.

A singularidade de seu caráter é a mansidão. Essa qualidade de vida não se origina de uma enorme força e serenidade interior. Somente um espírito forte e firme pode condescender em ser manso. É o sublime Espírito do Deus vivo quem nos concede a capacitação para expressarmos um interesse e compaixão genuínos pelos outros.  É a autodoação abnegada dEle que nos permite tratar os outros com cortesia e consideração. E essa atitude ultrapassa o mero verniz da educação superficial e da conduta adequada.

Mas esse tipo de humildade, mansidão e brandura custa um alto preço. Não se trata de uma mera conveniência de que lançamos mão, a fim de alcançarmos nossos objetivos egoísticos. É a essência de uma vida dedicada, consagrada, vivida para os outros.

Se quisermos ver o melhor exemplo de humildade, complacência e mansidão, temos que olhar para o Senhor. Em Filipenses 2. 1-11, o apóstolo resumiu esse tipo de vida em versos curtos, diretos e admiráveis.

“Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.  Tende em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, pois Ele subsistindo em forma de Deus não julgou como ususrpação o ser igual a Deus; antes a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se em sememlhança de homens; e,  reconhecido em forma humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e mrte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e he deu o nome que está acima de todo nome.” Filipenses, 2. 4-9

A humildade é a unica base da qual pode brotar a fé. A alma orgulhosa, pomposa, segura de si não vê necessidade de Deus. Só têm fé em si mesmas. Acabam desiludidas, egocêntricas, solitárias e sua própria autocompaixão zomba delas. Mas a pessoa humilde clama pelo auxílio de Deus em quebrantamento e contrição de espírito. Busca em Cristo a restauração e a cura de seus males. Exercita a fé em outros, pois reconhece que precisa tocar alguém que é maior que ela. Da mesma forma, procura outros a quem possa servir, e, em seu trabalho sofrido, encontra auto-realização e liberdade para a alma.

É a essas almas que Deus se dá liberalmente e com alegria. Ele se aproxima daqueles que se aproximam dele.  Ele se deleita em habitar com os de espírito quebrantado e contrito. “Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado ( humilde); e salva os de espírito oprimido (manso).”

A razão é tão obvia, que a maioria das pessoas não a enxerga. Deus, que é um ser de amor desinteressado, só pode sentir-se bem e estar em harmonia com uma pessoa que também tem espírito altruístico. Assim não poderá haver conflitos. Tudo é paz; tudo está bem.

A Bíblia diz que Deus resiste ao soberbo. Ele se opões ativamente à alma arrogante.

A humildade impacta o próximo. A pessoa realmente humilde conquista  amigos e atrai para si um círculo de companheiros amáveis. Esta qualidade atrai os outros. Onde quer que vá, portas e corações se abrem de par em par, numa acolhida afetuosa a sua bela presença.

Mas o orgulhoso, arrogante e altivo tem poucos amigos, se é que os tem. Ele fica ali, de pé sobre o seu pedestal de orgulho, em triste e miserável solidão. Os outros o deixam sozinho. Ignoram-no deliberadamente. Já que é tão independente, que viva sua vida; que siga o seu caminho; que sofra a agonia de seu próprio egoísmo.

A humildade é uma prática diária, em que nossa conduta demonstra o respeito e o aprêço que temos pelo nosso semelhante.  A humildade expressa-se através dos fatos simples de nossa conduta diária, em que o egoísmo dá lugar ao altruísmo, colocando a pessoa do outro antes da nossa.

Os atributos do Fruto do Espírito são semeados no terreno de nossa alma pelo seu Divino Espírito.  E aquilo que Ele operou em nosso interior, temos que maqnifestar no exterior.

Como pessoas que livremente resolveram fazer a vontade de Deus, nós concordamos em realizar seus desejos. Se precisarmos de um incentivo e de uma inspiração para vivermos essa vida consagrada, devemos olhar apenas numa direção: Para Aquele que nos amou e se deu por nós.

“Nisto conhecemos o amor, em que Cristo deu a sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos.” ( 1 João 3.16)

Senhor, sei que nada sou sem ti, a minha vida, tudo o que sou, tudo o que tenho, tudo depende de ti. Traz-me sempre à memória a minha pequenez e a tua grandeza, para que jamais me engrandeça e lembre sempre que a ti pertence toda a glória. Em nome de Jesus, nosso Senhor. Amém

Read Full Post »

“Portanto, nós também, pois, que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas,deixemos todo embaraço d o pecado que tão de perto nos rodeia e corramos, com paciência a carreira que nos está proposta, olhando para Jesus, autor e consumador da fé, o qual pelo gozo que lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-se a destra do trono de Deus”.

Hebreus 12.1-2

Juntamente com o amor, a fé é a mais estudada e discutida faceta da vida cristã. Tanta coisa já foi dita e escrita sobre o assunto, que realmente não há nada de novo para se acrescentar.

Mas talvez longe de ser algo à parte do amor, na verdade é parte integrante dele. Não somente é concedida ao crente como um dos atributos plenos do  Fruto do bendito Espírito de Deus, mas também como um dom especial de Deus, para a realização de atos poderosos, no seio da família de Deus .

Para entendermos bem a fé que vem de Cristo, é importante lembrarmos, uma vez mais, que, como ela faz parte do Amor de Deus, é uma faceta do altruísmo. Em outras palavras, quando uma pessoa exercita a fé, e esta se mnifesta em sua conduta, em seu viver, tal pessoa dá também uma demonstração de autonegação.

Ter fé, pela sua própria natureza, implica em ver o bem nos outros.

Isso pode dizer respeito a Deus, e nesse caso, o bem é personificado, ou pode dizer respeito a outras pessoas.

Esse ato de ver, apreciar e reconhecer algo de valor em outrem significa que estou saindo de mim mesmo para ver o bem no meu  próximo.  Significa que não sou mais egocêntrico, tão voltado para  mim mesmo, como se eu fosse o único possuidor dele.

A simplicidade pode parecer até absurda. Pode haver uma reação como: “Mas é lógico que Deus e os outros também possuem o bem!”            É verdade. Então por que tantos parecem relutantes em reagir positivamente a isso?  Por que deixamos de nos entregar a esse bem com alegre liberdade de espírito? Afinal isso é exercitar fé.

Fé é uma deliberada e positiva reação minha para com o bem que há em outrem, ao ponto de eu agir em favor dele efetivamente.

Esta atividade significa de minha parte, que estou plenamente disposta a investir algo de mim mesma em outra pessoa, e que estou pronta a empenhar minha vida em todos os seus aspectos – tempo, energia, atenção, talentos, meios, força, afeição e aceitação – em outra pessoa. Significa que darei o melhor de mim em favor de outra pessoa, ativa e dinamicamente.

Falar em fé que não seja isso é mera crença. E em verdade, essa espiritualidade superficial constitui o grande mal do cristianismo. Centenas de milhares de pessoas afirmam crer em Deus, declaram ter fé em Cristo, proclamam ser crentes e, no entanto, a vida delas e a sua conduta pessoal negam isso, pois são uma mera caricatura da verdadeira fé.

É clara e terrível a ausência de fé que se evidencia por toda a parte. Quando o Senhor se encontrava entre nós procurava continuamente essa confiança dinâmica, essa aceitação dele. Sempre que encontrava um pouco de fé, mesmo que fosse um pequeno fragmento, ficava maravilhado. Varias vezes Ele comentou com alegria que aqui e ali, a fé era exercitada por pessoas em quem era menos de se esperar.

A Fonte da Fé

Esta fé do bendito Espírito de Deus só pode provir da fonte do amor generoso de Deus, que é derramado em nosso coração. Tendo sua origem nEle, ela jorra liberalmente para nós. Torna-se atuante em nosso interior,  e depois sai de nós, pela nossa autodoação, para ele e para outros. Foi isto que o escritor da carta de Hebreus quis dizer, quando declarou no capítulo 12.2: “Olhando firmemente para o autor e consumador da fé, Jesus.”

Assim como seu amor, bondade, paciência e generosidade emanam dele numa fonte de benção para nós, assim também sua grande fidelidade jorra para nós em fluxo constante, diariamente. E não poderia ser de outra forma, por causa da própria natureza de Deus.              A palavra de Deus está cheia de afirmações sobre a fidelidade de Deus, como o Salmo de Davi 36. 5-9 .

“A tua benignidade, Senhor, chega até os céus, até às nuvens de fidelidade.A tua justiça é como as montanhas de Deus; os teus juízos, como um abismo profundo. Tu, Senhor, preservas os homens e os animais. Como é preciosa, ó Deus, a tua benignidade! por isso os filhos dos homens se acolhem à sombra das tuas asas. Fartam-se da abundância da tua casa, e na torrente das tuas delícias lhes dás de beber. Pois em ti está o manancial da vida; na tua luz vemos a luz”

Como, nos perguntamos, Deus, que é todo justiça, cujo caráter é imaculado, pode ter fé em nós, fracos seres humanos, com nossas falhas e nossa insensatez?  Como pode Ele, imortal na sua grandeza, pode ser fiel a nós?  Por que ainda se dá ao trabalho de doar-se a nós e conceder-nos todos os benefícios que os dá?  como pode ser tão generoso para seres tão imprevisíveis e tantas vezes infiéis a Ele?

A resposta a essas questões está em que a natureza de Deus é justiça, integridade, santidade. Deus é Tão santo, tão bom, tão sem egoísmo, que não pode deixar de ser fiel. E Ele não pode negar-se a si mesmo. Ele é a verdade, portanto não pode ser diferente. Ele se aproxima de nós para dar-nos a paz. Ele anseia por dar-nos as sua virtudes, transmitir-nos os seus atributos. Deus age com base naquilo que nós podemos nos tornar. Ele vê em nóss a possibilidade de sermos conformados ao seu próprio caráter. Ele que nos criou,  sabe que sob a orientação do seu Espírito, e a instrução da sua palavra, podemos nos tornar seus filhos, incorporados a sua família, crescendo espiritualmente, conformando-nos a imagem de Cristo.

Deus é incansável no seu amor e no seu desejo de nos ver alcançar a estatura do Varão perfeito e nos prometeu acompanhar-nos, guiar-nos e capacitar-nos na tomada de decisões e nas ações. Ele nos prometeu: “Eis que estou convosco todos os dias, ate’a consumação do seculo.” Ele será fiel  a sua palavra, à si mesmo e à nós.”

Senhor, eu creio, mas peço que aumentes a minha fé. Fortalece-á todos os dias, pela tua graça. Quero ser conforme o Teu Filho, nosso Senhor e Salvador, Jesus, em nome de quem  eu oro. Amém.

Read Full Post »

Older Posts »

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.